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segunda-feira, 22 de maio de 2017

A NOVA ORDEM MUNDIAL, SEM TEORIAS DA CONSPIRAÇÃO! TRUMP NÃO VAI RASGAR O ACORDO DE PARIS, COMO PROMETEU!


Trump discursa antes de assinar a ordem executiva de Independência Energética na sede da Agência de Proteção Ambiental dos EUA. Crédito: Jim Watson/AFP (Jornal O Estado de São Paulo, 28/03/17)

O mundo comemorou em Paris, no dia 12 de dezembro de 2015, depois de quase 23 anos de uma luta que começou em 1992 no Rio de Janeiro, um acordo mundial que reuniu 195 nações num projeto mundial que visa reduzir o aquecimento global e preservar a vida no planeta. 

Esse acordo global entrou em vigor em "todas as nações e tribos e línguas e povo" no dia 04 de novembro do ano passado (2016) e é hoje um ponto de união, comum a todas as nações e contém as normas que irão reger as relações internacionais e interpessoais de todo o mundo, dentro de muito pouco tempo, apesar de que as pessoas ainda não tenham, hoje, essa percepção.



Aquele que aparentemente é hoje e o foi desde a sua campanha à presidência dos Estados Unidos, o seu principal adversário será, em brevíssimo tempo, o seu maior apoiador, incentivador e defensor. Talvez a sua principal bandeira de campanha, tenha sido a promessa de que, se fosse eleito, ele rasgaria o Acordo de Paris. E quando tomou posse, ele assinou medidas que apontavam nessa direção, revogando importantes medidas implantadas nas administrações do ex-presidente Obama, com o pretexto de beneficiar a economia e a criação de empregos no país. Praticamente ele desembarcou da agenda que privilegiava a defesa do meio ambiente e as políticas que visavam eliminar a queima de combustíveis fósseis que provocavam o aquecimento global.

Mas, podem escrever: o presidente Donald Trump não fará isso!

Ele poderá cumprir todas as suas promessas de campanha, muitas delas absurdamente polêmicas. Ele agiu nesse sentido para cumprir todas as suas promessas, sendo que algumas tiveram severa oposição popular e da justiça americana, estando algumas delas hoje sub-judice. 

Ele poderá construir o seu muro na fronteira com o México; poderá insistir em conter a imigração de cidadãos islâmicos; poderá tomar qualquer medida, por mais exótica, absurda e impopular que seja, ou que possa parecer, mas ele não irá se opor ao Acordo de Paris, a partir da próxima semana, porque esse pacto mundial está firmemente inserido no contexto da sagrada profecia bíblica que prevê um governo mundial nos últimos dias da Terra. 

Algumas semanas atrás ele anunciou por meio do seu porta voz que iria assinar todas as medidas legais para dar fim, no âmbito do governo americano, o Acordo de Paris, estabelecendo, mesmo, uma data para isso, o que provocou temor, revolta e perplexidade entre todas as nações, instituições e pessoas que apoiam e integram a iniciativa da ONU com o objetivo de preservar a paz e o meio-ambiente planetário. Mas ele adiou essa assinatura para depois da sua primeira viagem internacional, com destino ao Oriente Médio e à Europa, iniciada no último sábado (21/05).

Pois bem, com a mesma convicção com que afirmei que o papa Francisco não corria o risco de morrer nas suas 2 últimas e perigosas viagens ao Egito e a Portugal, ao Santuário de Fátima, mesmo que fosse vítima de atentados terroristas (ele somente morrerá no dia da volta de Jesus), eu afirmo - com a certeza que me proporciona o conhecimento do sagrado texto profético, que ele logo deixará de se opor ao citado acordo, mas será, ao contrário o seu maior defensor e incentivador.

Parece uma afirmação temerária e atrevida, mas não é! 

Depois da sua visita ao Vaticano, na próxima quarta feira (24/05), quando ele receberá as bênçãos do Papa Francisco no Palácio Apostólico, ele se alinhará com o pontífice romano e será o principal artífice para o colocar, em breve, no trono da Terra, quando governará o planeta da cidade  de Jerusalém, lugar onde "assentará as tendas do seu palácio" (Daniel 11:45; Apocalipse 11:2; 13:5 e Lucas 21:24), antes do fim. 

Estas linhas são escritas para advertir as pessoas do perigo que correm por não adquirem o conhecimento suficiente, tão misericordiosamente provido por Deus por meio das Sagradas Escrituras, para se prepararem para a grande crise final que em breve se abaterá sobre o mundo. 

Não se trata de alarmismo, fanatismo ou qualquer outro "ismo", mas a simples realidade profética que aponta para os eventos finais da vida na Terra. Parece absurdo, mas é a própria verdade. Quem viver, verá!




3 comentários :

  1. Boa noite... qual o possível cenário a partir de agora,com a retirada dos EUA do Acordo de Paris? Eu achava realmente que Trump não arriscaria essa retirada...

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  2. A imediata reação mundial ao anúncio do presidente americano dão o tom daquilo que provavelmente irá acontecer muito em breve. O mundo todo, especialmente a União Europeia e a China responderam indigninado, à decisão de Trump. As maiores cidades americanos e estados importantes, bem como as maiores corporações decidiram-se firmemente pela energia limpa e pela pemanência do país no Acordo climático. Posso apenas vislumbrar duas alternativas: a primeira é ele revogar rapidamente sua inopinada decisão e voltar ao Acordo de Paris, de uma forma ou de outra. A segunda, é que ela seja defenestrado do governo por um processo de impeachment. Mas o Acordo de Paris certamente prevalecerá, com mais força do que nunca, agora com maior visibilidade pela publicidade que foi dada pelo presidente falastrão. Ele é irreversível e vai unir o mundo todo num propósito comum. É o que indica o sagrado texto da profecia bíblica que não pode falhar.

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  3. Amém! Obrigada pela resposta... Maranata!

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