A questão do inferno eterno não é uma questão banal e que possa ser levianamente deixada de lado. Por esta razão é que diversas vezes tenho tratado desse tema em meus escritos e sempre com a consciência de sua importância e de minha responsabilidade com relação a ele e com a verdade revelada por Deus.


Não podem existir duas ou mais verdades com relação a um assunto qualquer. A verdade é a verdade, gostemos dela ou não. Não importa a minha opinião pessoal ou preferência por esta ou por aquela interpretação sobre qualquer assunto.


O Deus revelado na Bíblia e na natureza e que criou o universo e a vida jamais poderá ser objeto de estudo, pois a Sua natureza, poder, sabedoria e misericórdia estão e sempre estarão longe da compreensão de seres criados – anjos ou homens – no transcurso de toda a eternidade.


As coisas que Ele permitiu ao homem conhecer e compreender estão no Livro Sagrado. Existem hoje interpretações variadas sobre variados assuntos, a maioria delas surgidas por interesses contrários aos manifestos no Calvário. A Bíblia Sagrada é sua própria intérprete. Não posso aceitar, sem violência à minha consciência, qualquer acréscimo ou supressão no Livro de Deus, como a humana tradição ou qualquer outra alteração feita por pessoas ou instituições, seja qual for a intenção, interesse ou objetivo por elas manifestados.


Estas razões introdutórias se fazem necessárias para responder a um comentário relativo à matéria INFERNO E PURGATÓRIO, recentemente publicada neste site. E para respondê-lo com o respeito e apreço que nos merecem todos os contatos que nos honram com sua participação é que emitimos as seguintes considerações.


Para Deus não existem meios-termos, ou pecados grandes e pequenos. É verdade que existem gradações de atos delituosos e de transgressões, com conseqüências maiores ou menores e diferentes graus de culpabilidade. Mas o que importa, na realidade é o seguinte: O ato está de acordo com os princípios morais de Deus e de Sua sagrada Lei? Estou honrando ou desonrando ao Meu Pai e Criador com a minha conduta e testemunho pessoal?


Foi assim no Éden. Por um ato aparentemente sem importância o homem desobedeceu à ordem do Criador: Se comesse o fruto proibido o homem teria que morrer. Ele comeu, transgrediu o mandado do Senhor e foi condenado à morte, que é a perda do direito à vida.


Assim ele não apenas trouxe maldição para si, mas para toda a sua descendência, a raça humana e para toda a terra e a vida nela existente. Veio a expulsão do Éden, o primeiro homicídio, a degeneração do gênero humano, a completa corrupção que culminou com o dilúvio universal e que extinguiu a vida de milhões de pessoas e de quase toda a vida na terra, à exceção da que fora preservada na arca.


Mas Deus não destruiu o mundo de então pela ira ou por um sentimento de retaliação ou um objetivo de castigar a raça culpada. Ele o fez para preservar a Sua promessa de redenção, feita no Éden, quase que completamente esquecida pelos habitantes da terra. A humanidade teria nova oportunidade. Mas ao cabo de poucas gerações da tragédia do dilúvio novamente a rebelião se instalou no coração dos homens.


As conseqüências estão relatadas na história das civilizações. Guerras fratricidas, maldades sem conta, devassidão e imoralidade que tiveram seu ápice, à semelhança dos dias de Noé, nos dias e na história de Sodoma e Gomorra e têm o seu fiel espelho nos dias de hoje. Muitos homens e sociedades se destacaram na impiedade e na ingratidão ao Criador: Assírios, babilônios, egípcios, persas, gregos, romanos etc. desviando-se dos ensinamentos e da adoração do único Deus e criando para si deuses e doutrinas que hoje estão incorporadas ao próprio cristianismo nominal e popular.


E mais: O esquecimento da promessa feita no Éden pelo próprio Criador, de que Ele viria em um dia futuro habitar entre os homens, oferecer a Sua vida para que a sentença de morte pudesse ser aplicada a Si, e Sua amada criatura e a sua descendência, que nEle acreditasse e, aceitando o Seu sacrifício, pudesse voltar do pó em viera a jazer, depois de uma vida num mundo amaldiçoado pelo pecado.


E o maior de todos os crimes: O assassínio do próprio Deus feito homem, por aqueles a quem Ele viera salvar. O Criador veio para os que eram Seus, mas eles não O aceitaram. Cumpriu, então, parte de Sua promessa e garantiu que VOLTARIA para restabelecer o homem ao primeiro domínio, vencida a morte e a sepultura, recriando a terra edênica e cumprindo o Seu propósito de ter um mundo cheio de filhos que irão viver eternamente, vencida a maldição do pecado e a morte.


Qual o prêmio para a obediência e a aceitação desse sacrifício? A vida eterna, na ressurreição por ocasião de Sua volta. Qual o castigo pela sua rejeição? A morte eterna, da qual não haverá mais ressurreição ou lembrança. Onde ficaria, portanto, o inferno e o purgatório, invenções diabólicas de povos inimigos de Deus e que tentaram manchar o caráter misericordioso do Príncipe da Paz com as características do Príncipe das trevas, este sim, capaz de idealizar tais lugares de castigo, para satisfazer sua maldade e inimizade contra Deus e Seus filhos.


A coisa mais perigosa para a salvação do homem é o desconhecimento das Escrituras Sagradas ou o seu conhecimento deturpado. Existem incontáveis pessoas que parecem desejar ardentemente a existência desse monstruoso lugar, onde as infelizes criaturas que rejeitaram o sacrifício de Deus padeceriam por todos os séculos da eternidade por uma breve vida de impiedade aqui na terra.


A esses, o conselho para fazerem uma reflexão e buscarem conhecer o benévolo caráter do Criador e saber realmente a quem estão servindo ao propagar essas doutrinas anticristãs. Elas podem afetar a nossa cosmovisão de um Deus misericordioso e de nosso futuro eterno e, ainda, sugerir que o Príncipe da Paz, cuja maior glória reflete-se na Sua bondade e misericórdia seja um ser colérico e iracundo, atento a qualquer falha de Suas criaturas para as punir cruel e exemplarmente, tirando do nosso coração o amor natural por ele implantado e colocando em seu lugar um sentimento de medo, apreensão e mesmo de ódio e temor até inconsciente.


Muitos se referem aos suicidas, como no comentário que deu origem a esta matéria, como que desejando ou dando a impressão de querer a continuidade do sofrimento que lhes pôs termo à vida. Não me parece razoável imaginar que uma pessoa coloque fim à própria vida por estar ou sentir-se feliz. Parece-me mais lógico imaginar que o ato tresloucado foi praticado por alguém possuidor de sentimentos de profunda infelicidade, insanidade, desespero ou total desencanto pela vida ou fraqueza moral e espiritual. Em vez de nutrir por eles um sentimento e desejo de perpetuar o seu sofrimento parece mais humano e cristão lamentar o seu ato extremo e ter no coração um profundo sentimento de perda pelo acontecimento funesto e pela tragédia familiar que ele fatalmente vem desencadear. Estou absolutamente certo de o coração que mais sofre com estas tragédias é o coração do Pai que lhes havia dado a vida da qual abdicaram.


Deus é amor e justiça. O “Juiz de Toda a Terra” não julgará segundo as aparências, mas segundo o coração. Ele não Se deixa enganar. Aqueles que não tiverem aceitado o Seu sacrifício serão consumidos no lago de fogo, mencionado no Livro da Revelação, o Apocalipse. Os sodomitas, os Judas, os malditos, os “diabinhos”, e todos os criminosos e ímpios irreconciliáveis serão, juntamente com Satanás e todos os seus seguidores, anjos e homens, completamente destruídos por aquele fogo que os destruirá – raiz e ramos – para toda a eternidade. (Malaquias 4:1).


Este ato de destruição é chamado no Sagrado Livro de Deus de “o seu estranho ato e a sua estranha obra”, porque o coração do sublime amor não tem prazer na morte do ímpio, mas o Seu desejo maior é que o ímpio se arrependa de sua impiedade e viva. (Isaías 28:21 e Ezequiel 33:11).


A destruição final do ímpio tem um propósito profilático, de defender os justos em uma nova terra sem pecados, onde habita a justiça, assim como se faz com um câncer, quando um cirurgião o extirpa, para que ele não se espalhe e nem contamine outros órgãos. É como separar uma laranja podre de outras saudáveis. O contato de uma colocaria em perigo de apodrecimento das outras. É por esta razão que a Palavra de Deus assim esclarece este fato: "Ainda que se mostre favor ao ímpio, nem por isso aprende a justiça; até na terra da retidão ele pratica a iniquidade, e não atenta para a majestade do Senhor" (Isaías 26:10).


Certamente que o ímpio não encontraria prazer na pureza do Reino de Deus. Assim como na construção do templo de Jerusalém as pedras eram preparadas fora e somente depois levadas para a construção, assim também o caráter do cidadão daquele reino tem o seu caráter preparado antes de dele tomar posse. Ele não será transformado "depois" que Jesus voltar.


Nesse sentido é que a destruição de Satanás e de todos os ímpios claramente ensinada na Bíblia Sagrada será um ato de misericórdia até para estes condenados à eterna morte, dos quais não restará mais nem a lembrança. Ao destruí-los para sempre a Palavra de Deus afirma, com relação àqueles que os amaram aqui na terra, amigos e parentes queridos: "E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas" (Apocalipse 21:4).


São palavras de consolo, conforto e misericórdia. Não são palavras que indicam o contínuo sofrimento de pais que contemplassem o eterno sofrimento de filhos amados a quem soubessem condenados a um eterno e desesperançado sofrimento.


As pessoas salvas não perderão, no paraíso de Deus, os sentimentos de misericórdia e de compaixão, que a doutrina do inferno eterno parece insinuar. Pelo contrário, o homem, voltando ao primeiro domínio terá em sua natureza NOVAMENTE inculcada a “imagem e semelhança” de Seu Criador, perdida pelo pecado de Adão. Assim como DEUS É AMOR, podemos ter a absoluta certeza de que, resgatado pela eterna graça poderemos também afirmar, na terra renovada: O HOMEM É AMOR.


Ao prezado comentarista que nos honrou com o seu comentário e a todos que venham a ler estas considerações sugerimos a leitura de todo o texto contido na matéria “RESSURREIÇÃO OU REENCARNAÇÃO”, neste mesmo site, no tópico “SÉRIE O TERCEIRO ANJO”.


A Palavra de Deus sempre se utilizou da figura de uma mulher como símbolo de uma igreja. A mulher pura simboliza a verdadeira igreja de Deus, assim como uma prostituta representa uma igreja falsa, mundana, adúltera, apóstata.


Ao antigo Israel, ainda em seu tempo de graça, disse o Senhor: "Porque o teu Criador é o teu Marido; o Senhor dos Exércitos é o Seu nome; e o Santo de Israel é o teu Redentor; Ele será chamado o Deus de toda a Terra. Porque o Senhor te chamou como a mulher desamparada e triste de espírito, como a mulher da mocidade que é desprezada, diz o Senhor "(Isaías 54:5-6). No entanto, ao se afastar dos caminhos do Senhor, foi aquela nação comparada a uma prostituta e todo o capítulo 16 do profeta Ezequiel retrata fielmente esta imagem.


Referindo-se a Jerusalém e a toda aquela nação, a Palavra do Senhor expressa a tristeza pungente do Criador, ao declarar dela: "Foste como a mulher adúltera que, em lugar de seu marido, recebe os estranhos" (Ezequiel 16:32).


O livro do Apocalipse nos capítulos 2 e 3 resumem a história da Igreja Cristã em sete períodos diferentes. Em cartas dirigidas a igrejas simbólicas, o Senhor Jesus antecipa os acontecimentos mais marcantes da Sua Igreja, desde o período apostólico até ao tempo do fim. E no capítulo 12 a pureza da Igreja de Deus é representada por uma mulher com qualidades extraordinárias: Uma mulher vestida do sol, tendo a lua embaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça (Apocalipse 12:1).


O estar a Igreja vestida de sol representa a justiça de Cristo, como está escrito: "Mas para vós, que temeis o Meu, nome nascerá o Sol da Justiça, e salvação trará debaixo das Suas asas"... (Malaquias 4:2). A coroa de doze estrelas simboliza os 12 apóstolos de Jesus. A lua embaixo de seus pés é toda a antiga dispensação judaica, com todos os seus símbolos e a sua tipologia apontando para Jesus Cristo, o Messias prometido.


Assim como a lua não tem luz própria, mas reflete a luz do sol, todos aqueles símbolos, os holocaustos e cerimônias típicas serviram para iluminar os tempos do Antigo Testamento, revelando a natureza do sacrifício do Cordeiro de Deus. Assim como a lua ilumina a Terra até que apareça o sol, aquele antigo sistema iluminou, conforme as instruções do próprio Deus, toda a Antigüidade, até que nasceu o Sol da Justiça, Jesus Cristo. A partir de então, não mais seria necessária a luz da lua, ofuscada pelo aparecimento do sol, que irradia sua própria luz.


Perseguida durante 1.260 anos pelo dragão, que representa um poder político-religioso que dominou o mundo e as consciências durante toda a Idade Média, a Igreja de Deus foi preservada e sobreviveu na sua pureza imaculada. As provas e os testemunhos históricos irrefutáveis desta afirmação serão apresentados no capítulo sétimo desta obra: A História de Roma e o Anticristo .


O capítulo 12 de Apocalipse, antes mencionado, deixa de maneira indiscutível estabelecido que, na era cristã, a verdadeira igreja não é a igreja dominante e aliada aos poderes seculares, mas uma igreja perseguida, porém fiel aos princípios do Evangelho Eterno de Nosso Senhor Jesus Cristo.


Durante os cinco primeiros séculos da era cristã havia uma única igreja, chamada Igreja Cristã, em todo o mundo. Ao tornar-se o Cristianismo a religião oficial do Império Romano, conforme registros históricos, a Igreja mudou de nome, de destino e de propósitos. Passou a chamar-se Igreja Romana. A mulher se prostituiu, traindo a Cristo, o seu Marido e unindo-se a Roma, o Seu assassino, de quem herdou o nome.


O Cristianismo nominal a partir do sexto século depois de Cristo aliou-se aos poderes do mundo, deixando a pureza do Evangelho Eterno. Durante mais de 1.000 anos constrangeu as consciências, perseguiu e matou, acusando de hereges, centenas de milhares de fiéis testemunhas de Deus que se mantiveram fiéis e substituiu os ensinamentos puros das Escrituras, misturando-os com as práticas espúrias do paganismo.


Ora, depois deste tão longo período de trevas morais e perseguição, o mundo foi libertado dos grilhões do dragão referido, que é a mesma besta mencionada em outros capítulos das Escrituras e que será objeto de minuciosos estudos no sétimo capítulo deste trabalho, já citado.


O movimento conhecido como Reforma Protestante teve como responsáveis heróis da fé de vários lugares do mundo, em épocas diferentes. Estes líderes, sacudindo de si o jugo romano, fundaram igrejas com denominações diferentes e, não raro, com doutrinas também distintas, umas das outras. Ocorre que, ao sair do seio da grande prostituta , muitas, infelizmente, ainda levaram consigo algumas das práticas e doutrinas de Babilônia que constituem o vinho de sua abominação.


Hoje, por esta causa, a fé religiosa parece tão confusa e desconcertante, que o povo não sabe o que crer como verdade. Não fosse isso e multidões seriam convencidas e convertidas pelas verdades claras e penetrantes da Palavra de Deus. Mas a Bíblia Sagrada, a Santa Palavra de Deus não deixa dúvidas, para quem quiser identificar e separar a verdade do erro.


O que é a grande prostituta mencionada no último livro de revelação e advertência de Jesus? Um anjo falou com o apóstolo do Apocalipse e disse-lhe: "Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas . Eu te direi o mistério da mulher, e da besta que a traz, a qual tem sete cabeças e dez chifres (...) ... as sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada . As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, e multidões, e nações e línguas . E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da Terra" (Apocalipse 17:1, 7, 9, 15 e 18).


Qual a cidade que dominava sobre todo o mundo nos dias de João, quando ele recebeu estas revelações? Qual a cidade cujos sete montes são mundialmente conhecidos e até constituem motivo de propaganda turística? A resposta é por demais evidente: Roma. E qual é a mulher ou igreja que está assentada sobre Roma e dominam sobre multidões de todas as nações, povos e línguas? Somente quem não quiser é que não irá discernir sobre as verdades da revelação tão misericordiosamente providas por Jesus Cristo para prevenir e livrar os Seus filhos fiéis dos últimos e grandes enganos que sobrevirão ao mundo.


Por esta razão é que a urgente mensagem, convite e advertência do Senhor hoje são: "Saí dela, povo Meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas" (Apocalipse 18:4). Tal mensagem identifica de maneira clara que o Senhor tem um povo, filhos Seus sinceros que fazem parte de sistemas religiosos que abrigam erros doutrinários, mas que amam sinceramente ao seu Deus. Tais pessoas sairão de Babilônia alegremente e unir-se-ão com o Israel de Deus, a Igreja remanescente, para aguardar a volta do seu Senhor.


Assim como está claramente identificada no último livro da Bíblia Sagrada a grande prostituta , também a mulher pura – a Igreja que constitui e representa Israel nos dias presentes – tem os seus característicos manifestos através da Palavra de Deus: "E o Dragão irou-se contra a mulher e foi fazer guerra ao resto da sua semente: os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus" (Apocalipse 12:17). E para que não houvesse nenhuma dúvida a esse respeito, a Divina Inspiração declarou, referindo-se aos que seriam hoje as testemunhas de Jesus: "Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus" (Apocalipse 14:12).


São dois, portanto, os característicos do Israel de hoje. E estes característicos eram os mesmos do Israel antigo. Ainda hoje os judeus guardam os mandamentos de Deus, mas não têm a fé de Jesus, a Quem rejeitaram. Não possuem, portanto, os requisitos da profecia, da Santa Palavra de Deus.


Contrariamente, a maioria dos cristãos, hoje, professa terem a fé de Jesus, mas não guardam os mandamentos de Deus. Declaram estar os mesmos abolidos pela graça ou mesmo não serem mais necessários, esquecendo-se que Deus não muda, bem como não mudam os Seus princípios. Estes também não possuem todos os requisitos manifestos na profecia, que identificam o verdadeiro Israel de Deus.

.

"Portanto, as condições da vida eterna, sob a graça, são hoje exatamente as mesmas que eram no Éden, antes da queda dos nossos primeiros pais: perfeita obediência à lei de Deus, perfeita justiça, harmonia com Deus e Seus princípios. A norma de caráter apresentada no Antigo Testamento é a mesma apresentada no Novo. Se a vida eterna fosse concedida sob qualquer condição inferior a essa, correria perigo a felicidade do Universo todo. Estaria aberto o caminho para que o pecado, com todo o seu cortejo de infortúnios e misérias, se imortalizasse" (WHITE, Ellen G., Caminho a Cristo, p. 62).


O carnaval brasileiro é a maior festa popular do mundo, sem a menor dúvida. Turistas do mundo todo aqui aportam atraídos pela beleza, alegria e descontração que ele oferece. Mas a maioria não apenas dos turistas e estrangeiros, o que os atrai é algo semelhante do que atrai a mariposa ao encontro da lâmpada que a consome. É o turismo sexual, a desenfreada busca dos prazeres da carne, a loucura coletiva que toma conta de multidões desvairadas, na busca frenética da alegria falsa que somente mais tarde irá trazer suas nefastas consequências.

As cidades onde a loucura coletiva, principalmente o Rio, São Paulo, Recife, Olinda e Salvador, onde a orgia é inocentemente denominada de folia, a devassidão consome as consciências e a libertinagem, o sexo livre, as bebedices e o consumo de drogas alcançam o seu clímax, sob as vistas das autoridades constituídas que as incentivam e que, em sua maioria, delas participam.

Pais levam suas crianças para se acostumarem e assim banalizarem a vitória dos rituais pagãos que trouxeram sempre destruição e tragédias em todas as épocas da civilização humana. É a própria História que isto atesta e comprova.

As propagandas oficiais recomendam o sexo com segurança, mostrando blocos estilizados de pessoas fantasiadas de "camisinhas". Outras simulam diálogos das pessoas com camisinhas em seus bolsos (homens) e bolsas (mulheres). E o mais incrível é que num desses diálogos, quando a camisinha suplica ao seu possuidor, um rapaz, que "não a deixe" ele promete que jamais irá deixá-la e dela se despede, porque sua "parceira" já vem chegando.

Então, para absoluta surpresa de qualquer pessoa comum e normal e mesmo como um choque, a parceira era um outro homem, com quem ele sai abraçado, numa clara apologia ao homossexualismo, prática profundamente ofensiva aos princípios morais determinados por Deus e contrários à própria natureza humana.

Aproveito para falar sobre este assunto enquanto posso, pois em breve as sanções legais fatalmente recairão sobre qualquer que, como eu, se atrever a falar sobre esse tema e será condenado por um crime chamado de discriminação ou coisa semelhante. Mas não sou eu quem condena esta prática. É o próprio Deus Todo-Poderoso, que criou o universo e todas as coisas que nele há, inclusive o que de mais importante nele existe: a vida.

Deus abomina a doença, mas ama ao doente. Da mesma forma o mesmo Deus ama o homossexual mas abomina o homossexualismo. São abomináveis aos Seus olhos a orgia, o crime, as drogas, a devassidão. Mas Ele ama ternamente o criminoso, o drogado e mesmo o traficante e o devasso. Mas Ele não os pode salvar nessa condição deplorável.

É necessário que mudem de vida, que renasçam para uma nova vida, com o arrependimento que Ele oferece, juntamente com o perdão e o poder para mudar de vida. Para isto Ele veio ao mundo, aceitou ser condenado a uma morte cruel e vergonhosa numa cruz e oferece a Sua vida em resgate a estes a quem Ele ama com um amor que transcende a qualquer entendimento humano.

Hoje as multidões enchem as praças aos milhões. Não pensam nas consequências de seus atos tresloucados. Dentro de nove meses as maternidades estarão lotadas de mães que nem mesmo sabem a identidade dos pais de seus filhos. As prisões se enchem, as tragédias do trânsito aumentam as estatísticas sombrias e tistes que enlutam os lares, por algo que muitos consideram uma festa inocente e sem maldade.
As procissões pagãs
hoje, como antigamente


Estas mesmas multidões que são chamadas de "foliões" dentro de algumas semanas estarão, aos milhões, acompanhando não um bloco carnavalesco, mas uma prática igualmente pagã, seguindo processões em que carregam e veneram esculturas de barro, madeira ou de metal, em busca de perdão, com um arrependimento de "Madalena arrependida", chorando lágrimas de crocodilo.

Agora não são mais chamados pela mídia de "foliões", mas com uma outra palavra aparentemente mais adequada. São chamados de "fiéis". Fiéis a quê, ou a quem? Este arrependimento de Judas a quem aproveita? Após as práticas litúrgicas da chamada "semana santa" estão preparados para novamente se transformarem em "foliões" no sábado de aleluia.

Estas palavras podem parecer duras mas nascem de um coração que ama e que sofre ao saber das consequências do abandono da verdadeira fé, do seu desconhecimento, e da maneira irresponsável e quase consciente com que caminham para o abismo e para a perdição.

O dilúvio universal que destruiu o mundo de então e a chuva de fogo que desceu sobre Sodoma e Gomorra foram determinados por um Deus que é amor mas que também é justiça. A condenação para uma geração má e corrupta está impendente e pronta para ser executada. As condições morais hoje são semelhantes às que trouxeram a perdição para as pessoas daquelas épocas.

Olhem para as grandes tragédias recentes, as guerras, as inundações, os terremotos, as pestilências, tudo como Jesus amorosamente advertiu com dois milênios de antecedência. As condições morais a que Ele se referiu são exatamente as que predominam nos dias de hoje.

Você meu amigo e irmão, que hoje é um folião e amanhã será um fiel nas procissões, que não experimentou o verdadeiro arrependimento e a verdadeira paz que vem da aceitação do Evangelho Eterno e de se abrigar nos braços do Pai de amor, a você é que se dirige o meu convite. Conheça a Jesus Cristo verdadeiramente. Conheça o seu Deus, o seu Pai que te ama com amor infinito e que te considera como o que há de mais precioso e importante nesse mundo. Deixe de ser um irresponsável ou despreocupado folião. Deixe de ser mais um fiel pagão. Procure saber o verdadeiro significado do saber e de ser transformado naquilo que verdadeiramente irá conceder o que seu coração não consegue na folia e nem nas procissões: o perdão e a paz com a sua consciência e com o seu Deus.

Seja aquilo que Deus espera de você: SEJA UM VERDADEIRO CRISTÃO!

O que você procura?

Carregando...

CONVITE

CLASSE BÍBLICA:
Estudos bíblicos, Apocalipse e Daniel.
Todos os domingos, às 19:00 hs.
LOCAL: Escola Adventista de Vila Nova
ENDEREÇO: Rua 208, nr. 450-Vila Nova
Participe gratuitamente!

Estudos Bíblicos

Loading...

Eventos Finais

Loading...