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Adquira o livro: O Papa do Fim do Mundo - Lindolfo Dias

sábado, 14 de outubro de 2017

O PAPA FRANCISCO E O FUTURO GOVERNO MUNDIAL




Qualquer pessoa que tenha um conhecimento básico a respeito das profecias bíblicas e, em especial, do livro do Apocalipse, sabe que a sagrada profecia bíblica prevê que a Terra terá, nos últimos dias da história humana, um governo mundial e que o poder, conferido por 10 diplomatas da ONU, será exercido por um soberano que será entronizado na cidade de Jerusalém.


Para que haja qualquer tipo de governo é necessário que existam também leis que estabeleçam regras gerais que regulem o relacionamento entre os seus  cidadãos entre si, e entre estes e o próprio governo. Para que haja um governo mundial é necessário que exista uma legislação mundial, que seja comum a todos os países de todo o mundo. Pois bem, já existe hoje no mundo, pela primeira vez na história da humanidade, uma lei comum que já está em vigor desde o dia 04 de novembro de 2016, ainda que a grande maioria da população mundial não tenha o conhecimento ou a percepção desse fato.

O ACORDO DE PARIS

Depois de quase 23 anos de uma luta que começou em 1992 no Rio de Janeiro, o mundo comemorou em Paris, no dia 12 de dezembro de 2015, um acordo mundial que reuniu as principais 195 nações do mundo - quase a totalidade delas -, num projeto mundial que visa reduzir o aquecimento global e preservar a vida no planeta, evento que recebeu o nome de "Acordo de Paris". 

Esse acordo planetário entrou oficialmente em vigor no dia 04 de novembro de 2016, menos de 1 ano depois de sua assinatura. A partir de então, todas as nações do mundo ou, na linguagem da Bíblia, "toda a tribo, e língua, e nação" (Apocalipse 13:7) passaram a ter uma legislação e um ponto de união em comum e que contêm normas que irão reger as relações internacionais e interpessoais de todo o mundo, em breve.

Apesar de já estar em vigor há quase 1 ano esse acordo ainda não apresentou sinais ou resultados que justificassem sua grande importância histórica, ambiental e profética, porque as principais decisões relativas a ele ainda não foram implementadas, como por exemplo:

a) O INÍCIO DA AÇÃO EFETIVA - Estão previstas no acordo ações globais por parte de todas as nações do planeta, com a injeção de recursos da ordem de U$100 bilhões de dólares anuais arrecadados entre as nações mais ricas e distribuídas entre as nações mais pobres, a partir do ano de 2020. Essa fabulosa quantia de dinheiro será destinada à implantação de medidas que visarão promover a resiliência, ou seja, a restauração do meio ambiente e o combate à degradação ambiental em todas as suas formas, principalmente a diminuição da emissão de gases tóxicos que provocam o efeito estufa e o aquecimento global; 

b) O INÍCIO E A RESPONSABILIDADE DA GESTÃO - Atualmente o depositário do Acordo de Paris é o Secretário Geral da ONU, mas está determinado que sua gestão será exercida a partir da primeira reunião específica e por um qualificado comitê composto por 10 diplomatas escolhidos entre os blocos continentais e comunidades minoritárias representadas por nações pobres e insulares, para que seja preservada a equidade e representatividade entre todas as nações participantes; e

c) O ENGAJAMENTO DOS ESTADOS UNIDOS NO ACORDO - Recentemente o presidente dos Estados Unidos declarou sua intenção de abandonar unilateralmente o Acordo de Paris. No entanto isso não se dará, primeiramente porque lhe falta autoridade legal para tanto, pelo menos até 2020, para revogar uma decisão colegiada tomada em nome do governo e que exigiria a aprovação do Congresso, o que envolveria longo e complicado debate político e, principalmente, porque a sagrada profecia bíblica afirma de maneira que não se pode contestar, que os Estados Unidos terão protagonismo nos solenes e portentosos acontecimentos finais da história humana, dentre os quais assume importância indiscutível o Acordo de Paris. Pode-se esperar para breve o reengajamento do presidente americano ao Acordo de Paris, o que é a vontade da imensa maioria da sociedade americana, empresários, políticos e população em geral.   

O ACORDO DE PARIS E A BÍBLIA SAGRADA

A profecia sagrada chama o futuro soberano da Terra de "Besta", que é uma expressão bíblica que designa um personagem - pessoa ou nação - despótico que ao longo dos tempos tem exercido algum tipo de domínio sobre pessoas ou nações. A mesma profecia declara enfaticamente que esse personagem é o oitavo rei de uma sequência de reis relacionados no texto profético, que têm relação com as cabeças correspondentes de um animal simbólico. Cada cabeça é apresentada como sendo um rei, com exceção da sétima cabeça, que é representada por dois reis. A profecia afirma claramente que o oitavo rei pertence ou faz parte da sétima cabeça, ou seja, existem dois reis compartilhando a sétima cabeça.

A primeira cabeça é representada pelo primeiro papa do Estado do Vaticano, Pio XI, que protagonizou o Tratado de Latrão, que deu origem política a ele, em 11 de fevereiro de 1929;

A segunda cabeça, que o sucedeu no trono pontifício, foi o papa Pio XII;

A Terceira cabeça, o terceiro rei, foi o papa João XXIII;

A quarta cabeça, o quarto rei, foi o papa Paulo VI;

A quinta cabeça, o quinto rei, foi o papa João Paulo I, que teve um reinado curtíssimo, efêmero, de apenas 25 dias;

A sexta cabeça, o sexto rei, foi o papa João Paulo II, o maior de todos os papas, até então;

A SÉTIMA CABEÇA

A sétima cabeça difere das seis anteriores, pois contém 2 reis, diferentemente do que é apresentado nas seis primeiras cabeças, cada uma delas representando apenas um rei. O texto profético afirma que a sétima cabeça contém 2 reis, o sétimo e o oitavo.

O sétimo rei foi o papa Bento XVI, que não terminou o seu reinado, tendo renunciado antes, Por esta razão a profecia bíblica diz que o seu reinado seria curto ou, melhor dizendo, encurtado, pois pelas leis canônicas todo papa governa desde que é entronizado até o dia de sua morte. Não foi assim com o sétimo rei, que continua vivo até hoje, como papa emérito, morando no Palácio Apostólico, no Vaticano, vizinho do atual papa.

O oitavo rei é o papa Francisco. Ele é o último papa da história, de acordo com o texto profético. Esta é uma afirmação até atrevida, como muitos poderão imaginar. Mas esta é uma profecia sagrada, já cumprida em quase todos os seus detalhes e especificações. Faltam apenas os detalhes dos chifres do animal simbólico e profético de Apocalipse, capítulos 13 e 17. O texto profético afirma que os 10 chifres receberão autoridade como reis, ou seja, eles não são reis, mas diplomatas e esta autoridade eles a transferirão para o oitavo rei - o papa Francisco -, que governará a Terra em breve.

IMPORTANTE:

O papa Francisco já está com idade avançada. No dia 17 de dezembro próximo (2017) ele irá completar 81 anos, o que sinaliza que ele não tem muito tempo mais para presidir uma instituição de grande importância, ainda mais o maior posto jamais ocupado por alguém na civilização humana, o de soberano de toda a Terra. Isto significa que se isso for verdade - e certamente que é -, falta muito pouco tempo para que isso aconteça, pois para ocupar tal posição uma pessoa deve possuir vigor físico e intelectual, que diminuem com o passar do tempo e o aumento da idade. Se ele tiver que governar a Terra isso terá de acontecer logo, pois a profecia sagrada afirma ainda que ele governará durante 42 meses, ou 3 anos e meio, antes de ser deposto pelos mesmos que o elevaram ao poder.

O ECUMENISMO E O DOMINGO COMO DIA MUNDIAL SEM TRABALHO

Dois dos maiores desejos e propósitos do papa Francisco são o de unir todas as religiões num grande conglomerado ecumênico, numa só fé, em que princípios e doutrinas comuns a todas elas se sobreponham a possíveis desacordos que existam entre elas. Grandes passos já foram dados nessa direção e líderes de grandes religiões têm se encontrado com o pontífice e procurado aparar arestas, pavimentando o terreno da união das igrejas e de religiões num só rebanho, naturalmente comandado pelo bispo de Roma.

No dia 31 de outubro próximo será comemorado o quinto centenário da Reforma Protestante de Martinho Lutero. São aguardadas grandes celebrações e comunicados que irão apressar essa união, que faz parte da revelação profética e que é um dos principais acontecimentos que darão autenticidade e cumprimento à profecia que trata dos eventos finais da história humana.

Outro acontecimento, maior ainda, e que é o maior sonho do papa, é a implantação oficial do domingo como um dia universal sem trabalho. E isto acontecerá, como afirmam as Sagradas Escrituras, contra a direta ordem de Deus, que estabeleceu outro dia, o sábado do sétimo dia como um sinal perpétuo entre Ele e aqueles que Lhe são fiéis e obedientes à Sua Palavra. Como o sábado é chamado na Bíblia como o Sinal de Deus, o domingo é mencionado na mesma Bíblia como o Sinal da Besta, que é o nome como é designado nas Escrituras o oitavo rei da monarquia vaticana.

O propósito religioso estará encoberto na implantação do domingo como dia mundial de guarda e de abstenção do trabalho, pois o grande pretexto para a sua adoção será um dia mundial para a família e para a economia na emissão de gases tóxicos que degradam o meio ambiente. Os veículos e as fábricas deixarão de funcionar e emitir dióxido de carbono e novamente as pessoas serão incentivadas ao culto religioso e às missas, bem como ao convívio familiar. São razões mais do que louváveis. Mas só tem um problema: contrariam o direto e claro mandamento de Deus, que estabelece o dia de sábado, instituído na Criação, reafirmado no Êxodo e na entrega das pedras do Decálogo e definitivamente determinado para o futuro Reino de Deus. (Gênesis 2:1-3; Êxodo 20:8-11 e 31:18 e Isaías 66:22-23).

Estas informações são prestadas apenas com o desejo de oferecer ajuda e esclarecimento a quem deseja conhecer o que aguarda o mundo, no futuro próximo. Quem viver, verá!

Leia os capítulos 13 e 17 do livro do Apocalipse, para se familiarizar com esses acontecimentos. Caso deseje informações mais detalhadas adquira o livro "FRANCISCO, O PAPA DO FIM DO MUNDO", cujo resumo sinóptico está disponibilizado no site www.lindolfodias.com.br.

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