De todos os males que afligem a humanidade, talvez o mais trágico seja a fome. Não a fome ocasional e que ocorra de tempos em tempos, como tem acontecido ao longo da História humana. Mas a fome endêmica, cruel, que deixa de ser exceção para se tornar a regra para milhões de desgraçados seres humanos.

Qualquer pessoa, por mais insensível que seja, não pode permanecer impassível diante da tragédia expressa na impressiva foto acima, que representa a realidade de milhões e milhões de crianças no mundo, hoje.

O padrão de justiça exigido no juízo é um caráter irrepreensível. Isto, nem o mais justo de todos os homens que tenham vivido neste mundo poderia apresentar. Então, como poderia se justificar o homem perante Deus? Esta pergunta já estava manifesta no mais antigo texto das Sagradas Escrituras, o livro de Jó, como está escrito: "Na verdade sei que assim é; porque como se justificaria o homem para com Deus"? (Jó 9:2). A resposta é dada pela Inspiração na seqüência do mesmo texto referido. Unicamente a graça e a misericórdia do Senhor podem justificar o homem diante de um Deus Santo e Perfeito, que exige perfeita santidade e irrepreensão de caráter: A Ele, ainda que eu fosse justo, Lhe não responderia; antes ao Meu Juiz pediria misericórdia (Jó 9:15).


Jesus Cristo, ao apresentar diante do Tribunal do Altíssimo, no Juízo Investigativo, o caso do filho arrependido que aceitou o Seu sacrifício, pleiteará por ele, oferecendo-lhe a Sua perfeição e santidade e as Suas obras irrepreensíveis. Ele será, para o pecador contrito, nessa ocasião, não apenas o Juiz. Será, também, o seu advogado. E, acima de tudo isto, como suprema garantia de absolvição, será o Réu e Substituto, oferecendo Sua vida imaculada em lugar da vida que, poluída pelo pecado, foi transformada pelo Seu poder e por Seu amor. As vestes gloriosas da justiça de Cristo são oferecidas em lugar dos trapos imundos da justiça do homem.


Esta verdade já servia de consolo e esperança há milênios. Jó, manifestando a sua fé no Redentor vindouro, na Sua justiça e na ressurreição, afirmou: Porque eu sei que o Meu Redentor vive, e que por fim Se levantará sobre a Terra. E depois de consumida a minha pele, ainda em minha carne verei a Deus. Vê-Lo-ei por mim mesmo, e os meus olhos, e não outros, O verão (Jó 18:25-27).


A justiça é representada nas Escrituras Sagradas por vestimentas: Cobria-me de justiça, e ela me servia de vestido; como manto e diadema era o meu juízo (Jó 29:14). Ao oferecer Jesus as vestes de Sua justiça ao pecador, este terá a sua nudez e os seus trapos cobertos e será aceito por Deus, que o declarará justo. O padrão de justiça do juízo é, portanto, a justiça de Jesus, sem a qual ninguém será julgado nesta sua fase investigativa.


A tocante experiência de Jó bem pode demonstrar quão terrível e desastrosa é a justiça própria, cujos resultados são a morte eterna. Homem rico, honrado e poderoso, foi ele considerado pelo próprio Deus como sem igual na Terra, homem sincero e reto, temente a Deus, e desviando-se do mal (Jó 1:8).


Provado, manteve-se irrepreensível. Perdeu tudo: riquezas, posição, família, saúde. Transformado numa figura repelente e sofredora, a única coisa que não havia perdido era a sua fé em Deus e em Sua justiça. Nada havia conseguido abalar a sua fé. Entretanto, três amigos que o foram consolar transformaram-se em seus acusadores.


Julgavam que somente um grande pecador poderia estar sofrendo o que Jó sofria como conseqüência de uma vida de pecados. Indignado com a acusação e esquecendo-se da justiça do Seu Deus, encheu-se Jó de justiça própria para defender-se diante de seus amigos.


Suas boas obras eram muitas e conhecidas e o haviam honrado diante dos homens, tendo merecido a aprovação do próprio Criador. Ao querer justificar-se, porém, apresentando-as diante de Deus, cometeu pecado: Pese-me em balanças fiéis, e saberá Deus a minha sinceridade (Jó 31:6). Ao fazer esta declaração tentou justificar-se, acusando a Deus de injusto.


Levantando-se, um jovem respondeu às palavras de Jó, em defesa da justiça de Deus. Indignado, contra Jó se acendeu a sua ira, porque se justificava a si mesmo, mais do que a Deus (Jó 32:2). Suas palavras são clara advertência contra a justiça própria: A tua impiedade faria mal a outro tal como tu; e a tua justiça aproveitaria a um filho do homem . Desde longe repetirei a minha opinião, e ao Meu Criador atribuirei a justiça (Jó 35:8 e 36:3).


As palavras seguintes são uma lição de vida, que não se deve esquecer: Mas tu estás cheio do juízo do ímpio; o juízo e a justiça te sustentam. Porquanto há furor, guarda-te de que porventura não sejas levado pela tua suficiência, nem te desvie a grandeza do resgate (Jó 36:17-18). O preço que este resgate custou a Jesus, jamais o poderemos avaliar. A respeito dele, diz a Palavra de Deus, ainda: Aqueles que confiam na sua fazenda, e se gloriam na multidão das suas riquezas, nenhum deles de modo algum pode remir a seu irmão, ou dar a Deus o resgate dele, pois a redenção da sua alma é caríssima, e seus recursos se esgotariam antes (Salmo 49:6-8).


A respeito das suas boas obras e dos esforços como meio para se justificar é que o jovem que repreendia a Jó dirigiu-lhe as palavras seguintes: Estimaria Ele tanto tuas riquezas, ou todos os esforços da tua força, que por isso não estivesses em aperto? Finalmente, o próprio Deus Se manifesta a Jó e seus amigos, dizendo: Porventura também farás tu vão o Meu juízo, ou Me condenarás para te justificares? (Jó 40:8).

Muitas pessoas sinceras acreditam que após o dia da volta de Jesus a vida continuará a existir na Terra. Segundo este entendimento, haveria nova oportunidade de salvação para os que aqui ficassem. Não é isto, entretanto, o que ensi­nam as Sagradas Escrituras. Este engano, como já foi dito, poderá se revelar fatal para muitos que repousam numa falsa esperança. Agora é o momento do preparo para a eternidade. Retardar a decisão pode ser a ruína para muitos. Ao recu­sar as ondas da misericórdia de Deus, adiando aquela que seria a mais importante decisão de suas vidas, multidões estão desprezando o sacrifício do Calvário, recusando a vida eterna.

A Palavra de Deus afirma claramente, de maneira direta e positiva, que toda a vida na Terra será extinta com a vinda de Jesus. Todas as es­pécies animais e vegetais serão destruídas. A Terra se transfor­mará numa vasta superfície inóspita, escura e sem vida.

Profundas alterações ambientais terão lugar com os fenômenos relacionados com o dia do Senhor. Estes fenômenos farão com que as condições de vida na Terra voltem a ser seme­lhantes ao que eram antes de nela ter sido criada a vida.

O profeta, ao ver estas condições, no futuro, escreveu: "Observei a Terra, e eis que estava assola­da e vazia; e os céus, e não ti­nham a sua luz. Observei os montes, e eis que estavam tremendo, e todos os outeiros estremeciam. Observei e vi que homem nenhum havia e que todas as aves do céu havi­am fugido. Vi também que a terra fértil era um deserto, e que todas as suas cidades estavam der­ribadas diante do Senhor, diante do furor da Sua ira" (Jeremias 4:23-26 destaques acrescentados)

Eis como era a Terra antes da criação, segundo a Palavra de Deus: "E a Terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo..." (Gênesis 1:2).

Não apenas os profetas do Antigo Testamen­to, mas também os apóstolos, no Novo, afirmam ca­tegoricamente que a Terra será totalmente consumida pelo fogo: "Mas os céus e a Terra que agora exis­tem, pela mesma palavra se reservam como tesou­ro, e se guardam para o fogo, até o dia do juízo, e da perdição dos homens ímpios" (II Pedro 3:7).

O próprio Salvador afirmou, textualmente: "O céu e a Terra passarão, mas as Minhas pala­vras não hão de passar" (Mateus 24:35). O apóstolo S. Pedro confirma o que Jesus afirmou, esclarecendo de que forma se dará este passamento do céu e da Terra: "Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite: no qual os céus passarão com grande estrondo, e os ele­mentos, ardendo, se desfarão, e a Terra, e as obras que nela há, se queimarão. Havendo, pois, de perecer todas estas coisas, que pessoas vos convém ser em santo trato e piedade, aguardando e apressando-vos para a vinda do Filho de Deus, em que os céus, em fogo se desfarão, e os elementos, ardendo se fundirão?" (II Pedro 3:10-­11).

As palavras do apóstolo não dei­xam dúvida de que o dia do Senhor é o dia da vinda de Jesus e que nesse dia todas as coisas perecerão, isto é, serão consumidas destruídas pelo fogo.

Outro profeta, ao contemplar a Terra com­pletamente destruída, assim retratou o futuro deste planeta: "Quem é o homem sábio, que entenda isto? E a quem falou a boca do Senhor, para que o possa anunciar? Por que razão pe­receu a Terra, e se queimou como o deserto, de sorte que ninguém passa por ela?" (Jeremias 9:12). O mesmo pro­feta declara que os desígnios do Senhor serão totalmente execu­tados e suas razões entendidas, ao final da história deste mun­do: "Eis que saiu com indigna­ção a tempestade do Senhor; e uma tempestade penosa cairá cruelmente sobre a cabeça dos ímpios. Não se desviará a ira do Senhor, até que se execute e cumpra os pensamentos do Seu coração: no fim dos dias entendereis isso claramente" (Jeremias 23:19-20).

A Palavra de Deus engloba todos os mora­dores da Terra, os obstinados e insensatos que re­cusaram a salvação, quando se refere à destrui­ção do último dia: "Tu, pois, lhes profetizarás es­tas palavras, e lhes dirás: O Senhor desde o alto bramirá, e fará ouvir a Sua voz desde a morada da Sua santidade; terrivelmente bramirá contra a sua habitação, com grito de alegria, como dos que pisam as uvas, contra todos os moradores da Terra. Chegará o estrondo até à extremidade da Terra, porque o Senhor tem contenda com as nações, en­trará em juízo com toda a carne: os ímpios entre­gará à espada , diz o Senhor. Assim diz o Senhor dos Exércitos: Eis que o mal sai de nação para na­ção, e grande tormenta se levantará dos confins da Terra. E serão os mortos do Senhor, naquele dia, desde uma extremidade da Terra até à outra extre­midade da Terra; não serão pranteados, nem reco­lhidos, nem sepultados, mas serão como estrume sobre a face da Terra" (Jeremias 25:30-33).

Quando o texto sagrado afirma que os mortos não serão pranteados, nem sepultados, é porque ninguém restará vivo para isto, pois todos estarão mortos. Não apenas os homens, mas tam­bém os animais da Terra, as aves e até os peixes, como está escrito, de maneira inquestionável: "Consumirei por completo tudo sobre a face da Terra , diz o Senhor. Consumirei os homens e os animais; consumirei as aves do céu, e os peixes do mar. Os ímpios serão apenas montões de ruínas quando Eu exterminar os homens de sobre a face da Terra , diz o Senhor" (Sofonias 1:2-3).

Estas palavras são por demais claras, para que se tenha alguma dúvida. As pessoas são livres para acreditar nelas, ou delas descrer. Desta escolha serão colhidos, no futuro, resultados eternos. Para escolher a morte é suficiente cruzar os braços e manifestar desinteresse ou indiferen­ça.

Antes de sofrer a destruição final, os que rejeitarem a salva­ção sofrerão a terrível angústia da consciência da perda sofrida e do medo do ajuste de contas: "E angustiarei os homens, e eles andarão como cegos, porque pecaram contra o Senhor; e o seu sangue se derramara como pó, e a sua carne como esterco. Nem a sua prata nem o seu ouro os po­derá livrar no dia do furor do Se­nhor; mas pelo fogo do Seu zelo toda esta Terra será consumida; porque certamente fará de todos os moradores da Terra uma destruição total e apressada" (Sofonias 1:17-18).

Não restará nenhuma nação, nenhuma ci­dade, nenhuma pessoa viva na Terra, após a vin­da de Jesus. Aqueles que não forem, com Ele, transformados e trasladados, aqui ficarão, como monturo: mortos e insepultos. Sobrarão, apenas, desolação e ruínas no planeta reduzido a escom­bros: "Exterminei as nações, as suas fortalezas estão assoladas, fiz desertas as suas praças, a ponto de não ficar quem passe por elas; as suas cidades foram destruídas, até não ficar ninguém, até não haver quem as habite" (Sofonias 3:6).

Este texto foi extraído do estudo "A Volta de Jesus", capítulo intitulado "A Terra Destruída", da Série O TERCEIRO ANJO, disponível neste site.

A palavra abominação, segundo o site wiktionary.org/wiki é: 1. ação ou efeito de abominar; 2. intensa repulsa; 3. pessoa ou coisa abominável, detestável, execrável. O exemplo dado para ilustrar o significado da palavra é exatamente um texto bíblico: "Balança enganosa é abominação para o Senhor, mas o peso justo é o seu prazer" (Provérbios 11.1). É a mesma definição encontrada na 3ª Edição do Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa.

Se alguma coisa é detestável, execrável, ela pode ser chamada de abominação. Existem inúmeras situações e coisas que a Bíblia Sagrada afirma serem abomináveis a Deus. Ao enfocarmos esse tema não é nosso objetivo fazer qualquer tipo de juízo e nem condenar pessoas ou instituições, mas abrir a Palavra de Deus sobre o assunto e fazer uma séria advertência, pois é um assunto recorrente nos dias atuais, onde incontáveis multidões vivem na prática muitas vezes inconsciente daquilo que causa grande tristeza e desonra aos olhos de Deus e que, finalmente, há de resultar nos Seus juízes sobre um mundo condenado.

Tudo que foge dos princípios da justiça e da verdade é aborrecível aos olhos de Deus. Mas algumas coisas transcendem a esse sentimento e são expressos como execráveis aos olhos do Eterno: balança enganosa (Prov.11:1), altivez de coração (Prov. 16:15), pesos e medidas diferentes (Prov. 20:10), perversidade de coração (Prov. 11:20), a injustiça (Deut. 25:16), as imagens de escultura (Deut. 7:25), opressão ao pobre e necessitado, levantar os olhos para os ídolos (Eze 18:12), os lábios mentirosos (Prov. 12:22), a consulta aos mortos (Deut. 18:11 e 12).

Mas, a abominação que é o tema do presente estudo é a que trata da homossexualidade que tomou conta da terra e que hoje toma proporções universais, trazendo polêmica e dividindo opiniões em todo o mundo. Como é que Deus trata este assunto em Sua Palavra Sagrada? Eis a resposta dada pelas próprias Escrituras:

"Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é" (Lev. 18:22). Para não deixar dúvidas sobre a ordem taxativa, ela é repetida com mais ênfase, acrescentando a consequência à sua desobediência: "Quando também um homem se deitar com outro homem, como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles". (Lev. 20:13).

Alguém poderia dizer que são palavras e mandamentos do Antigo Testamento e que caducaram ou deixaram de ter aplicação nos tempos pós-apostólicos e nos dias atuais, de tolerância e modernidade. Mas a Palavra do Deus que não muda permanece viva e não deixa dúvidas quanto à sua atualidade.

Paulo, o apóstolo dos gentios, é igualmente direto, firme, não permitindo que suas palavras sejam distorcidas ou mal interpretadas. Ele afirma: "E, semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro" (Rom. 1:27).

Ele deixa claro o resultado e consequências desta prática antinatural e iníqua: "E, como eles se não importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm"; os quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas consentem aos que as fazem" (Versos 28 e 32).

Muitos se iludem, imaginando que a misericórdia de Deus encobrirá a transgressão. Olhem estes para a cruz. A Palavra de Deus se cumprirá de maneira inexorável. Tudo que era possível fazer para a salvação foi feito. A majestade do Céu deixou a adoração de todo o universo, humilhando-se ao assumir a natureza humana para sofrer a horrenda e humilhante morte na cruz. É impossível para Deus salvar o homem que não se arrependeu, porque, como está escrito, " ao culpado não tem por inocente" (Naum 1:3). E o culpado impenitente não se deve enganar ou iludir com o pensamento de que seu pecado ficará impune, pois as Escrituras não deixam lugar a dúvidas: "Não erreis, Deus não Se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará (Gálatas 6.7).

Na mesma linha de pensamento estão relacionadas algumas classes de pessoas, dentre as quais se destacam claramente os homossexuais que, se não se arrependerem estarão para sempre perdidos: "Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores, herdarão o reino de Deus" (I Cor. 6:10).

Mas a misericórdia de Deus convida ternamente a todos ao arrependimento e perdão, graciosamente oferecido pela longanimidade paternal de um Deus que Se deleita em perdoar e trazer de volta o filho que se desviou, justificando-o: "E é o que alguns têm sido, mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus e pelo Espírito de Nosso Deus" (I Cor. 6:11).

Quando o mandamento de Deus é esquecido e pisado; quando a imoralidade, a promiscuidade e a corrupção moral se tornam tão banais ao ponto de tudo se tornar aceitável e "normal" é que se faz necessária esta advertência.

Existe a possibilidade de serem distribuídos pelo MEC kits de propaganda homossexual, destinados a crianças de 7 a 10 anos, o que é inadmissível, pelo menos para pessoas que temem a Deus e crêem sinceramente na Sua Sagrada Palavra e mandamentos morais.

O Jornal CORREIO BRAZILIENSE publicou a matéria que deu origem à manifestação de revolta de um deputado, contida no endereço eletrônico seguinte:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=sdfcWG-1XAY#t=366

Não temos nenhuma dúvida de que Deus ama ao homossexual, ao estuprador e ao doente. O que temos certeza, entretanto, por Sua manifestação através das Sagradas Escrituras, é que Ele aborrece e abomina o homossexualismo, o estupro e a doença. Porisso nosso texto é como um aviso aos pais, para que possam se precaver contra o ataque que se pretende fazer contra nossas crianças. É, também, um convite à mudança e ao arrependimento e uma advertência àqueles que insistirem em sua conduta contrária aos princípios ordenados por Deus.

Àqueles que ignorarem ou desprezarem o conselho e convite, eis o resultado que fatalmente irão colher:

"Porventura envergonham-se de cometerem abominação? Não; de maneira nenhuma se envergonham, nem sabem que coisa é envergonhar-se; portanto cairão entre os que caem e tropeçarão no tempo em que eu os visitar, diz o SENHOR" (Jeremias 8:12).

VEJA REPORTAGEM COMPLETA NO ENDEREÇO:

http://www.ogalileo.com.br/noticias/nacional/video-mec-fara-propaganda-do-homossexualismo-para-criancas-de-7-a-10-anos

O kit gay conterá um DVD com uma história onde um menino vai ao banheiro e quando entra um colega, ele se diz apaixonado pelo mesmo e assume sua homossexualidade, se dizendo Bianca. Veja vídeo e matéria completa a respeito deste tema, no mínimo estranho, polêmico.

O deputado Jair Bolsonaro (RJ) reage de forma veemente, em plenário, a essa vergonha que foi firmada em um convênio entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos), conforme publicou o Correio Braziliense.

Toda a terra está unida numa crença que é tema comum de todas as religiões do mundo ou de “quase” todas as religiões do mundo, hoje. Católicos, protestantes, espíritas, muçulmanos, judeus, budistas, hinduístas, todos acreditam que o homem é imortal, ou que ele tenha uma alma imortal. É importante notar-se que hoje esta expressão se mistura e se confunde com a palavra “espírito”, que para muitos tem o mesmo significado, o que não é verdade.

Para começar é necessária a compreensão do óbvio: qual o significado das palavras “alma” e “imortal”. A primeira tem muitos significados, mesmo figurativos, que na presente explanação deixarão de ser considerados. Vamos buscar o seu significado que ora interessa, ou seja, na questão religiosa. Para isto a melhor e mais confiável fonte é a Bíblia Sagrada.

Quando apareceu pela primeira vez nas Escrituras Sagradas a palavra alma? É interessante salientar que nessa mesma ocasião apareceu simultaneamente a palavra “espírito” e que por esta mesma razão as duas palavras não podem significar a mesma coisa, são diferentes, uma da outra.

Ao preparar nos quatro primeiro dias da criação o ambiente para receber os seres vivos aqui na terra Deus afirmou que o que fizera era bom. No quinto e sexto dias da criação, sempre pelo poder de Sua palavra, Deus fez surgir os animais. E todos eles, à exceção do homem foram criados pelo poder de Sua palavra. E todos os animais, répteis, aves, animais marinhos, gado, foram chamados de ALMA VIVENTE.

Somente o homem foi criado de maneira diferente, não pelo poder de Sua palavra, mas por Sua ação direta. Está escrito: “E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme à nossa semelhança.; e domine sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. E criou Deus o homem à Sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.” (Gênesis 1:26 e 27).

Ao sujeitar toda a criação ao domínio do homem Deus lhes proveu o tipo de alimentação: “E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dá semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto de árvore que dá semente, ser-vos-á para mantimento. E a todo o animal da terra, e a toda a ave dos céus, e a todo o réptil da terra, em que há ALMA VIVENTE, toda a erva verde será para mantimento. E assim foi” (Versos 29 e 30).

Toda a criação surgiu pelo poder da palavra de Deus. Somente o homem foi criado de forma diferente. Como foi, então, criado o homem? A palavra sagrada é claríssima, para que nela crê: “E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em seus narizes o fôlego da vida; e o homem foi feito ALMA VIVENTE”. O Divino Escultor moldou do pó da terra uma perfeita escultura. A criatura prestes a receber vidaestava completmente acabada, com todos os seus órgãos prontos, como um computador com todos os seus programas, faltando apenas ser ligado à energia. E era somente a energia vital que faltava para insuflar-lhe a vida. E ao assoprar-lhe o fôlego da vida, ou O ESPÍRITO, como é traduzido em todos os idiomas, em todas as línguas, vivas ou mortas, antigas ou modernas, Deus fez do homem uma ALMA VIVENTE.

O homem, portanto, NÃO TEM uma ALMA ou ALMA VIVENTE. Ele É uma ALMA ou ALMA VIVENTE, assim como todos os animais. Por mais insólito, desconcertante ou chocante que possa parecer é a verdade bíblica clara, direta, indiscutível. Portanto, a escultura sem vida, o corpo inanimado quando recebeu o sopro vital ou o espírito de vida, transformou-se numa alma vivente.

Está, portanto, explicado o significado da palavra alma. Ela é um corpo dotado de vida, ou de fôlego, ou de espírito. Tanto é verdade que quando o homem morre, diz-se que ele “expirou”. E o que ocorre, então? Eis a resposta: “O pó volta à terra, como o era, e o espírito volta a Deus, que o deu” (Eclesiastes 12:7). É como uma lâmpada. Quando está ligada à energia está acesa, viva. Quando desligada, apaga e a energia volta à fonte energética, vital ou a usina que a gerou.

E a palavra ETERNA, o que significa? Perene, perpétua, imarcescível, sem fim. Ora, voltando para nossa fonte da verdade, a Bíblia Sagrada, o que ela afirma a este respeito? Possui o homem ou algum ser a imortalidade? A resposta também é clara, direta, não pode ser discutida, sob pena de lançarem-se dúvidas à Palavra de Deus. Ela afirma categoricamente quem possui a imortalidade: “O único poderoso Senhor, Rei dos reis e Senhor dos senhores; AQUELE QUE TEM, ELE SÓ, A IMORTALIDADE, e habita na luz inacessível...” (I Timóteo 6:15 e 16).

Deus afirma, solenemente, por meio de Sua Palavra: "Eis que todas as almas são minhas; como a alma do pai, também a alma do filho é minha: a alma que pecar, essa morrerá" (Ezequiel 18:4). Qual é o significado dessa afirmação tão direta?

Então cabe a pergunta: criou Deus o homem para descer à sepultura, para morrer ou para viver eternamente? A resposta também é clara e está no contexto de todo o plano do resgate do homem ao poder da morte, ou do plano da redenção. Deus criou o homem, como um ser inteligente, livre e feliz, para viver eternamente. Mas a sua vida eterna era condicionada à obediência. Se obedecesse à determinação clara e expressa do Criador, viveria. Se desobedecesse, morreria. Ele desobedeceu e por isso conheceu a morte. Está aqui a grande questão levantada no próprio título deste estudo, sobre quem é o grande mentiroso, se é Deus, ou se é Satanás, pois esta questão começou no Éden.

O santo par, ao ser colocado no seu lar edênico e perfeito, gozando de completa felicidade e íntima comunhão com o Seu Criador, foi por Ele abençoado: “Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo animal que se move sobre a terra”. (Gênesis 1:28). Não se pode determinar o tempo de paz, alegria, amor e liberdade que durou a sua vida naquele jardim especialmente preparado por Deus para eles. A vida a eles outorgada deveria ser eterna, mas sob uma condição: A OBEDIÊNCIA. Tudo lhes era permitido, sua liberdade era total. Somente uma restrição lhes foi imposta.

“E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás; PORQUE NO DIA EM QUE DELA COMERES, CERTAMENTE MORRERÁS (Gênesis 2:16 e 17).

Tempos depois Satanás, travestido como o primeiro médium da história numa serpente, aproveitou-se do descuido da mãe de nossa espécie e do alto da árvore proibida colheu e comia do seu fruto. Perplexa pelo inusitado acontecimento, mais surpreendida ficou quando ouviu a serpente “falar”. “E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim? E disse a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim comeremos, mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, NEM NELE TOCAREIS, para que não morrais” (Gênesis 3:1 a 3).

Satanás sentiu a sua oportunidade ao ver que a mulher havia mudado, acrescentado alguma coisa à determinação dada por Deus. O Senhor não proibira que SE TOCASSE no fruto daquela árvore. A proibição era de o COMER. Zombando do seu temor fez ver a ela que comendo do fruto ele não morrera, pelo contrário obtivera o dom da fala e muitos outros dons que Deus lhes havia negado. Colocando em sua mão o fruto insistiu com ela para o comer, argumentando que havia nele tocado e que não morrera. “Então a serpente disse à mulher: CERTAMENTE NÃO MORREREIS (Gênesis 3:4).

Estas duas afirmações desde então ecoam aos ouvidos da humanidade. Seis milênios se passaram. O homem perdeu o direito à vida eterna, privado do fruto da árvore da vida, expulso do Éden, condenado à morte. Ora, o que é a morte? É a ausência da vida. A sepultura, o esquecimento, a perda do inestimável dom da vida. Mas Deus amava aquele casal de tal maneira que resolveu morrer em seu lugar, pagando o preço da desobediência, para que a Sua justiça eterna não fosse pisada. Era a manifestação da graça. Para que não permanecesse para sempre na sepultura Ele viria como homem para viver a vida perfeita que Sua eterna Lei requer e pela Sua morte dar novamente o direito a que o homem voltasse a viver, no dia da ressurreição futura.

Na plenitude dos tempos Jesus veio, viveu, morreu, ressuscitou e subiu aos Céus. E prometeu que voltará para cumprir o plano da redenção do homem. Dar a ele novamente o dom da vida, como ela era quando lhe foi doada, eliminado o pecado e os seus efeitos. Exterminado Satanás, o grande mentiroso e enganador e todos aqueles que se decidiram a segui-lo em lugar de escolher ao Redentor, o homem voltará ao primeiro domínio, numa terra renovada, livre do pecado, da corrupção, dos sofrimentos e da morte que estará para sempre vencida.

Jesus afirmou: “Eu sou o que vivo e fui morto, mas aqui estou vivo para todo o sempre. E tenho as chaves da morte e da sepultura “(Apocalipse 1:18). “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” (João 11:25).

Jesus é a verdade. Ele disse, enfaticamente: “Eu sou o caminho, e a VERDADE, e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6). Ele disse, mais: “O diabo não se firmou na verdade, porque não há verdade nele; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é MENTIROSO, e PAI DA MENTIRA (João 8:44).

O dogma da imortalidade inerente da alma afronta ao Criador e à Sua palavra. Os homens, renegando as verdades anunciados pelos profetas e apóstolos hebreus e pelo próprio Deus feito homem, preferem acreditar em filósofos gregos, babilônios e persas, que herdaram das mais antigas civilizações rebeldes esta falsa doutrina, que tomou conta de todo o mundo. Foi por sua causa que se criou a crença num purgatório de sofrimentos que Jesus não conseguiu expiar e a condenação num inferno eterno de sofrimentos monstruosos e inconcebíveis.

Foi por ele que se originaram os deuses pagãos e os “santos” católicos. É por ele que multidões se aglomeram em igrejas e sinagogas, não agradecidos pela redenção conquistada por um Pai infinitamente amoroso, mas constrangidos pelo temor do castigo de um ser malévolo ao qual, honestamente não podem amar.

É ele a causa e origem das crenças espiritualistas e do espiritismo moderno, que dispensa a graça e o sacrifício expiatório de Jesus, negando-O como Deus e Salvador e relegando-o à condição de maior espírito de luz criado e nosso mestre e ensinador, jamais nosso Salvador, pois que cada um tem que purgar e pagar por suas culpas pelo mal aqui praticado. Pela reencarnação é negado o ensinamento da ressurreição. A Bíblia Sagrada é colocada de lado como obsoleta, desnecessária e inútil.

Resta a pergunta: Deus afirmou uma coisa e Satanás atrevidamente afirmou o contrário. Um dos dois mentiu. Responda sinceramente, do fundo de sua alma: prá você, quem é o mentiroso?

Lembre-se: Não existem duas verdades. Não é porque uma doutrina ou filosofia seja mais agradável a quem quer que seja que ela é verdadeira. Infelizmente, entretanto, muitos são enganados e preferem conviver com o engano do que enfrentar, aceitar e viver a verdade. Mesmo que esse engano seja ofensivo ao caráter do misericordioso Senhor da Glória.


A palavra dízimo, segundo o novo dicionário AURÉLIO da língua portuguesa em sua 3ª. Edição revista e atualizada é assim definida: [Do lat. decimu.] S.m. 1. A décima parte.
A Wikipédia – A Enciclopédia livre da internet manifesta-se sobre a origem bíblica da expressão da seguinte forma: Origem do Dízimo Religioso
“O Dízimo nas religiões Abraâmicas foi instituído na Lei de Moisés, estipulado para manter os sacerdotes e a tribo de Levi, que mantinha o Tabernáculo e depois o Templo, já que eles não poderiam possuir herdades e territórios como as outras tribos. Também o dinheiro era usado para assistir os órfãos, viúvas e os pobres. Depois da destruição do Templo no ano 70 DC a classe sacerdotal e os sacrifícios foram desmantelados, assim os rabinos passaram a recomendar que os judeus contribuissem em obras caritativas.” (Wikipédia - A Enciclopédia livre da Internet).

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