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Adquira o livro: O Papa do Fim do Mundo - Lindolfo Dias

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

FRANCISCO, O PAPA DO FIM DO MUNDO. Ou: A Besta, o Dragão e a Prostituta

A profecia bíblica apresenta alguns animais bastante estranhos, que não existem na fauna terrestre e que são claramente simbólicos. Eles são chamados nas diversas versões bíblicas de "bestas", "feras", serpentes  e "dragões" e se referem a estruturas de poder que iriam se manifestar ao longo da História humana. Entre estes estranhos animais destacam-se os apresentados nos capítulos 12 e 13 do livro do Apocalipse, que  têm sido objeto de discussões e polêmicas, com as diversas interpretações que têm sido dadas a eles.



Estes animais referidos nos capítulos 12 e 13 apresentam semelhanças entre si, mas eles representam estruturas claramente diferentes uma da outra, apesar de terem, os dois, 7 cabeças e 10 chifres. Mas as semelhanças acabam aí.

Vamos chamar ao primeiro animal, descrito no Capítulo 12 do livro, de "Besta 1", ou"Dragão", como está representado em algumas versões bíblicas. Ao segundo animal, descrito no Capítulo 13, vamos chamar de "Besta 2", ou "Besta que subiu do mar".

Além destes dois animais simbólicos, chama também à atenção a figura de uma mulher prostituída, que algumas versões chamam de "Grande Prostituta" ou grande meretriz. Estes três personagens estão identificados no Capítulo 17 do mesmo livro, de uma forma que somente a inspiração divina poderia resumir com tantos detalhes e em tão poucas palavras. 

Existe um entendimento de que muitas das profecias do livro sagrado somente seriam entendidas à medida em que os acontecimentos que elas predizem tivessem acontecimento na História. Muitos estudiosos, na ânsia de anteciparem os acontecimentos a que elas se referem, têm apresentado teorias que não satisfazem às especificações das Sagradas Escrituras e nem condizem com a verdade dos fatos históricos.

Com relação à Besta 1, ou o Dragão, não existe mistério. A própria Palavra de Deus revela de maneira clara e direta o seu significado, pois afirma sem rodeios que "o Dragão é Satanás". O texto sagrado relata: 

"Um sinal foi visto no Céu: um grande dragão vermelho com sete cabeças e dez chifres, e sobre as cabeças sete diademas (3). E o grande dragão foi expulso do Céu. Ele é a antiga serpente, também conhecida por Diabo e Satanás, que engana a todo o mundo. Ele foi expulso para a Terra e os seus anjos foram expulsos com ele"(Apocalipse 12:3 e 9).

É necessário atentar ao fato de que essa estrutura de poder do mal é representada por 7 cabeças e 10 chifres, mas no final é apresentada como um ser pessoal, uma personalidade única: Satanás. O mesmo se dá com relação à Besta 2, que subiu do mar. A estrutura que ela representa tem, também, 7 cabeças e 10 chifres, mas ao final é representada como uma pessoa, uma personalidade única 

"O número da besta é o número de um homem" (Apocalipse 13:18), ou de uma "pessoa", conforme a Bíblia Judaica completa e "O oitavo rei é a besta"(Apocalipse 17:11)

Para a compreensão da simbologia bíblica e a perfeita interpretação desta profecia é necessário recorrer às informações providas unicamente pela Palavra de Deus, que se vale amiúde do que podemos chamar de tipologia bíblica, ou seja, um fato acontecido na História, no tempo e no espaço, representa e aponta para outro fato maior, que tem relação com aquele. Um é o tipo. O outro, o antítipo. Exemplo disso é o cordeiro, um animalzinho que era sacrificado no ritual Levítico e que representava Jesus Cristo, "o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo" (João 1:29). Cristo é o antítipo, o figurado. O cordeirinho era o tipo, a sombra, que era a figura. 

Além deste exemplo (Jesus-Cordeiro), inúmeros são os temas revelados desse modo na tipologia bíblica. Entre eles podemos destacar o antigo  santuário Levítico, ou o tabernáculo do deserto, o tipo, que apontava para o Santuário Celestialo antítipo, que lhe serviu de modelo (Êxodo 25:8-9 e 40 e Hebreus 8:5); as festas cerimoniais e simbólicas que se cumpriram nos tempos do Antigo Testamento, com os acontecimentos que foram por elas prefigurados; a ressurreição de Jesus, as primícias e a ressurreição de todos os mortos justos, na Sua próxima volta, a grande colheita,(I Coríntios 15:13 e 20; 51-54) entre muitos outros.

O presente estudo pretende mostrar a relação tipológica entre dois poderes que se manifestarão nos nossos dias e que são objeto do presente esboço. Ela está registrada no livro do profeta Ezequiel e foi revelada há quase 2.600 anos, representando a Satanás como antítipo e o último papa da História como tipo. Esta profecia, simbolicamente levantada contra o príncipe e o rei de Tiro, está detalhada no Capítulo 28 do livro daquele profeta, do qual extrairemos o essencial para estabelecer esta relação entre aqueles dois poderes:

O príncipe de Tiro é um homem, que elevou o seu coração soberbamente e que se assentará sobre multidões como se fosse Deus, querendo parecer Deus, sobre a cadeira de Deus. Esse homem, no tempo determinado será destruído e dirá diante dos que o destruírem: "Eu sou Deus." - Mas Deus afirma: "Tu és homem, e não Deus, na mão do que te traspassa." - "Da morte dos incircuncisos morrerás, por mão dos estranhos; porque Eu o falei, diz o Senhor Jeová" (Ver Ezequiel 28:1-10).

O rei de Tiro é um anjo, cheio de sabedoria, formosura e perfeição. Ele era um querubim ungido, estabelecido para cobridor do trono do Altíssimo. Quando foi criado houve em seu favor grande manifestação de apreço e de honra, da parte de Deus. Era perfeito e feliz até que afrontou a lei do Céu e foi achada nele a iniquidade ("anomos": contra a lei, grego). Ele foi expulso do Paraíso de Deus, profanado, por causa de sua rebelião, na qual levou consigo a terça parte dos anjos do Céu (Apocalipse 12:3-4 e 9). Ele será, como o seu tipo papal, destruído, consumido pelo fogo diante das multidões que o contemplarão, o mesmo fogo que purificará a Terra e destruirá a todos os ímpios, naquilo que a Bíblia chama de "lago de fogo" (Apocalipse 20:10 e 15). (Ver Ezequiel 28:11-19).

Está assim estabelecida a tipologia bíblica para estes dois personagens, principais protagonistas - do lado do mal -, do livro do Apocalipse nos últimos dias.

Um deles, o tipo, é um homem. Ele é o representante de Satanás, no derradeiro conflito. Esse estudo irá provar que esse homem é Francisco, "o papa do fim do mundo", como ele se autodenominou, ao ser entronizado. Referindo-se à sua origem latino-americana ele mal imaginava que estava, em outro sentido, fazendo um vaticínio absolutamente correto da sua pessoa e do seu protagonismo na História. 

O outro, o antítipo, é um anjo. Ele é Satanás, a antiga serpente, o adversário de Deus, o anjo que caiu na Terra, chamado de "o anjo do abismo". Ele personificará a Jesus, no futuro próximo, e irá reivindicar o reino da Terra (Apocalipse 9:1 e 11).

Depois destas considerações podemos começar a identificar a “Besta 2”, a besta que subiu do mar. Eis o que João contemplou, conforme o texto bíblico:  

"Eu vi subir do mar uma besta que tinha 7 cabeças e 10 chifres, e sobre os seus chifres havia 10 diademas, e sobre as cabeças um nome de blasfêmia (Apocalipse 13:1).

São os detalhes que irão revelar a identidade de todos os envolvidos na profecia.

Na “Besta 1”, da cor de escarlata, ou “o Dragão”, as blasfêmias estão mostradas em todo o animal simbólico (Apocalipse 17:3), porque todos os 7 chifres e as 10 cabeças são demônios, declaradamente inimigos de Deus. A diferenciação entre cabeças e chifres evidencia, na estrutura satânica de poder que esses símbolos representam, a sua hierarquia, que é claramente revelada na Bíblia.

Jesus se referiu a essa hierarquia quando disse que "Esta casta (de demônios) não pode sair com coisa alguma, a não ser com oração e jejum" (Lucas 9:29). O Apóstolo Paulo afirmou que a nossa luta é contra os demônios, esclarecendo: "Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais" (Efésios 6:12). 

Existe, sim, claramente, uma hierarquia entre os demônios, evidenciada pela Palavra de Deus.

Na “Besta 2”, a besta que subiu do mar, as blasfêmias estavam apenas nas 7 cabeças e não nos 10 chifres. Isto indica que apenas as cabeças são blasfemas, indicativo de um poder religioso e blasfemo. A profecia se refere, de maneira que não deixa dúvidas, aos últimos papas da História, que são blasfemos por natureza, ao afirmarem ter o poder de perdoar pecados, de serem representantes de Deus na Terra e de serem infalíveis.

Nos 10 chifres estão diademas, que são símbolo de autoridade e poder, mas não de blasfêmias. Estas cabeças e chifres estarão esclarecidas no Capítulo 17, que será objeto de estudo, à frente.

O profeta do Apocalipse continua:

"A besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, o seu trono, e grande autoridade”. (Apocalipse 13:2).

Muitos têm confundido e relacionado este estranho animal, simbólico e profético, com as bestas do profeta Daniel. Na realidade o animal que João viu não eram os animais que Daniel tinha visto. Esse animal apenas tinha algumas semelhanças com aqueles, pois as suas características traduzem a herança que essa estrutura de poder havia recebido das nações representadas por aqueles animais. Ou seja, ele trouxe para os nossos dias as doutrinas e filosofias daqueles impérios pagãos do passado.

O império de Babilônia, contemporâneo de Daniel, tinha sido simbolizado para ele como um leão com asas (Daniel 7:4). Esse império foi conquistado e sucedido pelos impérios Medo e Persa coligados, poder simbolizado por um urso que tinha 3 costelas entre os seus dentes, as quais representavam suas 3 principais conquistas, Babilônia, o Egito e a Lídia (Daniel 7:5). A História revela que, na sequência, a Grécia, liderada por Alexandre, o Grande, derrotou os medo-persas e era simbolizada por um leopardo que tinha 4 cabeças e 4 asas, símbolo da rapidez das conquistas gregas e da divisão do império entre seus principais generais, quando seu líder maior foi morto precocemente (Daniel 7:6 e 8:8; 20-24). 

Não se devem confundir os impérios do passado com essa estrutura de poder que iria surgir no tempo do fim; nem os 10 chifres que Daniel viu no animal terrível e espantoso que simbolizou o império romano, no passado. Aqueles 10 chifres, que representavam o embrião da moderna Europa, foram os que subverteram o império dos césares. Daquelas 10 nações bárbaras sobraram 7, pois 3 foram eliminadas por influência do chifre pequeno que surgiu depois deles e se transformou no maior poder que existiu no mundo, no passado: o poder papal que dominou por 1260 anos no mundo, do ano 538 até o ano de 1798. Tudo isso é História, hoje cumprida literalmente.

Aqueles 10 chifres ficaram reduzidos, ainda no sexto século, a apenas 7. Não podem, assim, representar os 10 chifres que João viu subir do mar, recentemente, como será demonstrado. E, mais, esses 7 chifres que foram o embrião da Europa já não são, hoje, nem 7 e nem 10. As guerras, a diplomacia e as divisões políticas fizeram com que o Conselho da Europa congregue atualmente 47 países membros, sendo que somente na União Europeia estão 28 destes países. Os 10 chifres da profecia do Capítulo 13 do Apocalipse não podem, por uma simples questão de racionalidade, ser aqueles que no passado representaram a Europa em sua primitiva formatação. Outras razões mais substantivas irão demonstrar com clareza esta afirmação.

Dragão, Satanás, ou a “Besta 1” do Capítulo 12 foi quem deu a essa estrutura de poder, que João viu subir do mar, sua grande autoridade. Segundo a profecia sagrada esta autoridade irá atingir o seu clímax no futuro próximo. A semelhança, portanto, dos animais da  “Besta 2”, que subiu do mar, só podem vir da influência religiosa e da filosofia, ritos e superstições que ela absorveu daquelas nações pagãs e que colocou em lugar dos princípios bíblicos do Evangelho Eterno que Deus não autoriza mudar. 

Na sequência do texto profético João contemplou um fato insólito: o ferimento daBesta 2”, que subiu do mar, em uma de suas cabeças. Surge a pergunta que muitos não sabem, ou não podem responder. Em qual cabeça esta estrutura de poder foi ferida? Para respondê-la é necessário recorrer à revelação do anjo do Capítulo 17, à qual iremos abordar, a seguir. 

Antes, as palavras de João:

 "Uma de suas cabeças foi ferida de morte, mas a ferida mortal foi curada; e toda a Terra se maravilhou e seguiu a besta" (Apocalipse 13:3).

Muitos têm interpretado esta ferida mortal como o golpe que o papado recebeu no dia 11 de fevereiro de 1798, quando os seus territórios foram anexados pelo império napoleônico e o papa Pio VI foi destronado, enviado ao exílio na França e a igreja de Roma ficou acéfala por 25 meses. Mas não pode ser assim, no contexto da profecia. Ainda que esta ideia seja defendida por autorizados intérpretes, ela não é verdadeira. A estrutura de poder aqui representada é moderna e recente e começou a ser erigida há pouco tempo, e não pode ser confundida com o primeiro domínio papal. Isso ficará provado no decorrer desse estudo.

Basta ter conhecimento da abrangência e extensão territorial desse domínio do passado, limitado aos países da Europa ocidental e, nos últimos tempos dessa hegemonia, aos países da América latina, para rechaçar essa ideia. O domínio que será exercido, no futuro, pela nova estrutura de poder, será planetário, abrangendo "toda a Terra". A profecia afirma que ela exercerá poder "sobre toda a tribo, e língua, e nação. E vão adorá-la todos os que habitam sobre a Terra, os que não estão escritos no livro da Vida do Cordeiro” (Apocalipse 13:7 e 8).

Grandes e poderosas nações ficaram fora do domínio papal, no passado, como Estados Unidos, Canadá, Rússia, China, Índia e o resto da Ásia, Austrália e quase toda a África. De acordo com a profecia bíblica nenhuma nação ou território do planeta ficará fora da jurisdição do seu segundo domínio, que já se desenha no horizonte.

Para entender perfeitamente o Capítulo 13 é necessário estudá-lo comparando-o com o personagem do Capítulo 12 e com as informações do Capítulo 17. O propósito do anjo é exatamente revelar todos os personagens e acrescentar a condenação de uma prostituta, antes citada, e que agora é introduzida na profecia. Antes de retornar à cabeça ferida do Capítulo 13 vamos fazer então uma incursão no Capítulo 17, que inicia assim:

"Veio um dos sete anjos que tinham as sete taças, e me disse: Vem cá, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas (1), com a qual se prostituíram os reis da Terra. E os que habitam na Terra se embriagaram com o vinho de sua prostituição (2)” (Apocalipse 17:1-2).

Uma mulher na simbologia profética da bíblia é uma igreja. Ser representada como uma prostituta significa reconhecer que ela se prostituiu renegando os princípios fundamentais da fé cristã e do Evangelho Eterno, trocando-os pela tradição e pelos ritos espúrios do paganismo idólatra, que a caracterizam. Estar assentada sobre muitas águas é o mesmo que subir do mar, expressões que indicam que essa prostituta exerce sua grande influência sobre uma inumerável multidão, como está esclarecido, assim:  

"As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, multidões, nações e línguas" (Apocalipse 17:15).

Os esclarecimentos do Capítulo 17 vêm depois que foram referidas as pragas do Capítulo 16. A separação e numeração - em capítulos e versículos -, não existia nos originais da Bíblia. Foram colocados para facilitar a localização e memorização dos seus textos. Foi um dos anjos que tinham as taças que introduziu a grande prostituta no relato do Apocalipse. Esta prostituta é, clara e indiscutivelmente, a Igreja Católica Apostólica Romana.

A condenação dessa igreja está registrada no Capítulo seguinte do livro. A identificação não deixa margem para nenhuma dúvida de que se trata da igreja romana, a chamada Santa Sé, a maior igreja do mundo, que congrega quase um bilhão e meio de seguidores e que tem a sua sede na cidade das 7 colinas, Roma. Eis o que o Apóstolo, admirado, escreve sobre aquela que se diz a única e verdadeira igreja de Deus, fundada por Jesus Cristo: 

"Então o anjo me levou em espírito a um deserto; e vi uma mulher montada numa besta escarlate, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e que tinha sete cabeças e dez chifres" (Apocalipse 17:3).

A besta escarlata, ou vermelha, é a Besta 1, ou o Dragão, Satanás, que deu o seu poder à igreja prostituída. Toda a besta satânica estava cheia de blasfêmias, pois ela representa todos os demônios que constituem as 7 cabeças e 10 chifres da estrutura demoníaca chefiada por Satanás. A sequência do texto profético esclarece definitivamente as ações da Sé romana, a igreja católica, no futuro próximo, pois estas informações não se referem ao seu passado histórico, mas ao seu futuro descortinado pela Revelação: 

"A mulher estava vestida de púrpura e escarlate, e adornada com ouro, pedras preciosas e pérolas. Tinha na mão um cálice cheio de abominações, que são a imundícia da sua prostituição (4). E na sua testa estava escrito um nome misterioso: Babilônia, a Grande, a mãe das prostitutas e de todas as abominações da Terra (5). Vi que a mulher estava embriagada com o sangue dos santos, isto é, com o sangue das testemunhas de Jesus. Quando a vi, admirei-me com grande admiração (6). Então o anjo me disse: Por que te admiras? Eu te direi o mistério da mulher e da besta que a leva, a qual tem sete cabeças e dez chifres” (Apocalipse 17:4-7).



As cores da mulher: púrpura e escarlate
A identificação é absolutamente positiva com relação à igreja de Roma, não com o passado e sua primeira hegemonia, mas principalmente e de forma clara e direta, com o período de seu futuro domínio, sobre toda a Terra, quando irá estabelecer, por decreto humano, leis contrárias aos decretos divinos.
Embriagada com o sangue dos santos
Alguns se levantarão contra ela e se oporão aos decretos papais. Serão taxados de "fundamentalistas religiosos", "hereges", inimigos da paz mundial, fanáticos e outras coisas semelhantes. A Palavra de Deus esclarece que esses é que serão perseguidos, humilhados, presos, vilipendiados e mortos. Mas eles são identificados como "as testemunhas de Jesus". O próprio Senhor disse a respeito deles, nesse tempo: "E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos sereis entregues; e matarão muitos de vós (16). E de todos sereis odiados por causa do Meu nome (17). (Lucas 21:16-17).

Mas, para eles, existe uma bendita promessa: "Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor (Apocalipse 14:13). Ora, todos os que morrem no senhor em qualquer época são bem-aventurados. Fica claro que esta referência especial contempla aqueles que darão a sua vida por amor a Jesus e à Sua Palavra no tempo da futura perseguição papal. Ela se dará principalmente por causa do sinal da besta, a guarda do domingo.

O primeiro dia da semana será tornado obrigatório, em lugar do sinal de Deus, o sábado do sétimo dia, que é o único dia mencionado na Bíblia Sagrada como o dia que Deus santificou e que tem a Sua bênção e o selo de Sua aprovação.


Muitos milhares não amarão sua vida até à morte. Antes, denunciarão os decretos papais como anticristãos e mentirosos, arriscando a liberdade e a vida. Cumprem-se, nesse tempo, as palavras de Jesus: “Aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á. E quem perder a sua vida por amor de Mim, achá-la-á” (Mateus 16:25).

Muitos irão se perder pela falta de conhecimento. Outros por medo de perseguição, prisão ou morte. Não têm a fé necessária para estar de pé nesse tempo terrível e tão próximo. Somente os que estiverem a edificar a sua fé na rocha que é Jesus resistirão aos vendavais da tempestade futura. Preferirão a morte – e muitos a receberão -, a trair a sua fé, o Seu Mestre e Sua verdade.

Todas as especificações da profecia se cumprem na igreja de Roma. A riqueza, suas doutrinas blasfemas e idolátricas, suas cores que vestem bispos e cardeais e principalmente a ferocidade que caracterizou a inquisição medieval que será revivida com crueldade recrudescida, conforme antecipado pela Palavra de Deus.

Foi com incontido assombro e admiração que o profeta reagiu ao contemplar as ações da grande prostituta, chamada de mãe de todas as outras igrejas, também prostituídas por seguirem as doutrinas e tradições espúrias da igreja-mãe, em lugar dos ensinos do imutável Evangelho Eterno. Foi então que o anjo se dispôs a revelar a ele o que representava essa mulher e os animais relacionados a ela. Eis o texto:

“A besta que viste foi e já não é. Ela está para subir do abismo e irá à perdição. Mas os que habitam na Terra, (cujos nomes não estão escritos no Livro da Vida [do Cordeiro que foi morto] desde a fundação do mundo), se admirarão da (outra) besta, que era e que já não é, mas que reaparecerá (virá outra vez)” (Apocalipse 17:8). (Os textos entre parêntesis e colchetes foram acrescentados para melhor compreensão).

O anjo está se referindo, nesse versículo, a duas bestas distintas. Sem este entendimento não é possível compreender o texto. A sequência mostra decididamente esta separação. A primeira parte mostra a Besta 1, o dragão vermelho de 7 cabeças e 10 chifres, cheio de nomes de blasfêmia, que carregava a igreja-mulher prostituta.

Eis o texto: “A besta que viste foi e já não é. Ela está para subir do abismo e irá à perdição”.

Esta besta foi e já não é. A profecia não diz que ela voltará, mas que subirá do abismo e irá, também, à perdição.

Esta primeira parte do versículo-chave está claramente falando de Satanás. Vamos analisar cada uma destas especificações para ver se elas se cumprem nele.

Primeiramente, a pergunta: o que ele foi e já não é? Resposta: Príncipe deste mundo, condição que ele usurpou de Adão, quando o venceu pela tentação no Éden e que foi recuperada por Jesus, ao vencê-lo, na cruz.

Jesus reconheceu esta condição de Satanás, no passado, em várias ocasiões: 

 “Agora é o juízo deste mundo; agora será expulso (vencido) o príncipe deste mundo (31). E eu, quando for levantado da terra, todos atrairei a Mim” (32) (João 12:31-32). “Porque se aproxima o príncipe deste mundo, e nada tem em Mim” (João 14:30). “Porque vou voltar para o Pai e vós não Me vereis mais... porque o príncipe deste mundo já está condenado” (João 16:10-11).

Esta condição de Satanás de príncipe deste mundo durou até que Jesus a recuperou, pagando o preço da transgressão, vencendo Satanás, o pecado e a morte, pelo preço da própria vida. “Então ouvi uma grande voz no Céu, proclamando: ‘Agora é realizada a salvação, o poder e a realeza do nosso Deus, e a autoridade do Seu Messias; porque foi derrubado o acusador de nossos irmãos, o qual diante do nosso Deus os acusava dia e noite’”. (Apocalipse 12:10).

Ao pagar na cruz a fatura do pecado, com Sua própria vida, Jesus recuperou para Si a condição de príncipe deste mundo. Sua última palavra, ao morrer foi: “Tetelestai! que é comumente traduzida como “Está consumado”, mas que literalmente significa: Está pago! Estava liquidada a conta contraída pela humanidade. Eis uma descrição interessante e explicativa sobre essa palavra grega: “Tetelestai é a palavra grega usada para a frase ‘está consumado’. Recibos de impostos em papiro foram encontrados com a palavra grega ‘Tetelestai’ escrita neles, o que significa ‘liquidado’” (Dicionário Bíblico, http://biblia.com.br/dicionario-biblico/t/tetelestai/).

Depois de pagar o preço do pecado e assegurar novamente o direito à vida para o homem, Jesus retornou para o Céu, com a missão cumprida. Agora, Ele é quem “regerá todas as nações com cetro de justiça”, e ao concluir Sua obra “Ele foi arrebatado para junto de Deus e de Seu trono” (Apocalipse 12:5). Satanás estava vencido para sempre. Seu poder jamais será retomado, como príncipe deste mundo. Por isso é que está escrito que ele foi e já não é. Ele não retornará ao antigo poder, mas, pelo contrário, irá à perdição.

No quinto flagelo, no futuro, Satanás – o anjo que caiu do Céu -, se manifestará, personificando a Jesus. Ele reivindicará o reino do mundo ímpio que o colocará como rei sobre si, com o nome de Abadom e Apoliom (Apocalipse 9:1-2 e 11). Mas ele dominará apenas sobre os que adorarem a besta e a sua imagem e receberem o seu sinal na sua testa ou na sua mão e não terão o seu nome inscrito no Livro da Vida (Apocalipse 14:9 e 13:8).

Nessa ocasião haverá uma angústia como nunca houve antes, desde que o mundo foi criado, pois Satanás sabe que seu domínio e também sua vida estão no fim: Ai dos que habitam na Terra e no mar, porque o diabo, vosso adversário, desceu até vós, e tem grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta.” (Apocalipse 12:12-u.p.)

A estrela que caiu do Céu é Satanás, que foi de lá expulso com um terço dos anjos que o seguiram em sua rebelião (Apocalipse 12:9). Jesus viu Satanás cair do Céu, como um raio: “E disse-lhes: Eu via Satanás, como um raio, cair do Céu” (Lucas 10:18).

Com todas estas explicações parece claro que o personagem descrito na primeira parte do versículo 8 é Satanás, a Besta 1, ou o dragão do Capítulo 12, o antítipo da profecia. E a segunda parte do versículo, identifica a quem? Eis o texto:

“Mas os que habitam na Terra, (cujos nomes não estão escritos no Livro da Vida [do Cordeiro que foi morto] desde a fundação do mundo), se admirarão da (outra) besta, que era e que já não é, mas que reaparecerá (virá novamente)” (Apocalipse 17:8-Última parte).

Para identificar esta outra besta, agora evidenciada na segunda parte do verso estudado, basta visualizá-la em conexão com o verso apresentado a seguir, que está falando da estrutura de poder do Capítulo 13, ou seja, a Besta 2semelhante ao leopardo, e que subiu do mar, que parece mesmo uma transcrição literal do verso mencionado, e que diz:

“E todos os habitantes da Terra irão adorá-la, a saber, aqueles cujos nomes não foram escritos no livro da vida do Cordeiro, que foi morto desde a fundação do mundo” (Apocalipse 13:8).

A identificação é de uma clareza meridiana. Não pode haver nenhuma dúvida que se trata do poder papal, que já se manifestou no passado e que retornará no futuro, pelas palavras da profecia. Em 1798 a hegemonia que se iniciou no ano 538 teve fim. Esse domínio durou 1260 anos. Desse modo pode-se afirmar que ela era, ou já foi, mas que atualmente não é. Mas ela, ao contrário da Besta 1, voltará a dominar, no futuro próximo. E esse domínio, como se verá a seguir, durará 1260 dias, ou 42 meses. É a tipologia bíblica mais uma vez se manifestando, na repetição da história.

A segunda hegemonia está prestes a se manifestar, de forma exacerbada, multiplicada. A manifestação do poder e a extensão territorial do domínio, a crueldade e intolerância na constrição da liberdade e da consciência, tudo será como nunca antes na história da humanidade, desde a criação.

A esta altura do relato, o anjo conclama à inteligência e à sabedoria, ou seja, à racionalidade. Aliás, isso está de acordo com as advertências, afirmações e promessas das Escrituras que identificam claramente duas classes que se contrapõem: os sábios e os néscios, que também são chamados de ímpios, pela Palavra de Deus. A sabedoria vem pela entrega, renúncia, humildade e o estudo. A impiedade, pela ignorância, o egoísmo, o descaso e a soberba.

“Muitos serão purificados, embranquecidos e provados; no entanto os ímpios procederão impiamente e nenhum deles entenderá, mas os sábios entenderão(Daniel 12:10).

“Por causa do seu orgulho, o ímpio não investiga” (Salmos 10:4). Esse orgulho existe entre o professo povo de Deus, entre os que professam defender as verdades do Evangelho Eterno, que pensam saber tudo, mas sabem pouco, são chamados de cegos; que acreditam desfrutar da graça de Deus, mas são chamados desgraçados; que pensam ser ricos, mas são pobres; pensam estar revestidos da justiça de Cristo, mas estão nus, cobertos com os seus andrajos, seus trapos de imundícia. A mornidão é a característica desse povo que, para se salvar, necessita desesperadamente de ouvir os conselhos misericordiosos de Jesus para eles, pois está escrito, a seu respeito:

“Aconselho-te que de mim compres ouro refinado no fogo, para que te enriqueças; e vestes brancas, para que te vistas e não apareça a vergonha da tua nudez. E também colírio, para ungires os teus olhos, a fim de que vejas (Apocalipse 3:18-Destaque acrescentado).

Têm muitas coisas que aprender, porque não aprenderam tudo; e muitas, muitíssimas outras para desaprender, porque as aprenderam de forma equivocada e as defendem encarniçadamente. Não se fala em doutrinas pétreas, mas em interpretações tradicionais das profecias sagradas. É por isso que o anjo recomenda a sabedoria, para entendimento do texto profético:

“Aqui há sentido e a sabedoria é necessária: As 7 cabeças são 7 colinas, sobre as quais a mulher está assentada” (Apocalipse 17:9).

Roma, a cidade que é a sede da maior igreja do mundo – a Santa Sé -, está assentada sobre 7 colinas ou montes, que têm os seguintes nomes: Aventino, Palatino, Esquilino, Capitolino, Viminal, Quirinal e CélioIsto é elementar. Quem não aceitar que Roma é a sede da Igreja simbolizada pela mulher prostituída, objeto do texto profético, não acreditará, como disse Jesus, “ainda que algum dos mortos ressuscite” (Lucas 16:31).

Progredindo na identificação o anjo prossegue, ainda referindo-se às 7 colinas ou montes:

“Elas são (também) 7 reis: Cinco já caíram; um existe, e o outro ainda não é vindo; mas, quando vier, irá durar pouco” (Apocalipse 17:10).

Esse verso aponta irreversivelmente para os papas que fizeram parte da História do Vaticano e são os seus governantes ou reis desde a criação desse Estado. Embora existam inúmeras teorias para explicar estas cabeças, que também são referidas como reis, nenhuma cumpre as especificações da profecia de maneira tão retumbante, exatamente por ser esta a única verdadeira. Ao final e depois das explicações aqui registradas é possível que todas as dúvidas sejam esclarecidas sobre esse tema.

É necessário, em primeiro lugar, distinguir os dois poderes que emanam da cidade de Roma: A Igreja Católica, também conhecida por Santa Sé, e O Estado do Vaticano. A primeira é uma instituição milenar, de cunho religioso, que no passado assumiu poderes civis, mas que nunca teve status de uma nação ou um país, no sentido político e legal da expressão.

A Igreja Católica foi registrada com este nome no dia 27 de fevereiro do ano 380, através de um decreto do imperador romano Teodósio I, conhecido por Edito de Tessalônica. Por meio dele a igreja foi reconhecida como a religião oficial do império romano e todos os outros cultos religiosos foram banidos. Esse decreto pode ser pesquisado na internet pelos títulos: "Edito de Tessalônica",  De fide Catolica, ou Cunctos Populos.

A Wikipédia, a enciclopédia livre da internet traz, sob estes títulos, a seguinte informação:
  
“O Édito de Tessalônica, também conhecido como Cunctos Populos ou De Fide Catolica foi decretado pelo imperador romano Teodósio 1 a 27 de fevereiro de 380 d.C. pelo qual estabeleceu que o cristianismo tornar-se-ia, exclusivamente, a religião de estado, no Império Romano, abolindo todas as práticas politeístas dentro do império e fechando templos pagãos”.

O Estado do Vaticano também tem registro e data de nascimento. Ele nasceu ou foi criado pelo Tratado de Latrão, assinado entre a Santa Sé e o governo da Itália, no dia 11 de fevereiro de 1929. Nessa data foi fundado o menor país do mundo, com área territorial de apenas 44 hectares e hoje um dos mais poderosos, pela influência que exerce entre todas as nações da Terra.

Esse Estado é uma monarquia e o seu governo é exercido pelo bispo de Roma, que também governa a Santa Sé. A Wikipédia assim se refere a essa estrutura de governo:

“O Vaticano ou Cidade do Vaticano, oficialmente Estado da Cidade do Vaticano é a sede da Igreja Católica e uma cidade-Estado soberana sem costa marítima, cujo território consiste de um enclave murado dentro da cidade de Roma, capital da Itália. Com aproximadamente 44 hectares e com uma população de pouco mais de 800 habitantes, é o menor país do mundo, por área”.
“A Cidade do Vaticano é uma cidade-Estado que existe desde 1929. É distinta da Santa Sé, que remonta ao cristianismo primitivo sendo a principal sé episcopal de 1.490 bilhão de católicos de todo o mundo”.
“A Cidade do Vaticano é um Estado eclesiástico ou teocrático-monárquico, governado pelo bispo de Roma, o papa”. (Destaque acrescentado).

Para esclarecimentos adicionais, podem ser pesquisados os links:

http://www.brasilescola.com/geografia/vaticano.htm
https://pt.wikipedia.org/wiki/Vaticano

Se o Vaticano é um Estado de regime monárquico, o seu governante deve ser considerado como REI, apesar de ostentar diversos outros títulos, entre eles o de papa.

Se esse Estado teve início recente é muito fácil catalogar todos os seus soberanos, desde a sua criação. Pois bem, vamos relacionar cada um dos seus governantes, ou reis ou papas, desde o seu início até ao presente, confrontando-os e comparando-os com a profecia bíblica, a ver se neles se cumprem as especificações da Palavra Sagrada.

Seu primeiro rei, ou papa, ou a primeira cabeça referida na profecia é o papa signatário do Tratado de Latrão, PIO XI, que governou por 10 anos depois que esse pequeno Estado foi criado e reinou até à sua morte, em 10/02/1939.

segundo rei, ou papa, ou a segunda cabeça, foi PIO XII , que reinou mais de 19 anos, desde que foi entronizado em 02 de março de 1939, até à sua morte, no dia 09 de outubro de 1958.

terceiro rei, ou papa, a terceira cabeça, foi João XXIII, que governou por quase 5 anos, desde que assumiu o pontificado em 28 de outubro de 1958, até à sua morte, em 03 de junho de 1963.

quarto rei, ou papa, a quarta cabeça, foi Paulo VI, que reinou por mais de 15 anos, desde que assumiu o trono pontifício em 21 de junho de 1963, até à sua morte em 06 de agosto de 1978.

quinto rei, ou papa, a quinta cabeça, foi João Paulo I, que teve um pontificado efêmero, curtíssimo, de apenas 25 dias. Ele foi eleito em 26 de agosto de 1978, entronizado em 03 de setembro do mesmo ano e reinou até à sua morte, ocorrida sob estranhas circunstâncias na noite de 28 de setembro de 1978. Apesar do pequeno tempo de seu reinado a profecia não faz nenhuma referência quanto à sua duração.





As sete cabeças são também sete reis, vamos recordar. Quando a profecia afirma que 5 (cinco) caíram, é momento para se fazer uma reflexão:  Quando as 5 cabeças haviam caído e a sétima não havia chegado, somente resta a conclusão de que esta profecia deveria se cumprir na sexta cabeça ou no sexto rei. Quem foi o sexto rei?

sexto rei, ou papa, a sexta cabeça, foi o papa João Paulo II, o mais extraordinário e o maior de todos os papas, de todos os tempos, surgidos até então, e em todos os sentidos. Entronizado em 28 de outubro de 1978 ele reinou por quase 27 anos, até à sua morte, ocorrida em 02 de abril de 2005.

Em qual cabeça a besta foi ferida? Esta pergunta pode aqui ser respondida. Aliás, ela já havia sido respondida mais de 200 anos atrás, por um dos maiores homens de ciência da História. Sir Isaac Newton escreveu de forma contundente a resposta que causa assombro. Ele disse que a cabeça ferida é a sexta cabeça.  "As palavras 'cinco caíram, um existe e um ainda não veio e a besta que existia, mas não existe mais é ela própria o oitavo' não se referem à época do apóstolo, mas aos tempos em que a besta seria mortalmente ferida pela espada, revelando que ela seria ferida na sexta cabeça. Sem essa referência, não saberíamos em que cabeça a besta seria ferida"(Sir Isaac Newton, As Profecias do Apocalipse e o Livro de Daniel – As Raízes do Código da Bíblia, pag. 223-Destaque acrescentado).

Pesquisando a História recente, algum fato confirma o cumprimento desta profecia na vida e na pessoa do papa João Paulo II, o sexto rei contado desde a criação do Estado do Vaticano? Sim, sem dúvida, a resposta é positiva. O fato assombrou e comoveu o mundo, no dia 13 de maio de 1991. Naquela tarde de uma quarta-feira, em plena Praça de São Pedro, o terrorista turco Mehmet Ali Agka alvejou o papa com três disparos de uma arma semiautomática de grosso calibre, atingindo-o no estômago, na mão esquerda e no cotovelo.



O pontífice ficou entre a vida e a morte. Pela maciça perda de sangue e tendo que tirar parte dos intestinos a cura de sua ferida mortal foi considerada milagrosa. Depois que ele se restabeleceu o mundo todo se rendeu ao seu carisma e à sua popularidade e era chamado por onde passava pelo carinhoso apelido de “João de Deus”.  Será que se cumpriu a profecia? Vamos repeti-la, para compará-la com o evento citado:

 "Uma de suas cabeças foi ferida de morte, mas a ferida mortal foi curada; e toda a Terra se maravilhou e seguiu a besta" (Apocalipse 13:3).



Imagem do papa João Paulo II ao ser ferido. No detalhe o autor do atentado, o turco Mehmet Ali Agka.

Mas ainda existe mais, muito mais para ser comparado. E o sétimo rei ou a sétima cabeça? Antes de responder a esta pergunta é importante estabelecer que a queda de cada rei, ou de cada uma das cabeças, é representada por sua morte. “Elas são (também) 7 reis: Cinco já caíram”. Quando a profecia menciona a sua queda, ela está falando, obviamente, dos reis. Essa queda é representada pela morte de cada um deles. Então o texto fica claro e coerente e compreensível a sua sequência.

Bento XVI, o sétimo rei. Ele é a primeira parte da sétima cabeça

Sétimo rei, ou papa, a sétima cabeça, foi Bento XVIFoi, ou é? Vamos ver! Ele recebeu o sólio pontifício e começou a reinar em 19 de abril de 2005. Governou por quase 7 anos até à sua... renúncia, anunciada em 11 de fevereiro de 2013 e consumada no dia 28 do mesmo mês. Diferentemente de todos os seus 6 antecessores, ele não morreu.

A sétima cabeça não caiu, pois a cabeça papal somente cai, na profecia, com a morte. A sétima cabeça permanece de pé, mas existe novo papa – Francisco - ocupando o trono de São Pedro. Este não é a oitava cabeça, mas é o oitavo rei. A sétima cabeça reúne dois papas, separados apenas por alguns metros na cidade do Vaticano. O oitavo rei também pertence à sétima cabeça, pois ele faz parte dela. Esse fato é uma extraordinária e maravilhosa evidência da origem divina da Revelação.

O que isso tem a ver com o cumprimento da profecia? Tudo. Por que a profecia especifica que o sétimo rei - Bento XVI - duraria pouco, sendo que ele governou por quase 7 anos e não fala nada sobre a quinta cabeça – João Paulo I - que durou somente 25 dias? A resposta é que a providência divina concebe detalhes, às vezes sutis, para que a palavra profética seja devidamente compreendida, ao tempo certo. Pois bem, vamos raciocinar: Qual é o critério para se estabelecer o primado de um papa? Ou por quanto tempo ele deve exercer o seu pontificado?

Pelas leis canônicas e pela constituição do Estado monárquico do Vaticano o papa deve governar desde o momento em que é entronizado, até à sua morte. É um mandato vitalício. João Paulo II reinou por 27 anos e João Paulo I por apenas 25 dias. Todos cumpriram o que é estabelecido pela regra geral. Não importa o período ou a duração do mandato, todos o cumpriram, na forma do que dispõe a legislação canônica.

Apenas um, Bento XVI, o sétimo, não governou até ao tempo que lhe era determinado, ou seja, até à sua morte. Ele antecipou o fim do seu pontificado, que não durou quanto deveria durar. Por esta razão foi profetizado que seu reinado duraria pouco, ou seja, menos do que deveria durar. A correta versão do texto profético, segundo a vontade e intenção do Revelador é a seguinte:

A besta, que era e que já não é (mas que retornará), é o oitavo rei. Ela pertence (faz parte) à sétima (cabeça) e vai, também, para a perdição” (Apocalipse 17:11).



O Vaticano e a ONU: As duas mais poderosas organizações políticas e econômicas do mundo, que hoje influenciam todas as grandes decisões globais
Note-se que a grande confusão que tem sido causada pela equivocada interpretação desse versículo deixa de existir, quando em lugar de verter do original o numeral "sete" na sua forma cardinal, como é usualmente feito e considerado, for utilizada a forma ordinal "sétima", que é a correta e que cumpre a especificação da profecia.

A “besta”, propriamente dita, é um homem ou, mais particularmente, uma pessoa (Apocalipse 13:18, Bíblia Judaica Completa). A Palavra Sagrada afirma, direta e contundentemente, que esta pessoa é o oitavo rei. E o oitavo rei da monarquia vaticana é o papa Francisco. Simples, assim. Não existe pior cego do que aquele que não quer ver.

O Jesuíta e cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio, o oitavo papa da dinastia vaticana e último papa da História, futuro soberano mundial por indicação do Conselho de Segurança da ONU


Seguindo o critério de identificação da segunda parte de Apocalipse 17:8, por que esta besta era e não é? E mais, por que ela virá novamente? É o que já foi dito: O poder político e religioso que já foi exercido no passado por Roma papal, será novamente oferecido à estrutura que será mundialmente comandada pelo papa Francisco. Isso acontecerá em breve e, quando acontecer, estará cumprida a especificação da profecia que indica que ela retornará. E a afirmação de que ele “irá à perdição” é indicativo mais que suficiente para se afirmar que ele é o último papa da História. E como será esse retorno?

Eis o que ocorrerá no futuro imediato, de acordo com o texto profético:

“Os dez chifres que viste são dez pessoas que não receberam reino, mas receberão autoridade como reis por uma hora, juntamente com a besta” (12). “Estes estarão todos de acordo e entregarão todo o poder e autoridade à besta” (13) (Apocalipse 17:12-13).

O Vaticano e a ONU são, hoje, as estruturas mais poderosas do mundo, e as que exercem maior influência entre todas as nações. O Vaticano é um país atípico, que tem um território minúsculo do tamanho de um quarteirão, mas que participa ou influencia todas as grandes decisões globais.

ONU – Organização das Nações Unidas é, atualmente, a maior estrutura de poder mundial. A profecia indica que ela é quem conferirá a Francisco a autoridade de soberano do mundo. Fundada em 24 de outubro de 1945, é a outra instituição que exerce influência sobre todas as nações do mundo, incontestavelmente.

Ela é uma organização internacional que tem o objetivo declarado de facilitar a cooperação em matéria de direito internacional, segurança internacional, desenvolvimento econômico, progresso social, direitos humanos e a realização da paz mundial.

Fundada após a segunda guerra mundial ela substituiu a Liga das Nações, que tinha sido criada após a primeira guerra mundial, com objetivos semelhantes. Ela regula a ordem mundial e é composta por 193 países membros e mais o Estado do Vaticano e a OLP (Palestina), como observadores.

O órgão mais importante da ONU é o Conselho de Segurança, responsável por manter a paz e a segurança entre os países do mundo, com poder de tomar resoluções vinculativas entre os Estados-membros. Este Conselho é hoje composto por 15 Estados-membros, sendo 5 membros permanentes e 10 membros temporários.

Os 10 membros temporários, substituídos a cada 2 anos, exercem um papel quase que decorativo. Os 5 membros permanentes – China, França, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos -, com poder de veto sobre as resoluções do Conselho, são os que detêm o poder real sobre toda a Organização mundial.

Existe uma reivindicação de um grupo de países chamado G-4, composto por Alemanha, Brasil, Índia e Japão, que reivindica há anos o assento permanente no Conselho de Segurança. Existem, entretanto, obstáculos quase intransponíveis que inviabilizam esse pleito, como o veto da China ao Japão, países que entretêm uma indisposição mútua milenar, em muitos campos do relacionamento internacional.

Entretanto, um fato novo surgiu no horizonte político da Organização. O papa Francisco proferiu um discurso histórico em 25/09/15, na abertura da 70ª Assembleia Geral, quando foi entusiasticamente aplaudido por cerca de 150 chefes de Estado, quando propôs a reforma do Conselho de Segurança, numa divisão mais justa e representativa, para limitar o abuso e a usura dos países desenvolvidos sobre outros países, e para conter a “submissão asfixiante aos sistemas de crédito de organismos financeiros internacionais”, entre outras mudanças reivindicadas.

Em suma, existe uma incógnita sobre o futuro do Conselho de Segurança da ONU, o mais importante órgão da mais importante organização do mundo.

A estrutura que João viu subir do mar é, materialmente, composta por duas partes: as cabeças blasfemas, em número de sete e os chifres coroados, em número de dez. As 7 cabeças já estão definitivamente formadas, como descrito antes. E os 10 chifres?

O prognóstico humilde e prudente que faço é o seguinte: O Conselho de Segurança da ONU vai ser alterado, sim, não para 9 membros, como pleiteia o G-4 - ou qualquer outro número -, mas para 10 (dez). Esta firme convicção tem origem na afirmação da sagrada Palavra Profética. O texto bíblico declara que os 10 chifres, coroados com diademas – símbolos do poder -, e que receberão poder como reis numa ocasião próxima, são os que transferirão esse poder para o oitavo rei, que é o papa Francisco.

Isto está em harmonia com a afirmação bíblica de que estas “personalidades” receberão poder como reis, por um pequeno período de tempo, e que transferirão esta autoridade para Francisco, a Besta 2”, que subiu do mar. Esta é outra evidência da sublimidade da Revelação. Nos dias em que a profecia foi escrita, todos os soberanos – a maior autoridade das nações - eram chamados e conhecidos como reis. 

Hoje, existe uma nova nomenclatura para nomeá-los, dependendo do país ou do seu regime político e de governo. Existem hoje chefes de Estado e chefes de governo.

A autoridade máxima de um país é hoje representada pelo chefe de governo, que é uma posição ocupada, num sistema parlamentarista/presidencialista de governo, pelo indivíduo que exercerá as funções executivas e/ou a função de chefiar o Poder Executivo. Em sistemas presidencialistas, o Chefe de Estado – o presidente - ocupa também a Chefia de Governo.

Nesse sentido, podemos afirmar que hoje existem apenas 5 desses chifres, que representam os países que têm assento permanente e com poder de veto no Conselho de Segurança da Organização. Atualmente os seus titulares são os seguintes:

Pela China, Li Baodong; pela França, Gérard Araud; pela Rússia, Vitaly Churkin; pelo Reino Unido, Sir Mark Lyall Grant; e pelos Estados Unidos, Susan Rice. Note-se que quem debate, decide, vota e assina todas as ações, deliberações e resoluções desse poderoso Conselho não são os chefes de governo, os reis, presidentes ou primeiros-ministros dos seus países, mas os seus representantes designados, antes nominados. Não são Xi JimpingFrançois HollandeVladimirPutinDavid Cameron e BarackObama., respectivamente os chefes de governo das suas respectivas nações.

Atualmente são 5 os membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU - Eles serão 10?


É por isso que a profecia diz que aqueles dez chifres que irão outorgar o poder ao futuro árbitro das grandes decisões mundiais não são reis, mas receberão poder como os tais, por uma hora (“oran”, vocábulo grego original: pequeno espaço de tempo).

E a profecia continua, harmonizando o texto do Capítulo 17 ao contexto do Capítulo 13, que fala da duração desse domínio:

“E adoraram o dragão (que é Satanás, a Besta 1) que deu à besta (Francisco, a Besta 2) a sua autoridade. Também adoraram a besta (Francisco, a Besta 2, o homem), dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela (4)? Foi-lhe dada uma boca que falava palavras arrogantes e blasfemas; e deu-se-lhe poder para continuar por quarenta e dois meses (5)” (Apocalipse 13:4-5). 

A boca que profere palavras arrogantes e blasfemas é aquela que afirma, entre outras coisas e para todo o mundo ouvir, segundo declarações recentes, que Jesus Cristo falhou em Sua missão humana, e que o relato da Criação é simbólico, não havendo literalidade nos 7 dias, na figura de Adão e Eva e, ainda, que Charles Darwin está certo na sua teoria da evolução das espécies.

E, mais, que quem discorda disso - na visão do pontífice -, e abraça o sentido literal da segunda vinda de Jesus de forma visível e corpórea, é um “fundamentalista religioso”, que pertence a uma classe de gente mais perigosa do que os terroristas islâmicos e que deve ser combatida com maior rigor do que estes, por ser mais nociva à paz mundial.

O texto diz claramente que quem seguir a orientação papal estará prestando adoração a Satanás, a Besta 1o dragão. A visão da popularidade e do poder cada vez maiores do papa desperta a exclamação: “Quem pode ser igual a ele e quem pode suplantá-lo”?! Nesse contexto é que se cumprirá o que está profetizado: Os 10 chifres, ou o novo Conselho de Segurança da ONU, na nova ordem estabelecida, vão dar a Francisco a autoridade e o poder sobre todo o mundo, que ele exercerá por um período de 42 meses.

Esse período nada tem a ver, como muitos acreditam, com a primeira supremacia papal da idade média. Como já foi mencionado, aquele poder foi extremamente limitado, comparado à proporção global desta segunda hegemonia, que será sobre todas as nações e sobre todas as gentes. Todos o seguirão. Todos! 

A exceção serão aqueles que preferirem seguir a Deus, escolherem obedecer à Sua Palavra e guardarem o Seu sinal, em lugar do sinal da besta.

Por isso é que serão perseguidos, vilipendiados, presos e até mortos. São os “hereges” e “fundamentalistas religiosos” que preferem seguir à Bíblia Sagrado, o ”Caminho Antigo”, em lugar dos modismos, do humanismo e da nova religião ecumênica, confortável e cômoda, que não exige a renúncia do “eu” e da qual ele é o incontestável líder. O mundo vai continuar, com ele, a seguir o caminho largo da perdição. O caminho estreito ficará ainda mais estreito e pedregoso, cheio de espinhos. Mas é o caminho da salvação.

A expressão “deu-se-lhe poder para continuar” indica que ele já detinha algum poder. Ele é o soberano do Estado do Vaticano e exerce liderança sobre quase 1,5 bilhão de pessoas no mundo todo, atualmente. Mas o texto bíblico em questão, na sua sequência, indica que ele receberá autoridade e poder sobre todo o planeta.

Voltando ao texto do Capítulo 17, a profecia continua, referindo-se à oitava cabeça, agora coroada, e aos 10 chifres que a coroaram, entregando-lhe a soberania mundial:

“Estes (a oitava cabeça e os dez chifres) combaterão contra o Cordeiro, mas o Cordeiro os vencerá, porque é Senhor dos senhores e Rei dos reis. Também vencerão os que estão com ele, os chamados, escolhidos e fiéis.” (Apocalipse 17:14).

A Nova Ordem Mundial então estabelecida, uma estrutura de poder agora definitivamente estruturada deverá, nessa visão dos acontecimentos, investir contra o Evangelho Eterno. Ela atacará as verdades imutáveis das Sagradas Escrituram não contaminadas pela tradição de homens ou pela soberba humana. Principalmente a de alguém que se arroga a autoridade de mudar a própria Lei de Deus e de interpretar segundo a sua visão caolha e apóstata os sagrados ensinamentos de Jesus, os quais têm o poder de encaminhar as pessoas à eterna salvação.

O pretexto de salvar o planeta da destruição ambiental; e a economia mundial do caos; e a família da destruição; e a sociedade da violência e corrupção - entre outras causas -, levará o novo sistema de governo mundial a decretar leis que afrontam a Deus e às Suas verdades eternas.

causa principal do combate ao Cordeiro, Jesus Cristo, e os que estão com Ele, é aquilo que a profecia chama de “a Marca ou sinal da Besta”, que deverá ser imposta a todo habitante da Terra, em lugar da Marca ou Sinal de Deus, identificada nas Sagradas Escrituras.

É necessário repetir que os guardadores do sábado do sétimo dia, única designação bíblica como sendo o sinal de Deus (Êxodo 31:13-14 e 17-18; Ezequiel 20: 12 e 20) , como mandamento Seu e lembrança e memorial da Criação literal em 7 dias, no futuro, serão chamados de “fundamentalistas religiosos”,  inimigos da nova ordem estabelecida, e mais perigosos do que os terroristas do Taliban, Boko Haram, Al Qaeda,  ou do Estado islâmico.

Os históricos e recentes pronunciamentos do papa Francisco no Congresso Americano e na ONU apontam para isso. Ele combateu ferrenhamente o “fundamentalismo religioso”, no primeiro, e defendeu com veemência o estabelecimento de leis que defendam o meio-ambiente e a preservação da Natureza, no segundo.

O Catecismo da Igreja de Roma afirma que o mandamento da guarda do domingo católico que substituiu a guarda do sábado bíblico - uma regra divina -, é um sinal da autoridade papal para mudar até mesmo os mandamentos eternos da imutável Lei de Deus, autoridade esta que lhe teria sido conferida por Jesus Cristo. 

Um decreto de feitura humana deverá ser estabelecido, determinando que todas as pessoas deverão guardar o domingo católico, como forma de preservar o meio ambiente e proteger a família, sob pena de não o fazendo, não poder comprar e nem vender – num primeiro momento -; e, persistindo a sua teimosia e obstinação em se adaptar às regras humanas, ficarem sujeitos à prisão, castigos e mesmo à morte.

Se hoje isso parece um absurdo, num tempo de completa liberdade religiosa e combate ao preconceito, basta que se voltem os olhos para o passado recente da Alemanha Nazista e se contemple a tragédia do Holocausto, ainda tão recente. De acordo com a Bíblia Sagrada as cenas de barbárie se repetirão, com maior intensidade, no futuro próximo.

Os versículos seguintes revelam como será o governo do papa Francisco, chamado na profecia de “a besta que subiu do mar”, durante os 42 meses de seu domínio sobre todo o mundo, na nova ordem mundial que será implantada em breve:

“E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, a saber, os que habitam no céu (6). E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe autoridade sobre toda a tribo, povo, língua, e nação (7). E todos os habitantes da Terra irão adorá-la, a saber, aqueles cujos nomes não foram escritos no livro da vida do Cordeiro, que foi morto desde a fundação do mundo (8). Se alguém tem ouvidos, ouça (9). Se alguém está destinado à prisão, irá para a prisão; se alguém deve morrer pela espada, pela espada terá que morrer. Nisto se firma a perseverança e a fé dos santos” (10- BJC). “Esse é o tempo no qual o povo santo de Deus deve perseverar e confiar” (BJ).

Depois dos 42 meses de domínio papal sobre todo o mundo, ele finalmente será destruído. A sua queda e a condenação da sua igreja - a grande prostituta -, estão descritas no Capítulo 18, na sequência daquilo que o anjo havia prometido revelar a João: a condenação da grande prostituta. E os mesmos que o elevaram ao trono do mundo serão os que o derrubarão, na esteira dos flagelos que estarão caindo sobre a Terra, e a transformarão num mar de sangue e violência, de sofrimento indizível e de retorno à barbárie.

 “E os dez chifres que vista na besta são os que, odiando a prostituta, vão deixá-la nua e comerão suas carnes e a queimarão no fogo” (Apocalipse 17:16).

Este texto precisa ser compreendido de acordo com o contexto profético, pois sua análise equivocada irá fatalmente alterar sua compreensão e levar a um entendimento lamentavelmente diferente daquele que foi estabelecido pelo Revelador.

A versão ARA – Almeida Revista e Atualizada - apresenta o mesmo texto da seguinte forma:

"Os dez chifres que viste e a bestaesses odiarão a meretriz, e a farão devastada e despojada, e lhe comerão as carnes, e a consumirão no fogo."

Repare-se que uma simples e quase imperceptível alteração, ou seja, a substituição de uma preposição por uma conjunção, dá um sentido completamente diferente ao texto e leva o estudioso a uma interpretação equivocada. É muitíssimo importante o detalhe.

A versão ARA indica que são dois os agentes que destruirão a prostituta: os dez chifres, e (mais) a besta. Assim parece que a besta estaria praticando um exercício de autofagia, destruindo-se a si mesma, comendo as carnes da prostituta. Isto seria, quando e se interpretada como a autoridade religiosa do Vaticano, pelo menos aparentemente, um contrassenso: Como poderia o papa participar da destruição de sua própria igreja?

Já em outras versões como a ARC (Almeida Revista e Corrigida) e a ACRF (Almeida Corrigida, Revisada e Fiel), por exemplo, é apenas um, o agente da destruição da prostituta, apenas “os dez chifres que viste na besta” como se explica:

“Os dez chifres que viste na besta são os que odiarão a prostituta e a farão desolada e nua, e comerão a sua carne, e a queimarão no fogo.”

Nesse caso fica perfeitamente compreensível e razoável o entendimento de que o poder que elevou a besta, o papa Francisco, à condição de soberano mundial, ou seja, os 10 chifres é que “comerão a sua carne e a queimarão no fogo”. Estes chifres, representados pelo novo Conselho de Segurança da ONU, são os mesmos que vão destronar o papa Francisco depois dos 42 meses de domínio e, junto com ele, destruir a igreja que ele governa e que será tardiamente responsabilizada pela perdição do mundo.

A História vai se repetir. No passado o rei dos francos, Clóvis, armou os braços do papado e foi o responsável pelo início de sua prosperidade fulminante. A mesma França, nação que surgiu dos francos, foi a que destronou o bispo de Roma e o despojou de seu primeiro grande domínio, por meio do imperador Napoleão Bonaparte, em 1798.

O versículo seguinte complementa a causa da ruína de Francisco, seu Estado e sua igreja:

“Porque Deus pôs no coração deles o desejo de realizar o propósito que Ele tem, levando-os a dar à besta o poder de reinar até que as palavras de Deus sejam cumpridas.” (Apocalipse 17:17).

O Capítulo 17 inicia com a visão de um anjo prometendo revelar a condenação da grande prostituta. Esta destruição está registrada na continuação do relato, em quase todo o Capítulo 18 (Apocalipse 18:5-24) e em inúmeros outros textos das Sagradas Escrituras.

“E este rei (o papa Francisco) fará conforme a sua vontade, e se levantará, e se exaltará, considerando-se maior que qualquer deus, e proferirá blasfêmias monstruosas contra o Deus dos deuses e será próspero até que a ira (de Deus) se complete, pois aquilo que foi determinado deverá acontecer” (Daniel 11:36).

“Por fim, quando ele armar as tendas do seu palácio entre o mar grande (Mediterrâneo) e a montanha da glória santa (Jerusalém), chegará o seu fim, e não haverá quem o socorra (ninguém poderá ajudá-lo) (Daniel 11:45-Bíblia Judaica Completa).

Se for cabível o princípio da tipologia bíblica na duração de todo o pontificado do papa Francisco, pode-se ter uma previsão da data do seu fim, conforme mostrado claramente na Palavra de Deus. O tipo seria a última semana de Daniel, separada em duas metades (Daniel 9:27). O antítipo seria o pontificado do último papa da História.

primeira metade dessa semana de anos começa com o início do seu governo em 19 de março de 2013. Se for aplicado esse princípio, a primeira metade do seu pontificado alcançará a data de 30 de agosto de 2016, quando ele irá completar 42 meses, 1260 dias ou 3 anos e meio.

segunda metade dessa possível e suposta semana pontifícia começaria, então, no dia 31 de agosto de 2016. O tempo de sua futura soberania, agora sobre todo o mundo, está firmemente estabelecido na profecia: 42 meses, também (Apocalipse 13:5 e 11:2), período em que ele pisará a Cidade Santa, Jerusalém, contaminando-a, como uma abominação desoladora. Esta segunda metade de uma semana de anos terminaria, assim, exatamente no dia 11 de fevereiro de 2020.

Se não for assim, pela divina providência do Revelador, pelo menos é uma assombrosa coincidência, pois a notável data de 11 de fevereiro tem se repetido na profecia bíblica, em diversas ocasiões. Uma delas é exatamente a data de início do Vaticano: 11 de fevereiro de 1929. A mesma data do seu fim.

Seria também coincidência o fim do primeiro domínio papal? Ele ocorreu na mesma data, em 11 de fevereiro de 1798, com a deposição do Papa Pio VI, por ordem de Napoleão Bonaparte. A História não registra exatamente o início desse primeiro domínio, apenas que foi no primeiro trimestre de 538, não sendo a data de 11 de fevereiro descartada. Este foi, também, o dia em que o papa Bento XVI anunciou sua renúncia, em 2013.

Esta data é, no mínimo, uma data notável!

O capítulo 17 encerra com a declaração daquilo que já estava sobejamente esclarecido: que a cidade de Roma é a sede da igreja que leva o seu nome, a triste protagonista de uma história de rebelião, apostasia e desafio a Deus, que mostra o destino daqueles que, desviando-se do caminho da justiça e da verdade, preferem seguir o atrativo caminho oferecido por Satanás.

“E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra” (Apocalipse 17:18).

Em resumo: A estrutura que João viu subir do mar como um estranho animal é o Estado do Vaticano, representado primeiramente por suas 6 cabeças, ou seus primeiros 6 papas e, finalmente pela sétima cabeça que englobam o sétimo rei/papa Bento XVI e o oitavo, Francisco, e a ONU - Organização das Nações Unidas, representada pelos futuros 10 membros do seu Conselho de Segurança.


O papa Francisco, futuro soberano da Terra, que governará com a indicação e sob os auspícios dos futuros 10 membros do poderoso Conselho de Segurança da ONU

29 comentários :

  1. Excelente trabalho, parabéns Lindolfo, muito esclarecedor!!!

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  2. Obrigado, minha irmã, pelo incentivo!

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    1. suas tesses estão cetas, só que fora ordem isso causas um equivoco!

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  5. Esclareceu quase todas as minhas dúvidas. E O João Paulo II? Me informaram que não enterraram ele!

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    1. Ele está sepultado numa cripta no Vaticano. As dúvidas que você ainda tenha podemos tentar estudá-las e dirimi-las juntos, se você assim o desejar, prezado amigo! Será um prazer estudarmos juntos este assunto tão importante e tão fascinante.

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  6. Minha igreja é a Igreja Adventista do Sétimo Dia, querida amiga! Mas acrescento que, mais importante do que pertencer a uma igreja, qualquer que seja ela, é fazer de Jesus a verdadeira religião, do corpo a morada e templo do Espírito Santo e do lar a igreja onde nossa adoração é mais aprazível ao nosso Pai celestial. Obrigado por sua atenção!

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  7. Minha igreja é a Igreja Adventista do Sétimo Dia, querida amiga! Mas acrescento que, mais importante do que pertencer a uma igreja, qualquer que seja ela, é fazer de Jesus a verdadeira religião, do corpo a morada e templo do Espírito Santo e do lar a igreja onde nossa adoração é mais aprazível ao nosso Pai celestial. Obrigado por sua atenção!

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  8. PARABÉNS!!!!!!!!


    De todas as estupidezes que li sobre o Apocalipse...esta é uma das melhores.

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  9. Vá preparando a próxima excusa, pra quando o Papa Francisco vier a falecer sua teoria (sic) não caia no mais absoluto ridículo.

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    1. Isso não acontecerá, porque a profecia sagrada não falha e porque esta não é uma teoria, mas uma solene, firme e clara afirmação: o papa Francisco só irá falecer no dia da volta de Jesus, como Paulo afirmou (II Tessalonicenses, capítulo 2).

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    2. Precisávamos mesmo com urgência conhecer a besta, é NISSO vc FOI esclarecedor!!! Não pelas suas afirmações!!! Mais por se intitular o GRANDE CONHECEDOR que pode afirma-las!!! Já olhastes nos espelho??? NEM O TRUMP vc menciona!!!! Provavelmente por ser santo puro como TU!!!

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  11. ADVERTÊNCIA AOS LOBOS QUE SE TRAVESTEM DE CORDEIROS PARA DIZIMAR O
    REBANHO INDEFESO ENTRE CRISTÃOS CONSCIENTES:

    (JB.1.29)- Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo: (MT.15.10)- Ouvi e entendei: (JR.11.19)– Eu era como um manso cordeiro que é levado ao matadouro; porque eu não sabia que tramavam contra mim, dizendo: (MT.10.16)– Eis que eu vos envio como ovelhas para o meio de lobos; sede, portanto, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas: (MT.7.15) – Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores; (IS.9.16) -porque os guias deste povo são enganadores, e os que por eles são dirigidos, são devorados: (1Rs.22.17) - Vi todo o Israel disperso pelos montes, como ovelhas que não tem Pastor; (SL.78.22) – porque não creram em Deus nem confiaram na sua salvação: (AP.12.11) - Então, ouvi grande voz do céu, proclamando: (OS.4.6) - O meu povo está sendo destruído porque lhe falta conhecimento; porque tu sacerdote rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não seja sacerdote diante de mim, visto que esqueceste da lei do teu Deus, também eu esquecerei de teus filhos. (1SM.2.35) - Então suscitarei para mim um sacerdote fiel, que procederá segundo o que tenho no coração e na mente, edificar-lhe-ei uma casa estável, e andará Ele diante do meu ungido para sempre. (ML.3.18)– Então vereis outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não serve: (MC.6.15)- É profeta como um dos profetas, (AT.15.23) - escrevendo por mão deles: (LC.17.30) – Assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar: (JÓ.12.16) – Com Ele está a força e a sabedoria (RM.2.6) – que retribuirá a cada um segundo o seu procedimento. (1CO.10.12) – Aquele, pois, que pensa estar em pé, veja que não caia; (JÓ.19.25) – porque eu sei que o meu redentor vive e por fim se levantará sobre a terra: (IS.44.28) – Ele é meu Pastor e cumprirá tudo que me apraz: (HB.12.25) – Tende cuidado, não recuseis ao que fala; (EZ.18.32) – porque não tenho prazer na morte de ninguém, diz o Senhor Deus. Portanto convertei e vivei. (1PE.4.8) – Acima de tudo, porém, tende amor intenso uns para com os outros; porque o amor cobre multidão de pecados.

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    1. Não entendi o comentário e nem o grande número de textos bíblicos publicados. Quem são os lobos referidos? Não posso responder, ou comentar, sem saber se a matéria está sendo aprovada ou contestada!

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    2. Por ser a BESTA moço!!! Ela não entende nada só o q lhe convem!!! REPENTINAMENTE A IGNORÂNCIA LHE CAI BEM, NÃO É MESMO????

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    3. SABEM POR QUÊ nós humildes e solidários ao PAPA temos a mais absoluta certeza de estarmos no caminho certo???? Desde antes do SURGIMENTO DE JESUS CRISTO na terra nossa igreja era, foi é e sempre será perseguida, humilhada, indagada, questionada e muito mais!!! MAIS A QUEM E CABIDO DA FORMA DE AGIR??? Enquanto JESUS e até os seus, eram humilhados e mesmo inocentes foram assim perseguido até sua morte NUMA CRUZ!!!! Já aos pagãos e escarnecedores; sobram-lhes o papel do inimigo encardido e perseguidores!!! PERCEBESTE QUEM É QUEM??? Pelo fruto MOÇO, pelo fruto conhecereis a árvore!!! C O N V E R T A - SE !!!

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  12. A FÉ HUMANA E A DIVINA

    No homem, a fé é o sentimento inato de seus destinos futuros; é a consciência que ele tem das faculdades imensas depositadas em gérmen no seu íntimo, a princípio em estado latente, e que lhe cumpre fazer que desabrochem e cresçam pela ação da sua vontade.
    Até ao presente, a fé não foi compreendida senão pelo lado religioso, porque o Cristo a exalçou como poderosa alavanca e porque o têm considerado apenas como chefe de uma religião. Entretanto, o Cristo, que operou milagres materiais, mostrou, por esses milagres mesmos, o que pode o homem, quando tem fé, isto é, a vontade de querer e a certeza de que essa vontade pode obter satisfação. Também os apóstolos não operaram milagres, seguindo-lhe o exemplo? Ora, que eram esses milagres, senão efeitos naturais, cujas causas os homens de então desconheciam, mas que, hoje, em grande parte se explicam e que pelo estudo do Espiritismo e do Magnetismo se tornarão completamente compreensíveis?
    A fé é humana ou divina, conforme o homem aplica suas faculdades à satisfação das necessidades terrenas, ou das suas aspirações celestiais e futuras. O homem de gênio, que se lança à realização de algum grande empreendimento, triunfa, se tem fé, porque sente em si que pode e há de chegar ao fim colimado, certeza que lhe faculta imensa força. O homem de bem que, crente em seu futuro celeste, deseja encher de belas e nobres ações a sua existência, haure na sua fé, na certeza da felicidade que o espera, a força necessária, e ainda aí se operam milagres de caridade, de devotamento e de abnegação. Enfim, com a fé, não há maus pendures que se não chegue a vencer.
    O Magnetismo é uma das maiores provas do poder da fé posta em ação. É pela fé que ele cura e produz esses fenômenos singulares, qualificados outrora de milagres.
    Repito: a fé é humana e divina. Se todos os encarnados se achassem bem persuadidos da força que em si trazem, e se quisessem pôr a vontade a serviço dessa força, seriam capazes de realizar ao que, até hoje, eles chamaram prodígios e que, no entanto, não passa de um desenvolvimento das faculdades humanas. Um Espírito Protetor.(Paris, l863.)

    KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Capítulo 19. Item 12.
    FORMATAÇÃO E PESQUISA: MILTER - 06.11.2016

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  13. A FÉ HUMANA E A DIVINA

    No homem, a fé é o sentimento inato de seus destinos futuros; é a consciência que ele tem das faculdades imensas depositadas em gérmen no seu íntimo, a princípio em estado latente, e que lhe cumpre fazer que desabrochem e cresçam pela ação da sua vontade.
    Até ao presente, a fé não foi compreendida senão pelo lado religioso, porque o Cristo a exalçou como poderosa alavanca e porque o têm considerado apenas como chefe de uma religião. Entretanto, o Cristo, que operou milagres materiais, mostrou, por esses milagres mesmos, o que pode o homem, quando tem fé, isto é, a vontade de querer e a certeza de que essa vontade pode obter satisfação. Também os apóstolos não operaram milagres, seguindo-lhe o exemplo? Ora, que eram esses milagres, senão efeitos naturais, cujas causas os homens de então desconheciam, mas que, hoje, em grande parte se explicam e que pelo estudo do Espiritismo e do Magnetismo se tornarão completamente compreensíveis?
    A fé é humana ou divina, conforme o homem aplica suas faculdades à satisfação das necessidades terrenas, ou das suas aspirações celestiais e futuras. O homem de gênio, que se lança à realização de algum grande empreendimento, triunfa, se tem fé, porque sente em si que pode e há de chegar ao fim colimado, certeza que lhe faculta imensa força. O homem de bem que, crente em seu futuro celeste, deseja encher de belas e nobres ações a sua existência, haure na sua fé, na certeza da felicidade que o espera, a força necessária, e ainda aí se operam milagres de caridade, de devotamento e de abnegação. Enfim, com a fé, não há maus pendures que se não chegue a vencer.
    O Magnetismo é uma das maiores provas do poder da fé posta em ação. É pela fé que ele cura e produz esses fenômenos singulares, qualificados outrora de milagres.
    Repito: a fé é humana e divina. Se todos os encarnados se achassem bem persuadidos da força que em si trazem, e se quisessem pôr a vontade a serviço dessa força, seriam capazes de realizar ao que, até hoje, eles chamaram prodígios e que, no entanto, não passa de um desenvolvimento das faculdades humanas. Um Espírito Protetor.(Paris, l863.)

    KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Capítulo 19. Item 12.
    FORMATAÇÃO E PESQUISA: MILTER - 06.11.2016

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  14. O SABER LER A SI:
    (ES.12.1)
    (AP.13.18) – AQUI ESTÁ A SABEDORIA: AQUELE QUE TEM ENTENDIMENTO CALCULE O NUMERO DA BESTA, POIS É NÚMERO DE HOMEM: ORA ESSE NÚMERO É SEISCENTOS E SESSENTA E SEIS: (AR.119.9)

    (ISRAEL é o nome do Homem que sabe LER A SI no Espírito Bíblico: Aqui o saber acaba com as cogitações infundadas que existiam acerca do número 666 do Apocalipse, pois o que está escondido nas 131 letras e 10 sinais que compõem o texto acima, é isto):

    ARNALDO RIBEIRO É ISRAEL: É O HOMEM QUE NASCEU NO CÉU, QUE AMA E SABE TESTAR AS ALMAS NO SEU NOME: E ELE ENTENDE QUE CRISTO TESTA DEUSES E DIABOS NESSE MESMO ESPÍRITO. (IL.131.7)



    O SÉTIMO DIA
    (DN.4.2) Pareceu-me bem fazer conhecidos os sinais e maravilhas que Deus, o Altíssimo, tem feito para comigo,; (EF.2.7) para mostrar nos séculos vindouros a suprema riqueza da sua graça em bondade para conosco em Cristo Jesus; (1CO.15.45) pois assim está escrito:

    (GN.2.3) – E ABENÇOOU DEUS O DIA SÉTIMO, E O SANTIFICOU; PORQUE NELE DESCANSOU DE TODA A OBRA QUE, COMO CRIADOR, FIZERA: (AR.85.6)

    E o que o Senhor quer dizer com as 85 letras e 6 sinais acima é isto:

    SOU O ESPÍRITO QUE DESCEU DO CÉU, CRIANDO A SUA FÉ; E FAÇO SANTO O QUE É BATIZADO COM NOME DE ARNALDO RIBEIRO: (IL.85.6)

    (Lc.12.50 – Tenho, porém, um batismo com o qual hei de ser batizado; e quanto me angustio até que o mesmo se realize; (IS.21.16) porque assim me disse o Senhor: (1RS.18.31) Israel será o teu nome, (LS..9.6) porque ainda que algum seja consumado entre os filhos dos homens, se estiver ausente dele a tua sabedoria, será reputado como nada.(LC.4.21) Hoje se cumpriu a escritura que acabais de ouvir: (LC.6.5) O Filho do Homem é Senhor do sábado:
    E agora José? Ou melhor, Chico?...

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  15. O SABER LER A SI:
    (ES.12.1)
    (AP.13.18) – AQUI ESTÁ A SABEDORIA: AQUELE QUE TEM ENTENDIMENTO CALCULE O NUMERO DA BESTA, POIS É NÚMERO DE HOMEM: ORA ESSE NÚMERO É SEISCENTOS E SESSENTA E SEIS: (AR.119.9)

    (ISRAEL é o nome do Homem que sabe LER A SI no Espírito Bíblico: Aqui o saber acaba com as cogitações infundadas que existiam acerca do número 666 do Apocalipse, pois o que está escondido nas 131 letras e 10 sinais que compõem o texto acima, é isto):

    ARNALDO RIBEIRO É ISRAEL: É O HOMEM QUE NASCEU NO CÉU, QUE AMA E SABE TESTAR AS ALMAS NO SEU NOME: E ELE ENTENDE QUE CRISTO TESTA DEUSES E DIABOS NESSE MESMO ESPÍRITO. (IL.131.7)



    O SÉTIMO DIA
    (DN.4.2) Pareceu-me bem fazer conhecidos os sinais e maravilhas que Deus, o Altíssimo, tem feito para comigo,; (EF.2.7) para mostrar nos séculos vindouros a suprema riqueza da sua graça em bondade para conosco em Cristo Jesus; (1CO.15.45) pois assim está escrito:

    (GN.2.3) – E ABENÇOOU DEUS O DIA SÉTIMO, E O SANTIFICOU; PORQUE NELE DESCANSOU DE TODA A OBRA QUE, COMO CRIADOR, FIZERA: (AR.85.6)

    E o que o Senhor quer dizer com as 85 letras e 6 sinais acima é isto:

    SOU O ESPÍRITO QUE DESCEU DO CÉU, CRIANDO A SUA FÉ; E FAÇO SANTO O QUE É BATIZADO COM NOME DE ARNALDO RIBEIRO: (IL.85.6)

    (Lc.12.50 – Tenho, porém, um batismo com o qual hei de ser batizado; e quanto me angustio até que o mesmo se realize; (IS.21.16) porque assim me disse o Senhor: (1RS.18.31) Israel será o teu nome, (LS..9.6) porque ainda que algum seja consumado entre os filhos dos homens, se estiver ausente dele a tua sabedoria, será reputado como nada.(LC.4.21) Hoje se cumpriu a escritura que acabais de ouvir: (LC.6.5) O Filho do Homem é Senhor do sábado:
    E agora José? Ou melhor, Chico?...

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  16. Lindolfo Dias, muito boa toda a sua análise. No caso dos 10 Chifres, o que voce acha da possibilidade de EM VEZ do Conselho Permanente ganhar mais 5 membros para formarem os 10 chifres, dos outros 10 membros temporários serem esses Chifres, que ganharão esse poder "por pequeno espaço de tempo".
    E como eles ganhariam esse poder? Talvez um desastra natural que assole o mundo e devaste os países Permanentes? Talvez após uma terceira guerra Mundial?
    Um desastre ou uma guerra que enfraquecesse o poder das 5 permanentes, que abalaria o mundo e que daria o poder de decisão aos 10 temporários, que em uma atitude desesperada, sem saber o que fazer, entregam o poder ao Papa?

    Com a posse de Donald Trump, os laços entre EUA e Russia estarão muito estreitos, fala-se muito até na ameaça de morte ao Presidente no dia de sua posse, que alias, será hoje! A culpa com certeza cairia sobre os Russos, o que poderia iniciar o conflito, mas isso talvez não passe de teoria da conspiração de boteco, hahaha Mas a possibilidade de conflito, acontecendo o seu assassinato ou não, é muito grande aos meus olhos. O que pensa disso?

    Além do mais, eu vejo que alguma situação muito grave e desesperadora deve acontecer no mundo para que esse poder seja dado ao Papa. E eu não consigo imaginar países tão poderosos como os 5 permanentes se curvando totalmente a ele, por isso acredito que talvez, quem for lhe entregar o poder, sejam os 10 provisórios, após alguma situação catastrófica como as que citei.

    Gostaria de saber sua opinião sobre isso.
    Desde já agradeço.
    Abraço.
    Elias.

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    1. Olá, Elias, obrigado por sua atenção! Não creio que seja assim, por causa da exiguidade do tempo. Francisco será entronizado em breve, ainda neste ano, com certeza. A terceira guerra, de acordo com a profecia bíblica será evitada pela direta intervenção de Deus, até que termine o julgamento dos justos vivos e provavelmente ocorro somente no segundo semestre de 2020. Os 10 chifres é que transsferirão a autoridade a Francisco. E isso se dará por ocasião de sua escolha para gerir a nova ordem estabelecida a partir de 04/11/16 pela entrada em vigor do Acordo de Paris. Desta forma descarto os 10 componentes não efetivos do Conselho de Segurança da ONU no processo, pela sua absoluta inexpressividade no contexto dos acontecimentos. Um abraço!

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  17. É PRECISO SABER INTERPRETAR AS PARÁBOLAS

    "Se não entendermos o significado moral ou espiritual da parábola, ela não passa de uma simples história com um conteúdo banal. A letra mata, o espírito vivifica, é o que alertam Jesus (Jo 6:63) e Paulo (2Cor 3:6). Vinícius compara a parábola com um fruto, do qual é preciso retirar a casca para saborearmos e nos alimentarmos com o sumo ou polpa.

    Muitas pessoas não aprenderam a interpretar as parábolas evangélicas. No tempo de Jesus, isso também acontecia, o que levou os discípulos a perguntarem:

    "— Mestre, por que lhes falas por parábolas?

    — Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado. Porque àquele que tem, se dará e terá em abundância; mas àquele que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado" (Mt 13:10-17)


    Jesus sabia que a maioria das pessoas o procuravam apenas para ver fenômenos e receber curas, mas não se interessavam pela mensagem espiritual. Falando em parábolas, ele ministrava a todos o ensino mas não o banalizava, pois a pessoa tinha de ouvir com atenção e pensar a respeito para captar o sentido da mensagem e fixá-la na memória. Quem tivesse condições para isso, aprendia e se enriquecia espiritualmente. Quem não quisesse se esforçar, perdia a oportunidade de aprender.

    Os discípulos e apóstolos às vezes também não entendiam o significado de alguma parábola. Mas estavam dispostos a aprender, haviam renunciado a muita coisa para seguir a Jesus e precisavam saber para dar continuidade à pregação do Evangelho no mundo. Por isso, Jesus explicava a eles, em particular, o que não houvessem entendido.
    A interpretação das parábolas exige um estudo muito cuidadoso das circunstâncias em que foram proferidas e da doutrina, ou argumentos que elas tinham em vista. Feito isso, logo se descobre a sua aplicação universal, adaptada em todas as circunstâncias análogas e em todos os tempos.

    Convém, ainda, conhecer um pouco os usos e costumes do povo hebreu para melhor compreender algumas figuras empregadas por Jesus em suas parábolas.

    O Espiritismo não somente relembra as parábolas evangélicas. Com os novos ensinos espirituais que traz, ajuda-nos a entender o significado delas e a retirar do simbolismo a mensagem cristã, a fim de que por ela pautemos as nossas ações."

    Fonte:
    OLIVEIRA, Therezinha. Estudos Espíritas do Evangelho. CEAK.
    Compartilhado para fins de estudo espírita.
    « Última modificação: Ontem às 16:46 by Edna☼ »

    Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/o-evangelho-segundo-o-espiritismo/parabolas-55726/#ixzz4W7OQ5Oyo

    EXMPLO CABAL

    (JR.50.46) – AO ESTRONDO DA TOMADA DE BABILÔNIA, ESTREMECEU A TERRA; E O GRITO SE OUVIU ENTRE AS NAÇÕES:
    (São 72 letras e 4 sinais que gritam entre os Seres que já estão despertos):
    DEUS TESTOU A GENTE NA VIDA ETERNA DE SÁBIO, E EU TESTO O CORAÇÃO SEM AMOR: ARNALDO RIBEIRO





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  18. É PRECISO SABER INTERPRETAR AS PARÁBOLAS

    "Se não entendermos o significado moral ou espiritual da parábola, ela não passa de uma simples história com um conteúdo banal. A letra mata, o espírito vivifica, é o que alertam Jesus (Jo 6:63) e Paulo (2Cor 3:6). Vinícius compara a parábola com um fruto, do qual é preciso retirar a casca para saborearmos e nos alimentarmos com o sumo ou polpa.

    Muitas pessoas não aprenderam a interpretar as parábolas evangélicas. No tempo de Jesus, isso também acontecia, o que levou os discípulos a perguntarem:

    "— Mestre, por que lhes falas por parábolas?

    — Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado. Porque àquele que tem, se dará e terá em abundância; mas àquele que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado" (Mt 13:10-17)


    Jesus sabia que a maioria das pessoas o procuravam apenas para ver fenômenos e receber curas, mas não se interessavam pela mensagem espiritual. Falando em parábolas, ele ministrava a todos o ensino mas não o banalizava, pois a pessoa tinha de ouvir com atenção e pensar a respeito para captar o sentido da mensagem e fixá-la na memória. Quem tivesse condições para isso, aprendia e se enriquecia espiritualmente. Quem não quisesse se esforçar, perdia a oportunidade de aprender.

    Os discípulos e apóstolos às vezes também não entendiam o significado de alguma parábola. Mas estavam dispostos a aprender, haviam renunciado a muita coisa para seguir a Jesus e precisavam saber para dar continuidade à pregação do Evangelho no mundo. Por isso, Jesus explicava a eles, em particular, o que não houvessem entendido.
    A interpretação das parábolas exige um estudo muito cuidadoso das circunstâncias em que foram proferidas e da doutrina, ou argumentos que elas tinham em vista. Feito isso, logo se descobre a sua aplicação universal, adaptada em todas as circunstâncias análogas e em todos os tempos.

    Convém, ainda, conhecer um pouco os usos e costumes do povo hebreu para melhor compreender algumas figuras empregadas por Jesus em suas parábolas.

    O Espiritismo não somente relembra as parábolas evangélicas. Com os novos ensinos espirituais que traz, ajuda-nos a entender o significado delas e a retirar do simbolismo a mensagem cristã, a fim de que por ela pautemos as nossas ações."

    Fonte:
    OLIVEIRA, Therezinha. Estudos Espíritas do Evangelho. CEAK.
    Compartilhado para fins de estudo espírita.
    « Última modificação: Ontem às 16:46 by Edna☼ »

    Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/o-evangelho-segundo-o-espiritismo/parabolas-55726/#ixzz4W7OQ5Oyo

    EXMPLO CABAL

    (JR.50.46) – AO ESTRONDO DA TOMADA DE BABILÔNIA, ESTREMECEU A TERRA; E O GRITO SE OUVIU ENTRE AS NAÇÕES:
    (São 72 letras e 4 sinais que gritam entre os Seres que já estão despertos):
    DEUS TESTOU A GENTE NA VIDA ETERNA DE SÁBIO, E EU TESTO O CORAÇÃO SEM AMOR: ARNALDO RIBEIRO





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  19. O QUE É A SABEDORIA?

    (LS.1.1.) - Amai a justiça, vós os que julgais a terra: Senti bem do Senhor, e buscai-o com simplicidade de coração; (1PE.4.3) porque basta o tempo decorrido para terdes executado a vontade dos gentios, tendo andado em dissoluções, concupiscências, orgias, bebe dices e em detestáveis idolatrias:(EC.1.1.)- Toda a sabedoria vem do Senhor Deus, e com ele esteve sempre, e está antes de todos os séculos: (EC>39.39) – Todas as obras do Senhor são boas, e toda criatura, chegada a sua hora, fará o seu dever: (PV.28.9) – O que desvia os ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração é abominável: (EC.15.1) – O que teme a Deus fará boas obras, e o que está firmado na justiça lançará mão da sabedoria; (LS.8.4) – porque é ela que ensina a ciência de Deus, e a que dirige as suas obras: (LC.11.49) – Por isso também disse a sabedoria de Deus:(LS.6.24) – E eu vos relatarei que cousa é a sabedo-ria, e qual foi a sua origem, e não encobrirei os segredos de Deus; mas investigá-los-ei desde o principio do seu nascimento, e porei às claras a sua ciência, e não passarei por alto a verdade;(1co.15.45) pois assim está escrito: (AR.795.59)

    (São 795 letras e 59 sinais que, recOmpostos, revelam):



    A VERDADEIRA SABEDORIA É ESTA: A LOUCURA DO DEUS VIVO:

    Até os idolatras estão lendo que Eu sou a Sabedoria que movi o cora-ção desse Homem sábio que serve as almas, e passa a virtude da sabedoria do Espírito de Deus, a mesma de todos os Santos: Ele vos dirá: Eu crio a justiça de Deus, com a qual julgareis os pecadores do diabo na obra da criação: Ouvi e testemunhai que Eu sou a sabedoria dos Santos, que testei todo povo no testamento bíblico dos gentios e dos sábios, e desci o que sabe e fará a justiça na Santa Lei de Deus, pela mão do Homem que encarna o seu Espírito e o seu Verbo, e exerce o poder da graça de Deus, para dar consciência sábia à Cris-tandade: Esse Profeta sabia ler a si, e escreve lendo a Escritura Sagrada em Cristo; pois é o Guia dos Guias que tem essa consciência Cristã, e ensina às almas a ciência do bem e do mal: E agora sabei, e podeis servir, e hão de seguir o Espírito desse Santo, que força e move a mão dos papas nessa fé, e na sabedoria de outro Cristo que se chama Arnaldo Ribeiro: (Il.795.47)

    (Texto transcrito da página 78 da Bibliogênese de Israel)

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  20. O QUE É A SABEDORIA?

    (LS.1.1.) - Amai a justiça, vós os que julgais a terra: Senti bem do Senhor, e buscai-o com simplicidade de coração; (1PE.4.3) porque basta o tempo decorrido para terdes executado a vontade dos gentios, tendo andado em dissoluções, concupiscências, orgias, bebe dices e em detestáveis idolatrias:(EC.1.1.)- Toda a sabedoria vem do Senhor Deus, e com ele esteve sempre, e está antes de todos os séculos: (EC>39.39) – Todas as obras do Senhor são boas, e toda criatura, chegada a sua hora, fará o seu dever: (PV.28.9) – O que desvia os ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração é abominável: (EC.15.1) – O que teme a Deus fará boas obras, e o que está firmado na justiça lançará mão da sabedoria; (LS.8.4) – porque é ela que ensina a ciência de Deus, e a que dirige as suas obras: (LC.11.49) – Por isso também disse a sabedoria de Deus:(LS.6.24) – E eu vos relatarei que cousa é a sabedo-ria, e qual foi a sua origem, e não encobrirei os segredos de Deus; mas investigá-los-ei desde o principio do seu nascimento, e porei às claras a sua ciência, e não passarei por alto a verdade;(1co.15.45) pois assim está escrito: (AR.795.59)

    (São 795 letras e 59 sinais que, recOmpostos, revelam):



    A VERDADEIRA SABEDORIA É ESTA: A LOUCURA DO DEUS VIVO:

    Até os idolatras estão lendo que Eu sou a Sabedoria que movi o cora-ção desse Homem sábio que serve as almas, e passa a virtude da sabedoria do Espírito de Deus, a mesma de todos os Santos: Ele vos dirá: Eu crio a justiça de Deus, com a qual julgareis os pecadores do diabo na obra da criação: Ouvi e testemunhai que Eu sou a sabedoria dos Santos, que testei todo povo no testamento bíblico dos gentios e dos sábios, e desci o que sabe e fará a justiça na Santa Lei de Deus, pela mão do Homem que encarna o seu Espírito e o seu Verbo, e exerce o poder da graça de Deus, para dar consciência sábia à Cris-tandade: Esse Profeta sabia ler a si, e escreve lendo a Escritura Sagrada em Cristo; pois é o Guia dos Guias que tem essa consciência Cristã, e ensina às almas a ciência do bem e do mal: E agora sabei, e podeis servir, e hão de seguir o Espírito desse Santo, que força e move a mão dos papas nessa fé, e na sabedoria de outro Cristo que se chama Arnaldo Ribeiro: (Il.795.47)

    (Texto transcrito da página 78 da Bibliogênese de Israel)

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