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Adquira o livro: O Papa do Fim do Mundo - Lindolfo Dias

sábado, 21 de novembro de 2015

AS 7 IGREJAS SIMBÓLICAS - Filadélfia, a Igreja do Pré-advento

Quando o livro selado foi aberto -  (Daniel 12:4-7; Apocalipse 10)

FILADÉLFIA, A SEXTA IGREJA – A Igreja dos Precursores

Em sua carta a Filadélfia, igreja que representa o sexto e penúltimo período do cristianismo, Jesus identifica um grupo que foi abençoado pelo privilégio de participar da multiplicação do conhecimento e da abertura do livro que estava selado e fechado desde os tempos de Daniel. Não há repreensões para ela. Foi um período grandemente abençoado, em que as grandes verdades da Palavra de Deus foram “redescobertas”, depois de séculos de apostasia e trevas espirituais e morais. Este período inicia em 1798 e se completa em 1844.
Eis os textos bíblicos proféticos que previram este período:

Apocalipse 3:7-13

7. Ao anjo da igreja de Filadélfia, escreve: Isto diz Aquele que é santo, verdadeiro, que tem a chave de Davi. O que Ele abre ninguém fecha e o que Ele fecha ninguém pode abrir.
8. Conheço as tuas obras. Eis que diante de ti coloquei uma porta aberta, que ninguém poderá fechar. Sei que tens pouca força, mas guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome.
9. Eu farei com que aqueles que são da sinagoga de Satanás, que se dizem judeus e não o são, mas que são mentirosos fiquem sabendo, humilhados diante de teus pés, que eu te amo.
10. Assim como guardaste a minha palavra sobre a perseverança, eu também te guardarei da hora da tribulação que virá sobre todo o mundo, para provar a cada um que habita a Terra.
11. Venho sem demora. Guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.
12. Farei do vencedor coluna no santuário de meu Deus, para sempre. Escreverei nele o nome do meu Deus e o nome da Sua cidade, a nova Jerusalém, que desce do Céu junto com Ele, e também o meu novo nome.
13. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.

Textos bíblicos adicionais,  complementares e explicativos:

“E porei a chave da casa de Davi sobre o seu ombro, e abrirá, e ninguém fechará, e fechará, e ninguém abrirá” (Isaías 22:22).

 “Eu, Jesus, sou a raiz e a geração de Davi...” (Apocalipse 22:16).

Apocalipse 10:1-2; 5-11

1. Vi outro Anjo forte descendo do Céu, envolto em uma nuvem. Por cima de Sua cabeça estava o arco-íris; o Seu rosto era como o sol, e os Seus pés como colunas de fogo.
2. Ele tinha na mão um livrinho aberto. Pôs o Seu pé direito sobre o mar, e o esquerdo sobre a terra.
5. Então o anjo que eu vi em pé sobre o mar e sobre a terra levantou a sua mão direita para o Céu,
6. E jurou por Aquele que vive para todo o sempre, que criou o Céu, a Terra, o mar e tudo o que neles há que não haveria mais demora.
7. Pelo contrário, nos dias em que o sétimo anjo tocar a sua trombeta, se cumprirá o segredo de Deus, como Ele anunciou aos Seus servos, os profetas.
8. Então a voz que do Céu tinha falado comido tornou a dizer-me: Vai, toma o livrinho aberto da mão do Anjo que está em pé sobre o mar e sobre a terra.
9. Fui, pois, ao Anjo, e lhe pedi que me desse o livro. Ele me disse: Toma-o, e come-o. Ele será amargo em teu ventre, mas na tua boca será doce como mel.
10. Tomei o livrinho da mão do Anjo e o comi. Em minha boca ele era doce como mel, mas tendo-o comido o meu ventre ficou amargo.
11. Então me foi dito: É necessário que continues ainda a ensinar a muitos povos, nações, línguas e reis.

Daniel 12:4-7

4. Tu, porém, Daniel, fecha estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo. Muitos correrão de uma parte para outra, e o conhecimento se multiplicará.
5. Então eu, Daniel, olhei, e vi outros dois em pé, cada um sobre uma das margens do rio.
6. Então um deles perguntou ao homem vestido de linho que estava sobre as águas do rio: Quando se cumprirão estas maravilhas (coisas extraordinárias)?
7. Então ouvi o homem vestido de linho, que estava sobre as águas do rio, quando levantou as suas mãos e jurou por Aquele que vive eternamente, que estas coisas acontecerão depois de um tempo, dois tempos e metade de um tempo [depois do ano 1798]. E que tudo se cumprirá somente quando tiverem acabado de destruir o poder do povo santo.
8. Eu ouvi claramente, porém não compreendi. Por isso, perguntei: Meu Senhor, qual será o resultado final de todas essas coisas?
9. No entanto, Ele respondeu: Segue o teu caminho, Daniel, porque estas palavras estão fechadas e seladas até ao tempo do fim.

Informações preliminares

Todos os textos bíblicos acima se relacionam aos mesmos fatos revelados na sexta carta simbólica e se completam na explicação dos acontecimentos que precedem o grande Juízo no Céu.

Não há nenhuma dúvida de que os personagens dos textos de Daniel e Apocalipse são os mesmos, bem como as circunstâncias reveladoras de quando o livro foi selado ou fechado e quando ele foi aberto. Também é o mesmo o assunto tratado e a informação prestada por Jesus, o Anjo do Concerto, e o Seu juramento a respeito do tempo em que os acontecimentos seriam cumpridos.

No livro de Daniel a informação é de que as “maravilhas” que representam os acontecimentos finais e a volta de Jesus devem acontecer depois do fim do domínio papal, em 1798. Com a insistência do profeta, a informação foi ampliada, mostrando que o solene evento se dará ainda mais além, somente “depois que tiverem acabado de destruir o povo santo”, ou seja, depois do segundo domínio papal, e da iminente crise que se abaterá sobre o povo de Deus, no futuro próximo.

No livro do Apocalipse os detalhes negados a Daniel foram revelados a João, quando o “segredo de Deus”, que é o dia e a hora da volta de Jesus será revelado pelo Senhor Todo-poderoso. Isto evoca a pergunta: - Deus tem algum segredo ou segredos não revelados ao homem? A resposta é que em toda a Bíblia existe apenas um tema sobre o qual Deus mantém segredo, não o tendo revelado aos Seus servos, os profetas: O dia e a hora da volta de Jesus:

“Porque daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas unicamente Meu Pai” (Mateus 24:36; Marcos 13:32).

Tudo o mais está exposto e revelado ao diligente e dedicado estudioso da Palavra de Deus, que a examine com humildade, sinceridade e oração, buscando e pedindo, como está escrito:

“Porque, aquele que pede, recebe; e o que busca, encontra; e ao que bate se abre” (Mateus 7:8).

“Certamente o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas” (Amós 3:7).

A inspirada escritora americana Ellen G. White, afirmou de maneira firme e clara:

“O tempo exato da segunda vinda do Filho do homem é mistério de Deus” (O Desejado de Todas as Nações, pag. 633, destaque acrescentado).

Mas a mesma escritora declara, de maneira igualmente clara e firme, o tempo em que esse mistério será revelado:

“A voz de Deus é ouvida no céu, declarando o dia e a hora da vinda de Jesus e estabelecendo o concerto eterno com Seu povo” (O Grande Conflito, pag. 640, destacado). Estas palavras se referem aos acontecimentos narrados, no contexto dos últimos acontecimentos da História humana, descritos pela Revelação como sendo a última trombeta, a sétima, confirmando exatamente o texto que afirma que “nos dias em que o sétimo anjo tocar a sua trombeta, se cumprirá o segredo de Deus”.  

Coincidente ou providencialmente, as palavras segredo e concerto são mencionadas pela Palavra de Deus, esclarecendo este assunto de maneira admirável: 

“O segredo do Senhor é para os que O temem; e Ele lhes fará saber o Seu concerto(Salmos 25:14).

Notem-se os detalhes e como eles encaminham para o entendimento da Palavra!

O CUMPRIMENTO HISTÓRICO DA PROFECIA

A “redescoberta” da Bíblia e a compreensão de suas importantes revelações 

Na sequência cronológica da História do cristianismo a carta anterior chegou ao fim do tempo do primeiro domínio político da Igreja de Roma e do poder dos papas.

Com o fim da hegemonia papal em 1798, caíram as barreiras e proibições para o estudo da Bíblia Sagrada e o desenvolvimento das ciências. Durante todos os séculos de seu domínio, a igreja de Roma inibiu toda forma de conhecimento e impediu todo avanço das ciências. As teorias de Nicolau Copérnico, John Kepler e Galileu Galilei, por exemplo, foram negadas, combatidas e proibidas e muitos cientistas foram condenados à prisão ou à fogueira, fatos hoje comprovados e execrados pela História.

A libertação do jugo papal produziu logo seus frutos. Quatro anos depois do golpe mortal desferido por Napoleão ao domínio exercido pelo bispo de Roma, foi fundada a primeira sociedade bíblica no dia 7 de Dezembro de 1802, que recebeu o nome de Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira. A partir de então o livro sagrado começou a ser difundido no mundo inteiro e, como consequência, o conhecimento se multiplicou, cumprindo a profecia de Daniel:

“E tu, Daniel, fecha estas palavras e sela este livro até ao fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra e o conhecimento se multiplicará (Daniel 12:4).

O “fim do tempo” mencionado é exatamente a data em que terminou o “tempo” ou o período de domínio papal de 1.260 anos predito na profecia (Daniel 7:25), ou seja, o dia 11 de fevereiro de 1798, que assinala a deposição do papa Pio VI pelas tropas de Napoleão Bonaparte. Até esta data o livro estava selado, fechado para o seu entendimento. A partir de então ele seria estudado, entendido e as maravilhosas promessas da Bíblia redescobertas.

Quando fala sobre a multiplicação da ciência a profecia bíblica está se referindo, em primeiro lugar, ao conhecimento da Bíblia Sagrada e à compreensão das suas profecias. Muitas fábulas e superstições inventadas por Roma para manter o povo em constante temor e debaixo de seu controle começaram a ser removidas pelo estudo das Escrituras.

As doutrinas da ressurreição dos mortos, da justificação apenas pela fé nos méritos de Jesus e o completo perdão dos pecados somente pelo arrependimento e confissão a Deus trouxeram grande alívio e conforto ao mundo. Mas outra bendita mensagem, a mais consoladora promessa contida na Bíblia foi “redescoberta”: A volta de Jesus Cristo à Terra, solenemente prometida por Ele. Nenhuma promessa é mais do que ela mencionada no livro sagrado. Mais de 2.500 referências, direta ou indiretamente chamam a atenção para este que será o mais extraordinário acontecimento da História universal.

O Espírito Santo despertou inúmeras pessoas de muitos lugares em várias partes do mundo, que começaram a estudar, pregar e compartilhar esta bendita promessa. Mas foi nos Estados Unidos da América que ela atingiu o seu mais expressivo resultado.

Dentre esses estudiosos destaca-se Guilherme Miller, um cristão pertencente à igreja Batista nos Estados Unidos da América, que decidiu-se no ano de 1816 a estudar toda a Bíblia Sagrada até compreendê-la completamente. Ele dedicou vários anos de sua vida na tentativa de alcançar esse propósito. “Usando apenas a Bíblia e uma concordância, começou pelo primeiro verso de Gênesis e não passava a outro texto até que todas as dúvidas fossem esclarecidas. Assim, prosseguiu por vários anos, até se deparar com Daniel 8:14: ‘Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs, e o santuário será purificado’” (Daniel, Segredos da Profecia, Arilton Oliveira, Cpb, pag. 168).

O período de 2.300 anos ou 2.300 tardes e manhãs foi chave para a compreensão daquilo que estava “selado até o fim do tempo” (Daniel 7:4). Para ser plenamente entendida, a profecia deve ser estudada de acordo com o contexto em que ela foi apresentada. Foi assim que Guilherme Miller recebeu o entendimento do assunto.

Quando Daniel teve uma visão identificando o segundo e terceiro impérios que haveriam de se levantar sobre a Terra como sendo os reinos coligados da Média e da Pérsia e sucedidos pela Grécia, foi também mostrado a ele, na mesma ocasião, o quarto poder que viria em seguida ao domínio grego. Desta vez a profecia representou este poder - o domínio romano - por meio de um chifre, traduzido em algumas versões da Bíblia por “ponta pequena” (Daniel 8:9).

Este “chifre pequeno”, no entanto, não pode ser confundida com o “chifre pequeno” mencionada no capítulo anterior daquele profeta (Daniel 7:8, 20, 24-25), que se refere apenas ao poder papal, que veio em seguida ao império romano, sucedendo-o, e substituindo-o.

Esta nova referência a Roma, desta vez abrangendo todo o seu domínio, tanto a primeira fase - imperial e pagã -, quanto o período de domínio religioso e político que a sucedeu, ampliou a revelação, destacando o caráter abominável que se escondeu por trás desses poderes e chamou a atenção para o ataque persistente que fez à verdade de Deus, como ela é revelada na Bíblia.

Roma pretendeu se engrandecer até ao céu; destruiu Jerusalém e o seu templo e matou centenas de milhares de seus habitantes. Lançou por terra a verdade e depois de tudo isso se colocou como intérprete e guardiã da fé cristã. Ela fez tudo isso e prosperou (Daniel 8:10 e 11).

Para que o profeta entendesse o propósito da revelação um anjo fez uma pergunta que foi respondida por outro anjo: - Até quando Deus iria permitir que Sua verdade permanecesse pisada? Quando esta verdade seria restaurada? Até quando Ele suportaria esta inominável abominação? A resposta do outro anjo se tornou o tema do estudo que viria a abalar o reino das trevas:

- “Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado” (Daniel 8:14).

A pergunta não dizia respeito ao santuário. A resposta dada, entretanto, abrangeu o sagrado tema, complementando as informações que a sabedoria divina houve por bem acrescentar e que veio na esteira das revelações.

Tardes e manhãs representam dias. Duas mil e trezentas tardes e manhãs são o mesmo que dois mil e trezentos dias. Na semana da criação a cada dia Deus repetia que “era a tarde e manhã” de cada dia em que Ele criava algo. Pelo princípio dia-ano de interpretação profética antes mencionado neste estudo (Números 14:34 e Ezequiel 4:6-7), os 2.300 dias dessa profecia significam 2.300 anos e se referem ao mais longo período profético mencionado nas Escrituras.

Guilherme Miller entendeu a mensagem de que a profecia somente iria se cumprir “depois de muitos dias”, ou seja, nos últimos dias da história humana (Daniel 8:26; 12:4). Ele constatou que a própria Bíblia indicara como e quando se daria o início da contagem do período dessa profecia: “Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e edificar Jerusalém...”  (Daniel 9:25).

Por registros históricos compulsados ele identificou também o dia de 22 de outubro do ano 457 a.C., como sendo a data em que se cumpriu o decreto do rei Persa Artaxerxes (Esdras 7:12-26), mencionado pelo anjo Gabriel como o ponto de partida para o início do período profético revelado. Quanto mais estudava, mais convencido ele ficava de que aquele período de 2.300 anos dizia respeito à data da prometida vinda de Jesus.

Miller sabia que “Deus é um fogo consumidor” (Hebreus 12:29) e que a Sua glória é que iria purificar a Terra, que no seu entendimento era o santuário que seria purificado. Ele sabia, mais, que nesse dia “os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra e as obras que nela há se queimarão” (II Pedro 3:10) e que “os céus, em fogo se desfarão, e os elementos, ardendo se fundirão” (V. 11).

Com essa visão e esse entendimento é bastante compreensível que naquela época ele imaginasse que a Terra seria purificada na data indicada – 22 de outubro de 1844 -, pela volta de Jesus.
Em muitos lugares, em todo o mundo, milhares de pessoas se uniam nessa bendita esperança, esquecendo-se do fato de que a data da volta de Jesus não era e nem poderia ser do conhecimento de nenhum ser humano. Eles ignoraram a firme e direta afirmação do próprio Salvador:

“Porém, daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas unicamente Meu Pai” (Mateus 24:36; Marcos 13:32).

Mas as evidências eram tão claras e as contas que faziam, citando outros eventos cumpridos na profecia bíblica eram tão concludentes - utilizando o mesmo critério de contagem e interpretação -, que não tiveram nenhuma dúvida em estabelecer o dia 22 de outubro de 1844 como a data da volta de Jesus a esta Terra, em poder e grande glória, para consumar a promessa da redenção.

Na medida em que o tempo passava, mais e mais pessoas tomavam conhecimento dessa mensagem, que começou a ser chamada de “mensagem do advento”. Pessoas de diferentes confissões religiosas se uniram na sua propagação e começaram a ser chamadas de “adventistas”. Aproximando-se o dia marcado, mais crescia o seu entusiasmo e esperança, fazendo eles grande alarde da sua fé, pregando a mensagem e conclamando a todos para se unirem a eles nessa crença.

Muitos venderam suas propriedades, deixaram empregos e prepararam-se para o grande evento. O mundo ficou na expectativa, entre o temor e a curiosidade. Afinal tinha havido sinais consideráveis e preocupantes, semelhantes aos que a Bíblia menciona como devendo acontecer antes da volta de Jesus.

O grande terremoto de Lisboa, em 1755; o escurecimento do sol e a lua tingida de sangue, em 1780 e, mais recentemente, o formidável chuveiro de estrelas cadentes visto em quase todo o continente norte-americano, em 1833, foram acontecimentos que fizeram com que multidões fossem despertas para o tema da volta de Jesus e o fim do mundo.

Finalmente chegou o grande dia!

A GRANDE DECEPÇÃO

A expectação não conhecia limites. Os olhares voltados para o céu traduziam esperança, mas também angústia e temor. Quando o dia findou e Jesus não veio, a tristeza e a frustração tomaram conta de todos.
Além da grande decepção que amargurava o seu coração, eles tiveram que enfrentar outro dissabor: As chacotas, o riso e o vitupério daqueles que antes estavam apavorados com a possibilidade de Jesus voltar, mas agora descarregavam os antigos temores e o seu alívio nas pilhérias sobre os pobres crentes decepcionados.

Houve um doloroso desapontamento entre todos os que participaram da mensagem do advento, quando ele não aconteceu. Muitos perderam tudo que tinham. A maioria, frustrada e decepcionada, abandonou o movimento e renunciou à fé. Outros continuaram marcando datas para a volta de Jesus e se dispersaram ou se dividiram em várias correntes diferentes.

Muitos, no entanto, perseveraram, sabendo que a profecia era autêntica e real, e que provinha de Deus. Reconheceram que haviam errado o evento, mas que a data apontava claramente para alguma coisa muito importante, que tinha sido dirigida por Deus, e que eles não haviam entendido.

A compreensão do texto profético, por aqueles que o viveram em seus dias

Mas Deus veio em seu socorro, sem demora. Logo depois da grande decepção um fazendeiro chamado Hiram Edson recebeu uma revelação celestial que tinha relação com o que estavam vivendo. Ela tinha que ver com a obra de Cristo no santuário que a Bíblia afirma existir no Céu (Hebreus 8:2).

Foi-lhe dado a entender que o evento que aguardavam como cumprimento do longo período profético não se referia à vinda de Jesus, mas ao cumprimento profético daquilo que era indicado no dia da expiação, a mais sagrada e solene cerimônia celebrada no calendário festivo judaico.

Todas as cerimônias da dispensação judaica que foram dadas por Deus a Moisés tinham o objetivo de instruir o povo para as verdades que deveriam se cumprir no futuro, relacionadas à obra expiatória de Jesus. Esta obra não terminou com a Sua morte na cruz, mas continuou após a sua ascensão, até que se complete tudo o que Deus idealizou para a completa restauração da humanidade, e sua reintegração ao Seu reino universal, incontaminado e eterno.

O Santuário Levítico era purificado no dia sagrado da expiação. Nesse dia o sumo-sacerdote realizava no décimo dia do sétimo mês do calendário judaico a cerimônia de purificação do santuário. Esta cerimônia será tratada e detalhada no Capítulo quarto do livro do apocalipse, que nestes estudos recebem o título de “Uma visão do Trono de Deus - Jesus no Seu Santuário!”

Depois de 2.300 anos a contar do início do período revelado na profecia bíblica (Daniel 9:24) aquela data recaiu no dia 22 de outubro de 1844. Nessa ocasião Jesus se dirigiu não à Terra - para purificá-la por Sua presença e em sua volta -, mas à presença imediata do Pai, para apagar todos os pecados que já haviam sido antes confessados e perdoados, mas cujos registros ainda permaneciam nos livros memoriais, contaminando, assim, o Santuário.

Esse julgamento é apenas daqueles que serão salvos. Quando o seu caso é levado a juízo diante do Tribunal do Altíssimo, no Santuário Celestial, Jesus Se apresenta como Advogado e Substituto. Sua vida incontaminada é colocada em lugar do réu cujo nome será definitivamente inscrito e selado no Livro da Vida. Todos os seus pecados, já confessados e perdoados serão então completamente apagados dos livros memoriais. São declarados inocentes, pela inocência do Seu intercessor divino. Foram justificados pela justiça de Cristo e selados para a eterna salvação.

Esse julgamento é o juízo que foi anunciado pela profecia da purificação do santuário, e não a volta de Jesus, como haviam entendido antes.

Enfim, tudo ficava claro e coerente para os decepcionados filhos de Deus. Eles agora se questionavam, surpreendidos: -“Como não tinham entendido a impossibilidade de Jesus voltar contra a firme declaração de que a data de Sua vinda não poderia ser conhecida e marcada”? 

Compreenderam, então, que a mensagem que tinha sido doce e carregada de esperança no princípio, e amarga e dolorosa ao final, era apenas o cumprimento de tudo aquilo que já tinha sido anunciado tantos séculos antes.

Entenderam também que esta mesma mensagem, agora compreendida e corrigida, deveria ser ensinada novamente a muitos povos, e nações, e línguas e reis” (Apocalipse 10:10).

A sequência do texto que ordena a pregação dessa mensagem após a grande decepção indica claramente o que ela significa: o julgamento do povo de Deus. O selamento de todos os que deveriam ser julgados ou medidos, ou contados, referidos como estando a adorar no santuário de Deus (Apocalipse 11:1-2). E a restauração das verdades do Evangelho Eterno.

Não existiam mais dúvidas. Entenderam plenamente a profecia sagrada e compreenderam o seu papel. A missão foi aceita e aqueles valorosos servos de Deus deram início à pregação da mensagem que em breve será concluída e em cuja sequência toda a Terra será iluminada com a sua glória.

Alguns personagens que influenciaram o período,  referidos como “amados de Deus”

Guilherme Miller (1782-1849) – “Guilherme Miller teve uma forte formação religiosa, mas associou-se a companhias “erradas”. Seus amigos deixaram a Bíblia de lado e tinham vagas ideias acerca de Deus e Sua personalidade. Aos 34 anos de idade, Miller ficou insatisfeito com suas ideias. O Espírito Santo impressionou seu coração e ele dedicou-se ao estudo da Palavra de Deus. Em Cristo, Miller encontrou a resposta para todas as suas necessidades. Seu estudo o conduziu às grandes profecias que apontavam para o primeiro e segundo advento de nosso Senhor. As profecias com relação a tempo o interessavam, especialmente as profecias de Daniel e do Apocalipse”.

“No ano de 1818, como resultado de seu estudo das profecias de Daniel 8 e 9, Miller chegou à conclusão de que Cristo voltaria em algum momento durante os anos de 1843 ou 1844. Ele hesitou até 1831, antes que começasse a anunciar suas descobertas. O início do movimento Adventista na América do Norte pode ser marcado a partir da primeira pregação pública de Miller. Nos meses e anos que se seguiram, cerca de 100.000 pessoas passaram a crer na iminência da segunda vinda de Cristo”.

“Miller morreu em 1849. Uma pequena capela encontra-se próxima a sua residência em Low Hampton, Nova Iorque, construída por ele antes de morrer. Apesar dos equívocos a respeito do evento que estava para acontecer em 1844, Deus o usou para despertar o mundo para a proximidade do fim e preparar os pecadores para o tempo do juízo” (http://centrowhite.org.br/pesquisa/pioneiros-da-iasd/).

Hiram Edson - (1806-1882) – “Hiram Edson nasceu em 30 de dezembro de 1806, no Condado de Jefferson, em Nova Iorque. Era um fazendeiro Metodista; contudo, pouco se sabe sobre ele, sua família ou vida, antes de tornar-se um seguidor da mensagem Milerita do advento. Em 1843, o Milerismo estava crescendo rapidamente, mas pouco havia sido feito na parte central do estado de Nova Iorque antes do verão de 1843. Uma reunião campal que utilizou a “grande tenda” foi marcada para ter início em 23 de junho de 1843, em Rochester, Nova Iorque, a cerca de 50 km de Port Gibson, onde Edson residia”.

“A casa de Edson era frequentemente um local de reuniões públicas para o pequeno grupo de crentes no advento que ali viviam. Alguns relatos da história dizem que o grupo se reuniu ali no dia 22 de outubro de 1844, para aguardar o aparecimento de Cristo em glória. Edson declarou que vários crentes se haviam reunido em seu celeiro na madrugada do dia 23 de outubro de 1844, os quais oravam pedindo que ‘Deus não os deserdasse’… nessa hora de aflição… ’ Naquela mesma manhã, Edson recebeu a revelação sobre a obra de Cristo no santuário celestial que explicava o desapontamento” (http://centrowhite.org.br/pesquisa/pioneiros-da-iasd/).

Alguns personagens que influenciaram o período, referidos pela profecia sagrada como “edificadores da sinagoga de Satanás”

Allan Kardec – (1804-1869) – Hippolyte Léon Denizard Rivail -  “Foi um influente educador, autor e tradutor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec, notabilizou-se como o codificador do Espiritismo, expressão criada por ele. Adotou o seu pseudônimo para uma diferenciação da Codificação Espírita em relação aos seus anteriores trabalhos pedagógicos”.

“Conhecia a fundo vários idiomas, como o francês, o alemão, o inglês e o holandês, além de dominar perfeitamente os idiomas italiano e espanhol. Era membro de diversas sociedades acadêmicas, entre elas o Instituto Histórico de Paris  e a Academia Real de Arras. Após o ano de 1834, passou a lecionar, publicando diversas obras sobre educação, e tornou-se membro da Real Academia de Ciências Naturais”.

“Ele tomou conhecimento do fenômeno da escrita mediúnica - ou psicografia, e assim passou a se comunicar com os espíritos. Um desses espíritos, conhecido como um "espírito familiar” passa a orientar os seus trabalhos. Mais tarde, este espírito lhe informa que já o conhecia do tempo das Gálias, com o nome de Allan Kardec. Assim, Rivail passa a adotar este pseudônimo, sob o qual publicou as obras que sintetizam as leis da Doutrina Espírita”. 

“Publicou a obra “o Livro dos Espíritos” considerado como o marco de fundação do Espiritismo. Fundou a primeira sociedade espírita regularmente constituída, com o nome de Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas" (Wikipédia).

O espiritismo que ele codificou estabeleceu as suas bases sobre dois principais pilares:

Primeiro: “Sem caridade não há salvação”.

Segundo: “A salvação é um estado de aperfeiçoamento adquirido pela evolução espiritual, através de sucessivas reencarnações”.
Seu lema, escrito acima de sua tumba: "Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei”.

Charles Darwin - (1809-882) – “Foi um naturalista britânico que alcançou fama ao convencer a comunidade científica da ocorrência da evolução e propor uma teoria para explicar como ela se dá por meio da seleção natural e sexual. Esta teoria culminou no que tem sido hoje considerado por grande parte da comunidade científica como paradigma para explicação de diversos fenômenos na biologia".

“Darwin começou a se interessar por história natural na universidade enquanto era estudante de Medicina e, depois, Teologia. A sua viagem de cinco anos a bordo do vapor Beagle forneceu-lhe dados para os seus escritos que lhe trouxeram reconhecimento como geólogo e fama como escritor. Suas observações da natureza levaram-no ao estudo da diversificação das espécies e, em 1838, ao desenvolvimento da teoria da Seleção Natural, que por temor de consequências somente foi publicada mais tarde”.

“Em seu livro 'A Origem das Espécies", ele introduziu a ideia de evolução a partir de um ancestral comum, por meio de seleção natural. Esta se tornou a explicação científica dominante para a diversidade de espécies na natureza. Ele ingressou na Royal Society e continuou a sua pesquisa, escrevendo uma série de livros sobre plantas e animais, incluindo a espécie humana” (Wikipédia).

 Karl Marx - (1818 - 1883) -  “Foi um intelectual e revolucionário alemão, fundador da doutrina comunista moderna, que atuou como economista, filósofo, historiador, teórico político e jornalista".

“As teorias de Marx sobre a sociedade, a economia e a política - conhecidas coletivamente como marxismo - afirmam que as sociedades humanas progridem através da luta de classes: um conflito entre a classe burguesa que controla a produção e um proletariado que fornece a mão de obra para a produção. Ele chamou o capitalismo de "a ditadura da burguesia", acreditando que seja executada pelas classes ricas para seu próprio benefício. Marx previu que, assim como os sistemas socioeconômicos anteriores, o capitalismo produziria tensões internas que conduziriam à sua autodestruição e substituição por um novo sistema: o socialismo”.

“Ele acreditava que o socialismo viria a dar origem a uma sociedade sem pátrias e sem classes, chamada de comunismo. Junto com a crença na inevitabilidade do socialismo e do comunismo, Marx lutou ativamente para a implementação do primeiro, argumentando que os teóricos sociais e pessoas economicamente carentes devem realizar uma ação revolucionária organizada para derrubar o capitalismo e trazer a mudança socioeconômica”.

“Em uma pesquisa realizada pela BBC, em 2005, foi eleito o maior filósofo de todos os tempos. Além disso, Marx é normalmente citado juntamente com Émile Durkheim e Max Weber, como um dos três principais arquitetos da sociologia moderna” (Wikipédia).

No ano de 1844, quando culminou o trabalho daqueles que a profecia nomeia como “o anjo da igreja” estes três personagens estavam no auge de sua vitalidade e da produção de suas filosofias e doutrinas que combatem frontalmente os princípios do Evangelho Eterno. Allan Kardec estava então com 40 anos; Charles Darwin com 35 e Karl Marx com 26. Eles foram contemporâneos às três mensagens angélicas. Suas ideias e doutrinas combatem frontal e diretamente as três mensagens de Deus. Eis a síntese de sua obra:

Kardec: “Os espíritos evoluem através de experiências em muitas encarnações”. Segundo ele não existe a necessidade de um Salvador e de um sacrifício substituto ou expiatório. Cada um se salvará de acordo com as suas boas obras. É um pensamento totalmente anticristão, excluindo a pétrea doutrina da ressurreição e da salvação unicamente por meio da fé no sacrifício expiatório e substituto de Jesus. 

Darwin: As espécies evoluem através de um processo seletivo. De acordo com ele não existe um Criador e nem a criação programada, inteligente. Tudo veio à existência pelo acaso e pela geração espontânea. Sua mensagem combate, na raiz, a origem do sábado bíblico da Criação e anula toda a narrativa do livro de Gênesis, que explica a origem do homem e de todas as espécies, como sendo obra de Deus.

Marx: A sociedade humana evolui através da luta de classes. Por esta filosofia a religião é o “ópio do povo” e não deve existir numa sociedade consciente e racional. Segundo Marx o cristianismo não conseguiu organizar o mundo, mas complicá-lo. Segundo ele, a revolução marxista é que deverá produzir a sociedade ideal, onde não existe Deus e nem religião, que são invenções humanas.
É assombroso constatar que estes três princípios ou doutrinas surgiram na mesma época daquelas anunciadas pelos três anjos simbólicos representados pelos mensageiros do advento e que as contradizem de maneira direta e explícita, que são objeto da sétima e última carta escrita à igreja simbólica de Laodiceia, tema do estudo seguinte.

RECORDANDO O TEXTO DA CARTA

Uma porta aberta, e ninguém a pode fechar: O escárnio ousado e blasfemo dos ímpios, que se regozijavam com o sofrimento e a decepção dos que aguardavam a volta de Cristo, confirmava neles a crença de que o tempo da graça findara, ou como eles então exprimiam, “a porta da graça se fechara”.

“Uma luz mais clara, porém, surgiu pela investigação do assunto do santuário. Viam agora que estavam certos em crer que o fim dos 2.300 dias em 1844 assinalava uma crise importante. Mas, conquanto fosse verdade que se achasse fechada a porta da esperança e graça pela qual os homens durante mil e oitocentos anos encontraram acesso a Deus, outra porta se abrira, e oferecia-se o perdão dos pecados aos homens, mediante a intercessão de Cristo no lugar santíssimo. Encerrara-se uma parte de Seu ministério apenas para dar lugar a outra. Havia ainda uma ‘porta aberta’ para o santuário celestial, onde Cristo estava a ministrar pelo pecador”. 

“Via-se agora a aplicação das palavras de Cristo no Apocalipse, dirigidas à igreja, nesse mesmo tempo: ‘Isto diz O que é santo, O que é verdadeiro, O que tem a chave de Davi; O que abre e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre. Eu sei as tuas obras; e eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar’" Apoc. 3:7 e 8. 

“Os que, pela fé, seguem a Jesus na grande obra da expiação, recebem os benefícios de Sua mediação em seu favor, enquanto os que rejeitam a luz apresentada neste ministério não são por ela beneficiados. Os judeus que rejeitaram a luz dada por ocasião do primeiro advento de Cristo e se recusaram a crer nEle como Salvador do mundo, não poderiam receber o perdão por meio dEle. Quando Jesus, depois da ascensão, pelo Seu próprio sangue entrou no santuário celestial, a fim de derramar sobre os discípulos as bênçãos de Sua mediação, os judeus foram deixados em completas trevas, continuando com os sacrifícios e ofertas inúteis. O ministério dos tipos e sombras cessara. A porta pela qual anteriormente os homens encontravam acesso a Deus, não mais se achava aberta. Recusaram-se os judeus a buscá-Lo pelo único meio por que poderia então ser encontrado - pelo ministério no santuário celestial. Não alcançaram, por conseguinte, comunhão com Deus. Para Eles a porta estava fechada. Não conheciam a Cristo como o verdadeiro sacrifício e o único mediador perante Deus; daí o não poderem receber os benefícios de Sua mediação”. 

“O estado dos judeus incrédulos ilustra a condição dos indiferentes e incrédulos entre os professos cristãos, que voluntariamente ignoram a obra de nosso misericordioso Sumo Sacerdote. No cerimonial típico, quando o sumo sacerdote entrava no lugar santíssimo, exigia-se de todos os israelitas que se reunissem em redor do santuário, e do modo mais solene humilhassem a alma perante Deus, para que recebessem o perdão” (Ellen G. White, Cristo em Seu Santuário, pag. 102 e 103).

A Sinagoga de Satanás: A Sinagoga de Satanás é a igreja ou confederação de igrejas e instituições ou movimentos que se opõem deliberadamente contra as verdades de Deus, ainda que declarem estar do Seu lado ou se chamem pelo Seu nome.

Os que se dizem judeus, e não são: São os falsos ensinadores, também chamados de falsos profetas. São os que se dizem cristãos, mas são lobos devoradores, que fazem da religião objeto de lucro e meio de vida. São os falsos pastores, falsos bispos, falsos apóstolos. São estelionatários da fé, pelos quais é blasfemado o caminho da verdade e que trarão sobre si repentina perdição. São os que por avareza e interesse fazem negócio com a Palavra de Deus. No tempo certo colherão o que estão plantando. Em sua cobiça exploram o rebanho de Deus com mentiras, desviando-o da verdade e da salvação. Mas, segundo a testemunha verdadeira, há muito tempo a sua condenação paira sobre eles e a sua destruição não tarda (II Pedro 2:3).

A hora da tentação que virá ao mundo: É a grande tribulação que Daniel anunciou e que Jesus confirmou. É um tempo de angústia qual nunca houve desde que houve nação até àquele tempo (Daniel 12:1; Mateus 24:21; Marcos 13:19; Lucas 21:23). Aqueles que deram fielmente a mensagem de Deus foram guardados e preservados daquele terrível tempo de provação que sobrevirá ao mundo no futuro próximo.

Venho sem demora: É o aviso e promessa de que o que há de vir virá, sem demora. É chegado o tempo da consumação dos séculos. Um pouquinho mais de paciência é o que recomenda a Palavra de Deus. Está escrito: “Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa. Porque um pouquinho de tempo, e o que há de vir virá, e não tardará” (Hebreus 10:36-37).

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