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Adquira o livro: O Papa do Fim do Mundo - Lindolfo Dias

domingo, 6 de março de 2016

A ABOMINAÇÃO DESOLADORA


O que é ou quem é a Abominação Desoladora ou a “abominação da desolação de que falou o profeta Daniel”, no contexto das palavras de Jesus? Ela já se manifestou em algum tempo, no passado, ou voltará a se manifestar, no futuro? Estas perguntas exigem respostas claras e confiáveis, que possam ser compreendidas à luz dos acontecimentos históricos e da Palavra de Deus, em lugar de teorias e suposições simplistas e que não cumprem as especificações da profecia sagrada.


Este estudo afirma e pretende provar que ela é um poder que se levantou contra a verdade de Deus e o Seu povo no passado e voltará a se levantar no futuro próximo, desta vez com ímpeto redobrado. Para que ela seja compreendida é imprescindível que se reconheça que tudo o que Jesus predisse a esse respeito e o seu cumprimento em todas as épocas e circunstâncias, está sempre associado e relacionado com a cidade de Jerusalém.

A Abominação Desoladora ou Abominação da Desolação é o aviso mais direto que foi dado por Ele para prevenir o Seu povo dos perigos a que estavam sujeitos naqueles dias e que se confirmaram logo depois e se abateram sobre a cidade, como resultado de sua grande apostasia. Foi também um aviso dado para todos os que vivessem nos últimos dias, para livrar os que o atenderem dos flagelos que em breve sobrevirão ao mundo.

Esse assunto é citado em quatro passagens diferentes no livro do profeta Daniel e o estudo de cada uma delas é de fundamental importância para que seja  compreendido.

PRIMEIRA PARTE: O aviso de Jesus

Esse poder se manifestou pela primeira vez na destruição da cidade de Jerusalém, no ano 70, quando os estandartes idolátricos do império romano a sitiaram e destruíram pela primeira vez.  Com a derrota da grande revolta dos judeus contra o domínio de Roma a cidade foi tomada pelas forças do comandante Tito e suas muralhas e o templo foram destruídos, e o resto da cidade ficou em ruínas. Este é o primeiro cumprimento histórico da profecia (Daniel 9:26).

Mas a cidade que havia sido parcialmente restaurada e reconstruída voltaria outra vez a ser destruída por Roma. Os judeus, liderados por Simão bar Kochba revoltaram-se novamente contra o domínio de Roma e Jerusalém foi novamente arrasada por ordem do imperador Adriano, no ano 135. Cerca de 600.000 judeus foram massacrados e sobre os restos da cidade foi edificada uma cidade helênica e sobre o monte onde se erguera o santuário de Jeová foi construído um templo dedicado ao principal deus romano, Júpiter Capitolino. Deu-se à cidade o nome de Aelia Capitolina, uma cidade completamente voltada aos jogos e às práticas pagãs greco-romanas, impostas pelo imperador. Foi o segundo cumprimento da profecia, no passado.

O terceiro cumprimento histórico aconteceu no início do quarto século, no chamado Cesaropapismo, que foi um sistema inaugurado pelo imperador romano Constantino I, que unificou as relações entre a igreja e o Estado, e que inicialmente foi exercido pelos imperadores. Depois, com o declínio do poder imperial e a ascensão do poder papal, este poder passou a ser exercido pelos pontífices romanos. Foi nessa época que as verdades do Evangelho Eterno foram lançadas por terra e o poder apóstata e abominável prosperou (Daniel 8:10-11).

Mas o quarto e mais importante cumprimento da sagrada profecia bíblica (Daniel 11:31 e 12:11) encontra-se no futuro, o que é o propósito deste estudo esclarecer.

AS PALAVRAS DE JESUS

Todos os discípulos de Jesus acreditavam que o Messias tinha vindo para restaurar o reino a Israel, para desfazer o jugo romano e para restabelecer o resplendor dos dias de Davi e Salomão. Eles esperavam, como toda a nação, que Ele viesse inaugurar um novo reino de glória, poder e prosperidade material para o povo de Deus, naqueles dias.

Mas, depois de mais de três anos de convívio e aprendizado com o Mestre, eles estavam confusos quanto à Sua missão, pois Ele havia falado de Sua morte próxima, de uma ressurreição depois de três dias na sepultura e de uma futura vinda em glória com todos os anjos, o que decididamente não podiam entender (Mateus 16:21 e 24:31).

A tradição havia ofuscado o claro e milenar ensino das Escrituras que mostrava o sofrimento do Messias, antes da Sua glória. O ensino dos líderes religiosos omitira o importante fato de que Ele viria para vencer o pecado e a morte, e não os romanos. E que as cerimônias dos sacrifícios de animais apontavam para o Seu próprio sacrifício.

Dois dias antes de Sua morte (Mateus 26:1-2), quando saíam do templo de Jerusalém, os Seus discípulos chamaram-Lhe a atenção para a magnífica estrutura daquele formidável edifício. Ele então lhes respondeu, afirmando que daquela monumental construção não ficaria pedra sobre pedra que não fosse derribada. Esta declaração lhes causou espanto e surpresa. Confusos, eles arrazoavam entre si sobre qual poderia ser o significado das palavras do Mestre, que eles não conseguiam penetrar.

Pouco depois, estando assentados no Monte das Oliveiras e à vista do templo, eles O interrogaram a respeito da Sua declaração anterior e foram mais além, desejando esclarecer outras dúvidas que os afligiam (Mateus 24:3).

Eles queriam saber duas coisas, principalmente, pois não podiam compreender como a informação da destruição do templo estava associada com o fim do mundo e a Sua vinda futura, temas que já haviam sido tratados e que eles não haviam entendido. Então fizeram duas perguntas, cujas respostas são o tema desse estudo:

Primeira: “Quando serão essas coisas”?
Segunda: “Que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo”?

Na sua resposta, Jesus englobou a destruição da cidade de Jerusalém e do seu templo, consumada no ano 70, e as grandes catástrofes que sobrevirão ao mundo todo quando Ele vier, em breve. Eles não estavam preparados e nem iriam compreender a demora e tudo que estava relacionado com os eventos futuros e, por isso, não separou os eventos, imediatos e futuros, que antecederão a Sua vinda. Ele associou os dois acontecimentos e citou, como um solene sinal de alerta, exatamente o que o profeta Daniel havia predito quase cinco séculos antes, e que Ele chamou de “Abominação da Desolação ou Abominação Desoladora”. Mas, o que significa isso?

Em primeiro lugar deve-se esclarecer: o que é uma abominação?

Abominação é algo que causa repugnância, repulsa e até espanto e que “provoca um sentimento misto de desprezo, ódio e horror” (Dicionário Proliberam, online).

Este sentimento, que é uma mistura de surpresa e estarrecimento, não é sentido por homens, no contexto da profecia bíblica estudada, mas por anjos, que os mencionam, e por todos os seres inteligentes do Universo que, conhecendo o caráter sagrado de Deus e das regras que regem o Seu reino universal, não podem compreender o atrevimento de quem o provoca. Certamente não entendem, também, a tolerância e longanimidade de Deus, que o tem suportado pacientemente ao longo de tantos séculos, desde que ele investiu contra as Suas sagradas verdades e as lançou por terra (Daniel 8:12).

As declarações de Jesus a respeito do tema estão contidas nos textos dos evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas. Esses textos, bem como os que estão no livro de Daniel e são a eles relacionados, estão reunidos neste estudo e resumidos num único texto que está consolidado das seis versões indicadas na sequência, abaixo. Contextualizados com o propósito da mensagem, eles foram dispostos de maneira que haja coerência para ser racionalmente compreendida. As seis versões são as seguintes: Almeida Revista e Corrigida (ARC), Revista e Atualizada (ARA), Atualizada (AA), Nova Versão Internacional (NVI), Bíblia de Jerusalém (BJ) e Almeida Corrigida, Revisada e Fiel (ACRF).

Os três textos dos evangelhos que tratam do tema da “Abominação da Desolação de que falou o profeta Daniel”, mesclados conforme os textos das seis versões citadas para melhor compreensão ficam assim consolidadas com a seguinte redação:

Quando virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel estiver instalada onde não deveria estar - no lugar santo -, em Jerusalém (quem lê, entenda e atenda), sabei que está próxima sua desolação. Os que estiverem na Judeia fujam para os montes; os que estiverem dentro da cidade saiam; quem estiver sobre o telhado de sua casa não entre para tirar alguma coisa; os que estiverem no campo não entrem na cidade para pegar alguma roupa. Porque estes são dias de vingança, para que se cumpram todas as coisas que estão escritas. Ai das grávidas e das que amamentarem naqueles dias. Orai para que isso - a vossa fuga-, não aconteça no inverno e nem no sábado. Porque haverá naqueles dias tal tribulação, como nunca houve antes, desde que Deus criou o mundo até agora, e nem tornará a haver jamais. Será um tempo de angústia e ira contra este povo, e cairão pela espada, e em todas as nações (no futuro) serão feitos cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios (Ver Ap. 11:2) até que o tempo dos gentios se complete (Ver Dn. 11:36; Ap. 17:17). E haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas (Ver Ap. 8:12); e na terra angústia entre as nações em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas; homens desmaiando de terror na expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois as virtudes (poderes) do céu serão abaladas. E se aqueles dias não fossem abreviados pelo Senhor, ninguém sobreviveria. Mas por causa dos eleitos, que escolheu, aqueles dias serão por Ele abreviados” (Mateus 24:15-22 ; Marcos 13:14-20 e Lucas 21:20-25).

Existem 4 referências a essa abominação no livro de Daniel. Para identificar o poder e compreender o seu significado é necessário analisar cada um dos textos mencionados, bem como o contexto e todos os detalhes que a Providência de Deus achou por bem inscrever nos evangelhos e a sua relação com o livro do Apocalipse.

OS QUATRO TEXTOS DO LIVRO DE DANIEL QUE MENCIONAM ESTA ABOMINAÇÃO:

A VISÃO – A instituição do tema – O início da Abominação, pela ação da Roma pagã e continuada pela Roma papal.

Primeiro texto - DANIEL 8:9-14“E de um dos ventos saiu uma ponta e cresceu muito para o lado sul (Egito), para o Oriente (Iraque, Pérsia, império Greco-macedônico) e a Palestina (9). E se engrandeceu contra o povo de Deus. E parte desse povo foi por ele pisado e destruído (10). Engrandeceu-se até o Príncipe do exército, eliminando o sacrifício ritual (11) e destruindo o templo e a cidade e o povo de Deus, por causa de seus pecados. Lançou a verdade por terra, fez como quis e prosperou (12). Depois ouvi dois anjos conversando e um perguntou ao outro: Até quando prevalecerá esta grande abominação em que a verdade permanecerá pisada (13)? E Ele me disse: Até 2.300 tardes e manhãs e o santuário será purificado (14)”.

A pergunta e a resposta dos anjos se relacionam com o início do juízo no Santuário Celestial e a restauração da verdade do Evangelho Eterno, então lançada por terra.
A ênfase da pergunta é sobre até quando Deus iria permitir que Sua verdade permanecesse pisada por esse poder abominável. A resposta englobou a questão da purificação do Santuário Celestial, conforme era prefigurado nas cerimônias simbólicas instituídas por Deus e transmitidas a Moisés, por meio do santuário levítico.

Este primeiro texto prevê o ataque de Roma a Jerusalém, seu templo e seu povo, em sua fase pagã e imperial. E o ataque ao Evangelho Eterno, quando a Roma dos césares foi substituída pela Roma dos papas. Esta última jogou todas as suas verdades por terra e as substituiu por doutrinas pagãs, pela superstição generalizada, pela idolatria explícita e pela tradição de homens que abandonaram a Deus e seguiram os demônios.

A REVELAÇÃO DESTA VISÃO

Primeira parte: Destruição do templo literal, no ano 70.

Segundo texto - DANIEL 9:26-27“E depois das 62 semanas será morto o Messias. E a cidade (Jerusalém) e o Santuário (o templo) serão destruídos pelo povo (exército) do príncipe (general romano, Tito) que virá. E o fim da cidade virá como uma inundação, e haverá guerra até ao fim. Estão decretadas assolações sobre ela (26). Ele fará uma firme aliança com muitos que durará uma semana. E na metade da semana fará cessar o sistema sacrifical (sacrifícios e oblações). E a desolação virá sobre o templo, até que chegue sobre ele o fim que lhe está decretado (27)”.

Daniel não havia compreendido o sentido da profecia dos 2.300 anos relacionada com a purificação do santuário. Estando em seu tempo o santuário destruído e a cidade assolada e faltando apenas dois anos para se cumprir o período de setenta anos do cativeiro dos hebreus, predito pelo profeta Jeremias (25:11 e 29:10), ele se angustiou pelo temor de que Deus pudesse ter abandonado o Seu povo, em decorrência de sua apostasia.

Orando fervorosamente a Deus, a sua oração foi imediatamente atendida. O anjo Gabriel veio para revelar-lhe o que ele não havia entendido. Ele confirmou o ataque que seria desferido contra o Seu povo e a destruição da cidade e do seu templo. Mas ele tranquilizou o profeta, informando-lhe que a promessa de Deus seria cumprida no tempo certo, de que haveria ainda um longo período de graça e tolerância para o seu povo e que o Messias certamente viria no tempo que determinou.

A CONTINUAÇÃO DA REVELAÇÃO

Segunda parte: Destruição das verdades eternas, no passado e no futuro.

Terceiro texto - DANIEL 11:31-36“E sairão a ele uns braços que profanarão o santuário (celestial) a nossa fortaleza (as verdades eternas), pretendendo substituir a obra da expiação, colocando em seu lugar a abominação da desolação (31). Aos violadores do concerto (os que receberão o sinal ou marca da besta, no futuro próximo) ele perverterá com lisonjas. Mas o povo que conhece o seu Deus (Suas testemunhas, os que receberão o sinal ou selo de Deus) se tornará forte (pelo derramamento do Espírito Santo) e resistirá com firmeza (fará proezas, realizará prodígios) (32). E os sábios entre o povo (o remanescente do remanescente) ensinarão a muitos; todavia cairão pela espada, e pelo fogo, e pelo roubo, por algum tempo (33). Ao serem oprimidos, serão ajudados com pequeno socorro; muitos, porém pretenderão se juntar a eles com lisonjas ou intrigas (oferecendo vantagens ou ameaças, na tentativa de desviá-los de sua fé). (34, Bíblia de Jerusalém). Mas alguns dos entendidos cairão para serem provados, e purificados, e embranquecidos até ao tempo do fim, pois isso acontecerá no tempo determinado (35). E este rei ( que é Francisco, o último papa, o oitavo rei da monarquia vaticana e que irá à perdição-Apocalipse 17:11) fará conforme a sua vontade, e se levantará, e se engrandecerá sobre todo o deus Este rei fará conforme a sua vontade. Ele se exaltará e se engrandecerá em relação a qualquer divindade e aos seres celestiais, e proferirá blasfêmias espantosas contra o Deus dos deuses. Ele será próspero, até que a ira se complete, porque aquilo que está determinado irá acontecer (36).

Este terceiro texto que fala da Abominação da Desolação é mais abrangente e ampliou a profecia, trazendo informações relacionadas com a manifestação desse poder em sua ação final, no futuro. É sobre este texto que Jesus alertou os Seus discípulos, chamando aquele que é por ele indicado de “a abominação da desolação de que falou o profeta Daniel”. Algumas considerações devem ser feitas a respeito:

1. Os acontecimentos relacionados a esse texto estão no futuro, e se referem ao tempo de perseguição que levará “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus” a um estado de ânimo chamado na Bíblia de “angústia de Jacó”.

2. Os Estados Unidos da América são a “besta que subiu da terra” (Ap. 13:11-18) e “os braços que sairão a ele” são os mesmos dois chifres semelhantes aos de um cordeiro: o poder religioso emanado do protestantismo e o poder civil republicano que, unidos, irão impor por decreto humano algo inaceitável e abominável aos olhos do Céu: a mudança do dia que foi escrito no Decálogo pelo próprio dedo de Deus pelo dia que lembra a autoridade da “besta”, o oitavo rei da monarquia vaticana, chamado na Palavra de Deus de  homem do pecado, e filho da perdição, o qual será morto pelo esplendor da vinda de Jesus (II Tessalonicenses 2:8).

3. Muitos não aceitarão esta imposição.  Eles irão proclamar em alta voz que o sábado do sétimo dia é o único dia de descanso instituído por Deus desde a Criação e que a guarda do domingo, o primeiro dia, é o sinal da autoridade da “besta”, que reivindica a sua autoria e que é o sinal de sua autoridade. Serão considerados “fundamentalistas religiosos”, extremistas e fanáticos, nocivos à paz mundial. Mas a Bíblia Sagrada os chama de “sábios entre o povo”, aqueles que ensinarão a muitos (Daniel 11:33; 12:3), e que por esta razão serão perseguidos, presos e assassinados (Daniel 11:33 e 12:7; e Apocalipse 13:7 e 15; 14:13).

4. Muitos serão tentados pela lisonja e o suborno. Os que aceitarem ou se conformarem com a guarda do domingo, que a Palavra de Deus identifica como o “sinal da besta”, no futuro, serão pervertidos. Os que permanecerem fiéis a Deus, adorando ao Criador e não à besta e ao dragão, que é o símbolo de Satanás, farão prodígios pelo poder do Espírito Santo; todavia muitos cairão e serão oprimidos, mas para darem ao Universo o testemunho da justiça do Criador, ao responderem à acusação de Satanás de que ao homem não é possível guardar a lei de Deus. A sua obediência, sob as condições mais adversas que o mundo já viu serão uma vívida resposta para vindicar a honra e a justiça do Seu Senhor.

Eles serão embranquecidos, purificados e provados no fogo da tribulação (Daniel 11:35; 12:10 e Apocalipse 7:10; 13:10; 14:12) e no auge de sua angústia, serão “ajudados com pequeno socorro”, da mesma forma como Jesus o foi no Getsêmani e também os Seus seguidores depois de Sua morte.

-Ajudados com pequeno socorro:

“E apareceu-lhe um anjo do céu, que O confortava”; E, posto em agonia, orava mais intensamente. E o Seu suor tornou-se em grandes gotas de sangue, que corriam até ao chão” (Lucas 22:43-4).

No momento de Sua mais extrema agonia Jesus foi ajudado com um pequeno socorro. O anjo não tomou a Sua taça, mas O confortou revelando-Lhe os resultados do Seu trabalho.
Depois da morte de Jesus, os Seus seguidores sentiram-se completamente perdidos e desesperados. Eles raciocinavam assim: se os judeus crucificaram Aquele que transformara água em vinho; que manifestara poder sobre a natureza, acalmando o mar; fizera coxos e paralíticos andar e cegos enxergar; surdos ouvir; mudos falar; ressuscitara mortos e um deles já de quatro dias... Sim, se eles fizeram isso a Alguém tão poderoso, o que não fariam aos Seus notórios seguidores desnorteados, impotentes, desamparados e aflitos?

Mas eles também foram ajudados com pequeno socorro. Quando pessoas suas contemporâneas que tinham conhecido em vida foram ressuscitadas e apareceram a muitos, depois da ressurreição de Jesus (Mateus 27:52-53), então as suas esperanças reviveram e reconheceram que não estavam perdidas.

Igualmente, quando todas as esperanças daqueles que estiverem debaixo da pior perseguição que o mundo já testemunhou, no futuro próximo, e quando parecer que tudo estará perdido, então igualmente estes serão ajudados com pequeno socorro, quando muitos contemporâneos e conhecidos seus que tiverem morrido lhes aparecerem ressurretos e glorificados.

Jesus foi confortado no Getsêmani e os Seus discípulos foram animados e confortados pela aparição de conhecidos seus que tinham sido mortos, no momento de seu desapontamento e angústia provocados pela morte de seu Mestre e desesperados pela opressão.

Assim, haverá no futuro uma ressurreição especial, de justos e ímpios. Conhecidos mortos aparecerão a muitos que estarão desesperados pela opressão da besta papal, para confortá-los, consolá-los e animá-los, mostrando-lhes que sua fé não é vã, e que sua redenção está próxima. Este é o pequeno socorro mencionado na profecia.
A escritora americana Ellen White em linhas inspiradas relata este notável e maravilhoso acontecimento:

Abrem-se sepulturas, e "muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno". Dan. 12:2. Todos os que morreram na fé da mensagem do terceiro anjo saem do túmulo, glorificados para ouvirem o concerto de paz estabelecido por Deus com os que guardaram a Sua lei. "Os mesmos que O traspassaram" (Apoc. 1:7), os que zombaram e escarneceram da agonia de Cristo, e os mais acérrimos inimigos de Sua verdade e povo, ressuscitam para contemplá-Lo em Sua glória, e ver a honra conferida aos fiéis e obedientes” (O Grande Conflito, pag. 637, destaques acrescentados).

Deve-se observar que a mensagem do terceiro anjo apenas será proclamada depois que o citado decreto ímpio e blasfemo estabelecer como obrigação civil a guarda do domingo (Apocalipse 14:9). A partir de então a guarda e observância desse dia será considerada como o “sinal da besta” que é o sinal da autoridade do poder que o decretou. Deve-se destacar, todavia, que Roma já fizera isso no passado, ao determinar como dever civil a sua guarda desde 07/03/321, por força de um decreto imperial de Constantino I. A obrigação religiosa de sua guarda se deu por meio do Concílio de Niceia, no ano de 325. O Concílio de Laodiceia, em 364, determinou que o sábado bíblico do quarto mandamento fosse excluído dos mandamentos de Deus e a sua guarda proibida e considerada não cristã e anatematizada como “judaizante”.

A ÚLTIMA REVELAÇÃO – REPETIÇÃO E AMPLIAÇÃO DA PROFECIA – A Abominação da Desolação em Jerusalém, nos últimos dias

Quarto texto - DANIEL 12:11-12 

“E desde o tempo em que a abominação da desolação for estabelecida na cidade santa, [em lugar da verdade eterna], haverá mil duzentos e noventa dias (11). [Não existe mais o “Aish tamid” (אש תמיד), traduzido em algumas versões como o "sacrifício contínuo", que era a chama que ardia continuamente no altar do tabernáculo judeu. Ela simbolizava a luz da verdade eterna no cerimonial do antigo ritual judaico, e era representada pelo Menorah, o candelabro com 7 lâmpadas, que representa “os sete Espíritos de Deus, o Espírito Santo (Apocalipse 4:5). Bem-aventurado é o que espera e alcança até mil trezentos e trinta e cinco dias (12).

Esta deve ser a tradução correta e coerente do texto: sem as modificações provocadas por interpretações equivocadas que lhes alteram o sentido e o objetivo da revelação profética, isenta de inferências e interpolações.

A história vai se repetir! E só então, quando o futuro decreto dominical for promulgado, é que esse dia se transformará no sinal da besta, que pretende substituir o sinal de Deus, que a Bíblia Sagrada declara ser o sábado do sétimo dia (Ezequiel 20:12-20; Êxodo 31:13 e 17).

A “ressurreição especial” dos que tiverem morrido a partir da mensagem do terceiro anjo ocorrerá quando se cumprirem os 1.290 dias depois do estabelecimento da Abominação da Desolação (Daniel 12:11). Esta abominação é o papa Francisco pisando e contaminando com a sua corte a cidade de Jerusalém e governando o mundo desta cidade, até ao dia em que ele será destronado. Esta ressurreição ocorrerá 30 dias depois da queda de Francisco, findos os 42 meses ou 1.260 dias de seu governo global (Apocalipse 11:2 e 13:5).

Depois de 45 dias desse evento haverá o que está expresso como uma grande bem-aventurança para os que alcançarem esse tempo, ou seja, o “concerto de paz estabelecido por Deus com os que guardaram a Sua lei”. Este concerto de paz é a revelação do “segredo de Deus” (Apocalipse 10:7) quando o Grande “EU SOU” revelará o dia e a hora da volta de Jesus.

Ellen White de forma inspirada relata mais este extraordinário evento:

“A voz de Deus é ouvida no Céu, declarando o dia e a hora da vinda de Jesus e estabelecendo concerto eterno com Seu povo. Semelhantes a estrondos do mais forte trovão, Suas palavras ecoam pela Terra inteira. O Israel de Deus fica a ouvir, com o olhar fixo no alto. Têm o semblante iluminado com a Sua glória, brilhante como o rosto de Moisés quando desceu do Sinai. Os ímpios não podem olhar para eles. E, quando se pronuncia a bênção sobre os que honraram a Deus, santificando o Seu sábado, há uma grande aclamação de vitória” (O grande Conflito, pag. 640, destaques acrescidos).

Observação interessante: “O segredo do Senhor é para os que O temem; e Ele lhes fará saber o Seu concerto (Salmos 25:14-ARC).

A mesma escritora, referindo-se aos dois períodos de 1290 e 1335 dias de Daniel 12:11 e 12, atesta que eles se referem aos últimos dias da História humana:

"O livro de Daniel é descerrado na revelação a João, e nos transporta para as últimas cenas da história da Terra. Terão nossos irmãos em mente que estamos vivendo em meio aos perigos dos últimos dias? Lede Apocalipse em conexão com Daniel. Ensinai estas coisas"  (Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, pag.115).

OBSERVAÇÕES:

- O quarto texto tem relação e deve ser estudado em associação com Daniel 11:45, Lucas 21:24 e Apocalipse 11:2, pois tratam de um mesmo assunto: Jerusalém pisada pelos gentios nos últimos dias, até que o seu tempo se cumpra. Os gentios são representados por Roma ou seu representante mais ilustre e poderoso.

Daniel 11:45 – “E armará as tendas do seu palácio entre o mar grande e o monte santo e glorioso; mas virá ao seu fim, e não haverá quem o socorra”.

O personagem mencionado é o rei do Norte, pacificamente entendido e unanimemente aceito como sendo o papado. Mas o entendimento aqui defendido é que em sentido estrito o rei do Norte é o papa Francisco. O local designado no texto bíblico é, seguramente, a cidade de Jerusalém, conforme os relatos e o contexto bíblico. O tempo em que ele pisará a cidade santa é exatamente o que antecede o encerramento da graça, quando Miguel Se levantará (12:1) e “virá o seu fim, e não haverá quem o socorra”.

Armar as tendas do seu palácio não pode significar outra coisa diferente do que estabelecer ele, ali, uma relação de domínio ou de governo. Não pode ser mais claro. É o oitavo rei da monarquia vaticana, o papa Francisco, exercendo domínio mundial a partir da cidade de Jerusalém.

Lucas 21:24 - "Cairão ao fio da espada, e em todas as nações serão aprisionados; e Jerusalém será pisada pelos gentios (por estranhos), até que os seus tempos se cumpram"

Quando tempo durará esse período? A própria Palavra de Deus responde que, quando começar o julgamento dos vivos na abertura do sexto selo somente serão julgado os que terão confirmados os seus nomes no Livro da Vida. Serão deixados de fora os estranhos ou gentios, que irão pisar a cidade santa por 42 meses, que é o tempo do governo mundial do papa Francisco, quando chegará ao seu fim ou o seu tempo se cumprirá:

Apocalipse 11:1-2 - "E foi-me dada uma cana semelhante a uma vara de medir; e veio o anjo, e disse: Levanta-te, e mede o santuário de Deus, o altar, e conta os que estão adorando nele (1). Quanto ao átrio que está fora do santuário, não o meças, pois ele foi dado aos gentios [Heb: "doyim", estranhos], que pisarão a cidade de Jerusalém por 42 meses"

JERUSALÉM SERÁ NOVAMENTE DESTRUÍDA, NO FUTURO?

O capítulo 18 do livro do Apocalipse fala da destruição de uma grande cidade. Ele termina dizendo assim:

"E nela se achou o sangue dos profetas e dos santos, e de todos os que foram mortos na Terra" (Verso 24). 

Jerusalém é a cidade identificada por Jesus como culpada pela morte e apedrejamento dos profetas e de todos os que lhe eram enviados (Mateus 23:37; Lucas 13:34).

E no último momento da História, um decreto de morte será promulgado contra os que "guardam os mandamentos de Deus e têm a fé de Jesus, identificados por Deus como "as Minhas duas testemunhas", que viverão por três dias e meio o que a Bíblia chama de a "angústia de Jacó". E este decreto terá origem na cidade de Jerusalém, a cidade onde Jesus foi crucificado, como está escrito:

Apocalipse 11:7-8"Quando terminarem a sua pregação e o seu testemunho, a besta que sobe do abismo combaterá contra elas, irá vencê-las e decretar a sua morte (7). E elas estarão expostas na praça da grande cidade que se chama simbolicamente, como reflexo de sua condição espiritual, Sodoma e Egito, onde o seu Senhor foi crucificado (8)".  


Existem incontáveis textos no Espírito de Profecia e na Bíblia declarando que a História irá se repetir. As profecias mostram dois cenários: o de dois milênios atrás, quando Jerusalém foi destruída e o do futuro próximo, quando... Jerusalém será destruída mais uma vez, mas desta vez, definitivamente.

Não existe nenhuma informação nas Escrituras ou em qualquer outro lugar que desautorize ou negue este fato. Se Jesus disse que ela seria destruída quando a Abominação da Desolação estivesse pisando o seu solo; e se a História vai se repetir, é razoável e coerente defluir-se que, quando novamente esse fato ocorrer no futuro, ela será novamente destruída.

Ellen White descortina em sua obra prima os acontecimentos relacionados com estas tragédias que aconteceram no passado e que ameaçam no futuro a cidade onde tudo começou e, ao que tudo indica, tudo irá terminar:

“O futuro estava misericordiosamente velado aos discípulos. Houvessem eles naquela ocasião compreendido perfeitamente os dois terríveis fatos - os sofrimentos e morte do Redentor, e a destruição de sua cidade e templo - teriam sido dominados pelo terror. Cristo apresentou diante deles um esboço dos importantes acontecimentos a ocorrerem antes do final do tempo. Suas palavras não foram então completamente entendidas; mas a significação ser-lhes-ia revelada quando Seu povo necessitasse da instrução nelas dada. A profecia que Ele proferiu era dupla em seu sentido: ao mesmo tempo em que prefigurava a destruição de Jerusalém, representava igualmente os terrores do último grande dia” (o Grande Conflito, pag. 25-Destaques acrescentados).

 “A hora temida viria súbita e celeremente. E o Salvador advertiu a Seus seguidores: "Quando, pois virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo (quem lê, atenda), então os que estiverem na Judéia fujam para os montes." Mat. 24:15 e 16; Luc. 21:20. Quando os símbolos idolátricos dos romanos fossem erguidos em terra santa, a qual ia um pouco além dos muros da cidade, então os seguidores de Cristo deveriam achar segurança na fuga. Quando fosse visto o sinal de aviso, os que desejavam escapar não deveriam demorar-se. Por toda a terra da Judeia, bem como em Jerusalém mesmo, o sinal para a fuga deveria ser imediatamente obedecido. Aquele que acaso estivesse no telhado, não deveria descer à casa, mesmo para salvar os tesouros mais valiosos” (Idem, pag. 26).

“A profecia do Salvador relativa aos juízos que deveriam cair sobre Jerusalém há de ter outro cumprimento, do qual aquela terrível desolação não foi senão tênue sombra. Na sorte da cidade escolhida podemos contemplar a condenação de um mundo que rejeitou a misericórdia de Deus e calcou a pés a Sua lei” (Idem, pag. 36). 

“Assim como Ele preveniu Seus discípulos quanto à destruição de Jerusalém, dando-lhes um sinal da ruína que se aproximava para que pudessem escapar, também advertiu o mundo quanto ao dia da destruição final, e lhes deu sinais de sua aproximação para que todos os que queiram, possam fugir da ira vindoura. Declara Jesus: "E haverá sinais no Sol, na Lua e nas estrelas; e na Terra angústia das nações." Luc. 21:25; Mat. 24:29; Mar. 13:24-26; Apoc. 6:12-17. Os que contemplam estes prenúncios de Sua vinda, devem saber que ‘está próximo, às portas’. Mat. 24:33” (Idem, pag. 37/8).

“Venha quando vier, o dia do Senhor virá de improviso aos ímpios. Correndo a vida sua rotina invariável; encontrando-se os homens absortos nos prazeres, negócios, comércio e ambição de ganho; estando os dirigentes do mundo religioso a engrandecer o progresso e ilustração do mundo, e achando-se o povo embalado em uma falsa segurança, então, como o ladrão à meia-noite rouba na casa que não é guardada, sobrevirá repentina destruição aos descuidados e ímpios, e ‘de nenhum modo escaparão’" .I Tess. 5:3-5. (Idem, pag. 38). 

Os livros de Daniel e Apocalipse são uma dádiva de Deus. Eles mostram os principais acontecimentos da História humana, revelados numa sequência cronológica, começando dos dias em que os profetas começaram a escrever até ao final da experiência humana na Terra. Somente a Providência divina poderia resumir em tão curto espaço tantas informações que bastam para quem o estuda reconhecer que Deus sempre esteve no controle e direção de todos os atos e fatos de todos os impérios, em todos os tempos.
Os fatos históricos vão sendo mostrados, antes de acontecerem e em sua sequência, e vão sendo ampliados, avançando em direção ao futuro, jamais retroagindo, a não ser para acrescentar informações importantes, mas nunca voltando ao passado.

Quando a profecia se cumpre ela vira História, porque a História nada mais é do que a profecia cumprida.

Quando Daniel escreveu nos capítulos 2, 7 e 8, por exemplo, sobre o reino da Média e da Pérsia dos reis Dario e Ciro, o que ele escreveu era uma profecia. Quando ele contemplou a queda de Babilônia e conheceu aqueles reis, os seus escritos já não eram mais uma profecia ou uma previsão, mas um fato concreto, acontecido no tempo e no espaço. Tinham virado História.

Assim também hoje, quando estudamos os textos proféticos, podemos separar o que é profecia e o que é História. Isto também é válido para todos os outros livros da Bíblia Sagrada em que Deus Se serve de revelar o futuro aos que O temem. Estas considerações são feitas para avaliar alguns conceitos teológicos que complicam o estudo das coisas simples das Escrituras, revelando erudição humana, mas não trazendo resultados práticos e nem contribuindo para a edificação da fé e do conhecimento. Estes conceitos, ao contrário, desviam as pessoas do propósito de Deus, trazendo confusão, escárnio ou incredulidade, em lugar de trazer esperança, confiança e conhecimento.

Interpretação futurista ou preterista, atualmente, não parecem conceitos sábios para catalogar ou identificar classes de estudiosos. Estas expressões foram cunhadas na época da contrarreforma católica surgida do Concílio de Trento, para se defender da interpretação que identificava os papas e desmascarava mitos criados pela igreja e denunciados por Lutero. Na realidade só existem dois tipos de interpretação das escrituras: a verdadeira e a mentirosa. O resto são conceitos humanos. Os que ensinam conceitos falsos e teorizam de maneira pouco responsável, - ainda que com a melhor das intenções-, podem ser chamados, sem nenhuma dúvida, de falsos ensinadores ou falsos profetas.

Estas afirmações são feitas para servir de alerta a pessoas que se esquecem das solenes advertências feitas aos que lançam tropeços diante dos que desejam aprender o caminho, pelo conhecimento dos sinais que Deus tem mostrado através das sagradas e inspiradas profecias.

Para concluir, o solene aviso dado por Jesus, relacionado ao futuro próximo, é esse: Quando o papa estiver reinando em Jerusalém; quando ele pisar a cidade santa, saibam que chegou a hora! Ele, o papa Francisco, no presente contexto, é a “Abominação da Desolação de que falou o profeta Daniel”

Chegou a última hora! É tempo, portanto, de desapegar-se das atrações e apelos deste mundo. É hora de fugir, de escapar pela própria vida. Quem estiver preso a alguma coisa deste mundo será derrotado e não herdará a salvação. É hora de ouvir o conselho de Jesus:

- Lembrai-vos da mulher de Ló! (Lucas 17:32).





4 comentários :

  1. Amigo Lindolfo, dê uma olhada neste link...talvez vc já tenha visto...

    https://www.youtube.com/watch?v=E8zVujc7tvk

    https://www.youtube.com/watch?v=-S2fxLpooJc

    Infelizmente no último comentário que lhe enviei por aqui não tive sucesso. Espero que dessa vez eu consiga. Abraços fraternos em Cristo.

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  2. Ola querido irmão Lindolfo!

    Creio que foi um trabalho exaustivo, mas digo-lhe que existem conceitos que ao meu ver estão além do que a bíblia diz. Como por exemplo: Crer que o nosso Deus santo possa habitar onde há pecado. Por que mostro este conceito? O irmão diz neste trabalho que o rei do norte suja o santuário celestial. Mas antes que o irmão pense que é possível, primeiro quero leva-lo ao que os versos sobre este assunto dizem, pois Daniel, Mateus, lucas, Marcos, Apocalipse e Paulo falam a respeito. Quero destacar dois livros, um no qual Paulo fala:

    Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição,
    O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus. (2Tess. 2:3,4)

    Olhando para este simples texto e rebuscando o que o irmão sabiamente mostrou que novamente Jerusalém será destruída no futuro, digo que só falta uma coisa para que chegues a uma melhor compreensão do assunto. Paulo diz que este homem do pecado se assenta no templo, logo pressupõe-se que tem de haver templo em Jerusalém. E se fizeres uma busca verás que os planos para o terceiro templo em Jerusalém estão bem próximos de ser realizados. Apocalipse 11 também faz referencia deste templo. A abominação desoladora de Daniel 11 será o ato que a besta estará fazendo no santuário em jerusalém, privando o povo de fazer o que bem sabe.

    "Igualmente, quando todas as esperanças daqueles que estiverem debaixo da pior perseguição que o mundo já testemunhou, no futuro próximo, e quando parecer que tudo estará perdido, então igualmente estes serão ajudados com pequeno socorro, quando muitos contemporâneos e conhecidos seus que tiverem morrido lhes aparecerem ressurretos e glorificados".

    Este trecho é crença do irmão? Não parece que estamos diante do espiritismo?

    “A voz de Deus é ouvida no Céu, declarando o dia e a hora da vinda de Jesus e estabelecendo concerto eterno com Seu povo. Semelhantes a estrondo do mais forte trovão, Suas palavras ecoam pela Terra inteira. O Israel de Deus fica a ouvir, com o olhar fixo no alto. Têm o semblante iluminado com a Sua glória, brilhante como o rosto de Moisés quando desceu do Sinai. Os ímpios não podem olhar para eles. E, quando se pronuncia a bênção sobre os que honraram a Deus, santificando o Seu sábado, há uma grande aclamação de vitória” (O grande Conflito, pag. 640, destaques acrescidos).

    Este trecho é bíblico? Se a bíblia é unica regra de fé creio que nenhum profeta deve falar o que está além da bíblia. Poderia mostrar muitos conceitos que ao meu humilde ver deveriam ser mudados, mas prefiro em off, por email.


    Que Deus lhe abençoe.

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  3. Mais uma vez os fariseus do nosso tempo estão dando a sua interpretação à Palavra Sagrada de Deus... e chegam até a eleger uma nação, EUA, como a besta do Apocalipse.
    Acordem e comecem a orar pela misericórdia de Deus.
    Não esqueçam nunca de que a Igreja de Cristo é a Católica...ad outras são protestantes. E o lugar santo onde Jesus deve ser adotado é o SACRÁRIO. Portanto, a abominação virá daí, porque o templo Romano de Deus está sendo profanado por una seita satânica, a Maçonaria, que invadiu o Vaticano e deve fazer do representante de Pedro seus refém... A maçonaria é a besta de sete chifres e não o EUA.Isto já é conhecido porque uma revelação da mãe de Deus dn 1989, mas vc não deve acreditar, prefere fazer seu próprio juízo e espalhar confusão.

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  4. A propósito, o altar dos sacrifícios não é coisa do passado e nem do futuro. Ele acontece todos os dias em todo mundo: É O SACRIFÍCIO DO NOSSO SENHOR QUE ACONTECE NAS SANTAS MISSAS. A cada Santa Missao Sacrifício de Cristo pela nussa salvação é renovado, é o próprio CRISTO QUE SE OFERECE, OFERECE O SEU CORPO E SANGUE PARA NOS SALVAR DE NÓS MESMOS. E é a maior graça que um ser humano pode receber. Contudo não pode estar em pecado, porque se estiver em pecado SERÁ CAUSA DR CONDENAÇÃO, como ocorreu com Judas Escariotes. Foi terceiro apóstolo que recebeu do corpo e sangue de Jesus, na última ceia e recebeu a condenação imediatamente.

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