O Sétimo é também o Oitavo

Como é possível explicar a afirmação: E a besta que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição”? (Apocalipse 17:11). Esta resposta está na História de Roma e da humanidade nos últimos dois milênios, período abrangido pelas revelações do Apocalipse.


O império romano do ocidente, centralizado em sua capital Roma, ruiu no ano 476 da era cristã. Os dez povos bárbaros que politicamente constituíram o que hoje é a moderna Europa são representados tanto no livro de Daniel como no Apocalipse. O cristianismo tinha deixado sua pureza apostólica e havia se unido ao império caído, desde a época do imperador Constantino, o Grande, que o transformara na religião oficial do império romano. As práticas cristãs se misturaram com as práticas pagãs. A perseguição, o sacrifício e o martírio se mudaram em conforto, honraria e prosperidade. O cristianismo tornou-se uma religião cômoda, popular e próspera, jogando por terra os princípios do Evangelho Eterno.


No ano de 538 o bispo de Roma, apoiado pelo rei dos francos, Clodoveu, foi aclamado o chefe da igreja universal, agora intitulado PAPA, exercendo domínio absoluto por exatos 1.260 anos, chamado de Senhor dos Senhores, Deus na terra, Vigário ou substituto de Jesus Cristo, com o dom da infalibilidade e com poder no Céu e na terra, até mesmo para julgar os anjos, se esse fosse o caso. A Palavra de Deus se refere assim a respeito desse personagem: “O homem do pecado, o filho da perdição; o qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus” (II Tessalonicenses 2:3 e 4).


Estabeleceu leis próprias, os cânones católicos, por meio dos quais poderia condenar ou livrar do inferno a quem assim desejasse, quase sempre em troca de dinheiro. Igualmente, por um decreto seu poderia transformar pessoas, geralmente grandes doadores e membros da aristocracia em “santos”, objetos de adoração, com poder de exercer domínio e obrar milagres, ainda que fosse um notório e cruel pecador, como São Carlos, rei dos francos, historicamente conhecido como Carlos Magno, um soberano sabidamente cruel, tirano, adúltero, mas amigo de Roma, de quem era grande ajudador.


A história dos papas está tinta do sangue dos mártires, os verdadeiros servos de Deus, chamados em sua Palavra de “Santos do Altíssimo”, e de "hereges" por esse poder apóstata e anticristão. Herege era toda e qualquer pessoa que discordasse das doutrinas e determinações papais. O Tribunal do Santo Ofício, conhecido como a "Santa Inquisição", foi criado para combater os que fossem contra os princípios de Roma. Essa instituição forma o quadro mais vergonhoso da história da humanidade, suplantando muitos dos papas que a dirigiram, verdadeiros demônios em forma humana que afligiram o gênero humano, como Nero, Deocleciano e Hitler.


Esse poder - A Besta Romana - foi “ferido de morte” (Apocalipse 13:3) no ano de 1798 por Napoleão Bonaparte, imperador francês, quando enviou 10.000 soldados a Roma, comandados por um seu general chamado Berthier, que destituiu o papa Pio VI, que morreu dois anos depois exilado na cidade de Valência, deixando acéfalo o poder político, econômico e religioso que comandava.


Do ano de 538, ano de sua elevação até ao ano de 1798, ano de sua destituição, cumpriu-se o período revelado na profecia, em que este poder seria ferido de morte em sua sétima cabeça, ou a cabeça papal. O poder que lhe havia sido conferido pelo dragão, a antiga serpente ou Satanás foi exercido por 42 meses, ou 1260 dias (Apocalipse 13:5; 12:6) ou um tempo, e tempos, e metade de um tempo – três anos e meio ou 1260 dias – (Apocalipse 12:14 e Daniel 7:25). Na interpretação profética 1 dia equivale a 1 ano, havendo o período predito sido cumprido de maneira admirável: exatamente durante 1260 anos.


Pouco tempo depois Napoleão resolveu ressuscitar o papado, escolhendo, nomeando e coroando um novo papa, e a sétima cabeça, ferida de morte, teve a sua chaga mortal curada. E a profecia afirma: “E toda a terra se maravilhou após a besta” (Apocalipse 13:3).


O poder que havia reinado absoluto sobre reinos e consciências e que fora derrubado até ao pó começou a crescer, novamente, pouco a pouco, até que o ditador italiano Benito Mussolini, no ano de 1929 fez-lhe a concessão do território do Estado do Vaticano e ele se tornou, novamente um poder político. Hoje, onde o papa aparece é venerado e mesmo adorado por incontáveis multidões, em qualquer parte do mundo. Reis, estadistas, dignitários e governantes de todo o mundo prestam-lhe homenagens extraordinárias, quase que diariamente, chegando alguns a lhe beijarem as mãos ou ajoelharam-se diante de sua pessoa. A mídia mundial é a maior testemunha desse fato incontestável.


Admirável cumprimento da profecia! Realmente, a sétima cabeça, ferida de morte, foi curada e transformou-se na oitava, que vai até o fim, até à destruição pelo esplendor da vinda de Jesus, assim explicada: “E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da Sua boca, e aniquilará pelo esplendor da Sua vinda; A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E por isso Deus permitirá que lhes seja enviada a operação do erro, para que creiam a mentira; Para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniquidade (II Tessalonicenses 2:8-12)”.


(adaptado do texto de autor desconhecido)

“Porque, quem se envergonhar de mim e das minhas palavras, dele se envergonhará o Filho do homem, quando vier na sua glória, e na do Pai e dos santos anjos” (Lucas 9:26)

Todos os domingos de manhã, depois da reunião do grupo de oração na igreja, o coordenador do grupo e seu filho de apenas 11 anos saíam pela cidade e entregavam folhetos falando do amor de Deus pra com seus filhos.

Numa daquelas tardes de domingo, quando chegou à hora do pai e seu filho saírem pelas ruas com os folhetos, fazia muito frio lá fora e também chovia muito em toda a região. O menino como de costume, se agasalhou e sem hesitar disse:
-'Ok, papai, estou pronto.'
E seu pai perguntou:
-'Pronto para quê?'
-'Pai, está na hora de pegarmos os nossos folhetos e sairmos'.
Seu pai respondeu:
-'Filho, está muito frio lá fora e também está chovendo muito'.
O menino olhou para o pai surpreso e perguntou:
-'Mas, pai, as pessoas não vão para o inferno até mesmo em dias de chuva'?
Seu pai respondeu:
-'Filho, eu não vou sair nesse frio'.
Triste, o menino perguntou:
-'Pai, eu posso ir?'
Pensativo por um momento, o pai disse:
-'Tudo bem, pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome cuidado.'
Então ele saiu no meio daquela chuva.

Este menino de onze anos caminhou pelas ruas da cidade de porta em porta entregando folhetos a todos que via.

Depois de caminhar por horas na chuva, estava todo molhado, mas faltava um último folheto. Ele parou na esquina e procurou por alguém para entregar o folheto, mas as ruas estavam desertas.
Então ele se virou em direção à primeira casa que viu e caminhou pela calçada até a porta e tocou a campainha. Ele tocou a campainha, mas ninguém respondeu. Ele tocou de novo, mais uma vez, mas ninguém abriu a porta.

Finalmente, o menino se virou para ir embora, mas algo o deteve. Mais uma vez, ele tocou a campainha e bateu na porta bem forte. Ele esperou, alguma coisa o fazia ficar ali na varanda. E, finalmente, a porta se abriu bem devagar. Era uma senhora idosa com um olhar triste. Ela perguntou:
-'O que você deseja, meu filho?'
Com um sorriso que iluminou o mundo dela, o menino disse:
-'Senhora, me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer que JESUS A AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto que lhe dirá tudo sobre JESUS e seu grande AMOR.'

Então ele entregou o seu último folheto e se virou para ir embora.
Ela o chamou e disse:
-'Obrigada, meu filho! E que Deus te abençoe!'
Bem, no domingo seguinte na Igreja, o Coordenador do Grupo de Oração, após a sua pregação perguntou:
- 'Alguém tem um testemunho ou algo a dizer?'
Lentamente, na última fila da Igreja, uma senhora idosa se pôs de pé. E começou a falar.
- 'Ninguém me conhece neste Grupo, eu nunca estive aqui. Até o domingo passado eu não era cristã. Meu marido faleceu há algum tempo e eu fiquei sozinha neste mundo. No domingo passado, um dia frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu coração que eu chegaria ao fim da linha, eu não tinha mais esperança ou vontade de viver.'
- 'Então eu peguei uma corda e uma cadeira e subi para o sótão da minha casa, amarrei a corda numa madeira do telhado, subi na cadeira e coloquei a corda em volta do meu pescoço. De pé naquela cadeira, só e de coração dilacerado, estava pronta pra saltar, quando, de repente, o toque da campainha me assustou'. Eu pensei:
-'Quem será? '
-'Vou esperar um minuto e quem quer que seja irá embora.'
Eu esperei, mas a campainha era insistente; depois a pessoa passou a bater forte. E pensei:
-'Quem pode ser? Ninguém toca a campainha da minha casa há tempos, ainda mais num dia desses.' Afrouxei a corda do meu pescoço e fui à porta ver quem era, enquanto a campainha soava cada vez mais alta.
Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude acreditar, pois na minha varanda estava o menino mais radiante que já vi em minha vida. O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês! As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu coração que estava morto há muito saltasse para a vida quando ele disse:
-'Senhora, eu só vim aqui para dizer que JESUS A AMA MUITO.' Então ele me entregou este folheto que eu tenho em minhas mãos.
.
Conforme aquele menino desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta e li cada palavra deste folheto. Então eu subi para o sótão, peguei minha corda e a cadeira. Eu não iria precisar mais delas. Vocês vêem - agora eu estou aqui. Já que o endereço do seu Grupo de Oração estava no verso deste folheto, vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADA a este menino de Deus que no momento certo livrou a minha alma.'

Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos no grupo de oração. O coordenador então foi em direção à primeira fila onde o 'seu' menino estava sentado. Tomou seu filho nos braços e chorou tremendamente.

Provavelmente nenhum grupo de oração teve um momento tão grande como este e provavelmente este universo nunca viu um pai tão transbordante de amor e honra por causa do seu filho... Exceto um!

O Pai Eterno também permitiu que o Seu Filho viesse a um mundo frio e tenebroso. Ele recebeu o Seu Filho de volta com gozo indescritível, o Pai O assentou num trono acima de todo principado e lhe deu um nome que é acima de todo nome: Jesus Cristo! Rei dos reis e Senhor dos senhores.

Que Ele seja conosco; que possa nos dar o poder do Espírito necessário, para que como este garoto, não venhamos a negligenciar o maior privilégio já comissionado a seres mortais: pregar o evangelho da salvação sem vacilo, com alta voz, a toda língua, povo e nação, nestes que são os últimos dias da história deste mundo.

REFLEXÃO: "Recebi instruções que, ao nos aproximarmos do fim [...] devem ser espalhados, como FOLHAS DE OUTONO, entre o povo, FOLHETOS que contenham a luz da PRESENTE VERDADE. [...] esses folhetos serão como as folhas da árvore da vida, que servem para a cura das nações." (Ev, p. 35, 36).

É grande o número de cristãos sinceros que acreditam que Jesus virá, num primeiro momen­to, de maneira secreta, para arrebatar os Seus filhos, aqueles que O aceitaram como Salvador e a Ele se mantêm fiéis. Esta primeira vinda é comumente chamada de arrebatamento ou rap­to da Igreja. É necessário que todos os que as­sim crêem atentem mais detidamente para os tex­tos bíblicos que deram origem a esta doutrina, para que não haja nenhuma dúvida com respeito a tão importante assunto.


Este pensamento é re­lativamente recente e somente começou a ser en­sinado e crido poucos anos atrás, depois da pu­blicação do livro A Agonia do Planeta Terra , que defendia e ensinava o arrebatamento secreto da igreja. Segundo este pensamento, a volta de Jesus se dará em duas etapas: a primeira será secreta e arrebatará a igreja e todos os que se man­tiverem fiéis e obedientes ao Evangelho. A segunda vinda será a revelação, quando Jesus virá com todos os salvos, após a festa das bodas do Cordeiro, no Céu.


Na realidade, Jesus virá duas vezes a esta Terra, mas nenhuma delas será secreta. A Palavra de Deus em momento algum autoriza este pensamento, que traz em si, um grave erro que pode se revelar fatal para muitos. Por este pensamento ad­mite-se uma segunda oportunidade para os que não tiverem sido arrebatados secretamente, da pri­meira vez.


Portanto, este assunto reveste-se de uma importância ta­manha, que somente a eternidade irá revelar. Muitos poderão perder a salvação, embalados pela falsa esperança desta segunda oportunida­de. É necessário que se compreenda perfeitamente onde se originou este erro, e qual é o propósito de Deus, ao revelar este acontecimento, através de Seus profetas. De uma coisa não pode haver dúvida: não podem existir na Palavra de Deus duas verdades sobre um mesmo as­sunto. Qual será, então, a versão correta?


Primeiramente é necessário que se escla­reça um fato que tem sido um dos fundamentos da doutrina do arrebatamento secreto. Esta doutrina tem como base a afirmação de que Deus divide a raça humana em três grupos de povos: judeus, gentios e igreja.


De acordo com este ensinamento, para os judeus Jesus virá como seu Messias, Salvador e Libertador, para introduzi-los no Milênio. Para os gentios, Jesus virá como Juiz, Senhor dos Senho­res e Deus Forte; para a Igreja Jesus virá como seu Noivo Celestial, a fim de levá-la para Sua glória.


Este pensamento não é verdadeiro, no que diz respeito à divisão da raça humana, por Deus. A Bíblia Sagrada é clara, redundante e não admi­te contestação ao fato de que Deus não faz acepção de pessoas. Em circunstância alguma o Juiz de Toda a Terra (Gênesis 18:25) poderia cometer algum ato de injustiça ou, mesmo, de preferência por pessoas, grupos, raças ou o que quer que fosse, em detrimento de outros, não importa a sua qualifi­cação. Depois da cruz o "Apóstolo dos Gentios" deixa cristalina a certeza de que Israelita não é mais o descendente consanguíneo de Abraão, mas aqueles que são da fé. Está escrito: "Sabei pois que os que são da fé são filhos de Abraão" (Gálatas 3:7).


O que a Bíblia Sagrada diz claramente é que Deus é o Pai e Criador de toda a carne. A positiva afir­mação das Escrituras é de que Ele ama a todos, indistintamente, com um amor infinito, incom­preensível para mentes humanas. Ele deseja que todos se salvem e que ninguém se perca. Não tem Ele prazer na morte do ímpio, como afirma por Sua Palavra: "Porque não tomo prazer na morte do que morre, diz o Senhor Jeová; convertei-vos, pois, e vivei . Vivo Eu, diz o Senhor Jeová, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois por que razão morrereis"... (Ezequiel 18:32 e 33:11).


Ele anseia que todos se arrependam e recebam a vida eter­na, que oferece de graça. Esta condição foi por Ele conquista­da com o sacrifício da cruz. Somente os que não quiserem é que não serão salvos es­gotados todos os meios que o Senhor lhes proveu para a concessão da vida eterna. Estes, então, se­rão destruídos, a fim de que seja preservada a har­monia do Universo, depois de concluído o plano da re­denção, quando não mais existirá o pecado e a sua conseqüência, a morte.


Este ato de destruição do ímpio é chamado pela Bíblia de estranha obra do Deus de misericórdia e amor (Isaías 28:21). Em nenhuma circunstância tem Deus prazer com o sofrimento de qualquer ser humano. Sua Palavra revela: "Pois, ainda que entristeça a alguém, usa­rá de compaixão segundo a grandeza das Suas misericórdias. Porque não aflige de bom grado aos filhos dos homens" (Lamentações 3:32-33).


Os judeus rejeitaram o seu Messias e Salva­dor, há mais de dois mil anos. As conseqüências dessa rejei­ção eles a colhem até hoje. Não são mais eles, hoje, um povo especial. Cada judeu poderá, entretanto, como qualquer outro ser humano, de qualquer raça ou povo, receber a salvação, individualmente, pela aceitação do sacrifício de Jesus. Quando Ele vier, não virá para grupos especiais, mas para toda a hu­manidade, para a raça humana redimida.


Os judeus foram um povo escolhido, no passado, para anunciar as verdades do Evangelho Eterno. Este privilégio, que recusaram, foi transferido para o que podemos chamar hoje de Igreja . Esta consiste no ajuntamento de todas as pessoas que receberam as verdades do Evan­gelho Eterno e que se dispõem a aceitar a comis­são que Jesus lhes imputou. Esta comissão é semelhante à que os judeus tinham no passado, de revelar a Deus para o mundo. A igreja, que é o ajuntamento dos discípulos de Jesus, em todas as épocas e todos os lugares, tem como incum­bência pregar este Evangelho a toda a criatura, em todo o mundo.


A palavra IGREJA não especifica, segundo a Bíblia Sagrada, nenhuma insti­tuição construída ou constituída por homens, com regras divergentes e preceitos ou preconceitos discriminatórios, que se arroguem condições es­peciais de favorecimento divino. "DEUS NÃO FAZ ACEPÇÃO DE PESSOAS, MAS LHE É AGRADÁVEL AQUELE QUE, EM QUALQUER NAÇÃO, O TEME E OBRA O QUE É JUSTO" (Atos 10:34-35). Nenhuma pessoa é mais favorecida do que outra, diante de Deus, por pertencer a determinada instituição ou deno­minação religiosa, ou raça, ou credo.


A palavra igreja, repetimos, abrange o ajun­tamento de todos aqueles que aceitaram a Jesus Cristo como seu Salvador pessoal e aguardam a salvação pela graça, por ocasião da sua breve vinda, a maior promessa das Sagradas Escrituras. Estes, unicamente por amor a Deus, são obe­dientes aos Seus mandamentos. Assim fazendo, estão honrando ao seu Pai celestial.


No futuro próximo, antes da vinda de Je­sus, haverá apenas dois grupos de pessoas: "os que amam a Jesus e guardam os Seus mandamentos" (Apocalipse 14:12) e serão assinalados com o Seu sinal, e os que aborrecem ao Senhor e aos Seus filhos, que perseguirão cruelmente. Os seguido­res da besta romana receberão a sua marca e sofrerão as últimas pragas, sendo depois destruídos pelo esplendor e o fogo consumidor que é a presença de Jesus, no dia de Sua vinda (Apocalipse 14:9-10).


A crença de que a primeira vinda de Jesus será secreta e arrebatará secretamente a igreja, se dá principalmente pela má compreensão de alguns textos bíblicos que são indevidamente interpretados. O pensamento ocasionado por esta má compreensão poderá se revelar fatal para muitos que nele obstinarem. É necessário que se compreenda a perfeita harmonia revelada através da Palavra de Deus, que ­mostra a seqüência exata de todos os aconteci­mentos que precedem a volta de Jesus e o estabe­lecimento de Seu reino eterno.


Analisaremos cada texto que deu origem à doutrina do arreba­tamento secreto. Em seguida, procuraremos de­talhar cada etapa revelada pela Bíblia Sagrada na seqüência dos acontecimentos futuros.


Eis os tex­tos cuja má compreensão deram origem à idéia do arrebatamento secreto: "Porém daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas unicamente o Pai"(Mateus 24:36). Na seqüência, Jesus relata o caráter de surpresa e não de segredo da destruição do dilúvio e a ne­cessidade de preparo, para não serem as pessoas surpreendidas, como quando da visita de um la­drão. Ou seja, o propósito de Jesus, ao referir-Se ao dia de Sua volta, era anunciar o caráter secreto da ocasião deste evento. Ninguém, a não ser Deus, sabe o dia e a hora do mesmo. A forma de Sua vinda nada tem de secreto, como ensina a Bíblia Sagrada.


Em seguida Jesus afirma que pessoas esta­rão convivendo juntas até ao fim e serão, então, separadas. Uns serão levados e outros serão deixados. Ora, isto está perfeitamente em harmonia com o Seu ensinamento de que o joio e o trigo crescerão juntos até à ceifa, quando então serão separados (Mateus 13:24-30).


O contexto da pas­sagem bíblica ensina que pessoas de uma mesma família conviverão juntas até ao fim. Então, se­rão separadas irremediavelmente, para destinos diferentes. Esposos, pais e filhos, irmãos, ami­gos, que conviveram a vida toda, serão separa­das, uns para a salvação, transformados e arrebatados para o encontro com Jesus. Outros, fulminados e mortos pelo esplendor de Sua pre­sença espantosa, que é um fogo consumidor.


Enfim, estarão separados para sempre. De maneira nenhuma a Palavra de Deus sanciona o pensamento de que uns serão tirados secretamente e outros continuarão a viver, para uma possível se­gunda oportunidade. Este pensamento pode ser fatal para muitos, que repousam numa falsa esperança.


O propósito de Je­sus não era de afirmar qualquer natureza secreta relacionada com Sua volta, mas a necessidade de preparo espiritu­al e vigilância, para aquela ocasião: "Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o Vosso Senhor; mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que vigília da noite havia de vir o la­drão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa. Por isso, estai apercebidos também; porque o Filho do homem há de vir à hora em que não penseis" (Mateus 24:42-44).


Os que defendem a crença da volta secreta de Jesus e do arrebatamento, mencionam um texto das Escrituras como prova da rapidez e mesmo da instantaneidade deste acontecimento: "Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta: porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós se­remos transformados" (1Coríntios 15:51-52).


Ora, este texto afirma que a transformação será instantânea, rápida, num abrir e fechar de olhos. Em momento algum ele afirma que esta trans­formação será secreta. Pelo contrário, o apóstolo menciona o soar da trombeta, que todos ouvi­rão.


E, mais, falando do mesmo assunto e da mesma ocasião, ele completa, ensinando: "Não quero, porém irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os de­mais, que não têm esperança. Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com Ele (na ressurrei­ção). Dizemo-vos, pois, isto pela Palavra do Senhor: que nós os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dor­mem. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e as­sim estaremos sempre com o Senhor" (I Tessalonicenses 4:13-17 parênteses acrescidos, para melhor compreensão).


Ora, os textos que os defensores da doutrina do arrebatamento secreto apresentam para justificar a sua crença são os mesmos que mostram que a vinda do Senhor será visível, extraordinária, maravilhosa, um espetá­culo que todo o mundo assistirá e de que todos participarão. Alarido, voz de arcanjo e trombeta de Deus em momento algum sugerem silêncio, segredo ou ocultamento. Pelo contrário, indicam grande estrondo, sepulturas se abrindo, extraor­dinária agitação, comoção mundial.


Na seqüência, o apóstolo traz à lembrança as mesmas advertências de Jesus, que alguns teimam em utilizar como se as mesmas indicassem o caráter secreto de Sua vinda. Diz o apóstolo: "Mas, irmãos, acerca dos tempos e das estações, não necessitais de que se vos escreva: porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite, pois que, quando disserem: Há paz e segurança’; então lhes sobre­virá repentina destruição, como as dores de par­to àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão. Mas vós, irmãos, já não estais em tre­vas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão; não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios" (I Tessalonicenses 5:1-4 e 6).


O mesmo conselho e advertência são da­dos por outro apóstolo, referindo-se ao mesmo extraordinário acontecimento e suas conseqüências: "Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os ele­mentos, ardendo, se desfa­rão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão" (II Pedro 3:10).


O dia que virá como o ladrão não represen­ta o caráter secreto, mas o elemento surpresa para os que estiverem despreveni­dos. Ora, pode-se imaginar o terrível espetáculo que será os céus passarem com gran­de estrondo e a terra e as obras que nela há se queima­rem e seus elementos se des­fazerem . Eis a repetição dos conselhos e advertências, que são os mesmos de Jesus e de outros apóstolos e profetas: "Havendo, pois, de perecer todas estas coisas, que pessoas vos convém ser em santo trato e piedade, aguardando, e apres­sando-vos para a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se desfarão, e os elementos, ar­dendo se fundirão?" (versos 11 e 12).


Podemos, portanto, concluir sem dúvida, que haverá o arrebatamento, mas este será visí­vel e não secreto. Os resgatados de Jesus irão encontrar-se com Ele nas nuvens do céu e este será o espetáculo mais deslumbrante que a hu­manidade jamais terá presenciado ao longo de toda sua história. Então todos os salvos os mor­tos ressuscitados e os vivos transformados par­tirão com Jesus para o Céu, iniciando o período de mil anos, já revestidos da imortalidade.


A morte estará, já nesta ocasião, definitivamente vencida e não terá mais poder sobre os filhos de Deus. Ao final deste milênio, quando todos os ímpios ressuscitarem, a morte se manifestará pela última vez. Estes, juntamente com Satanás e todos os seus anjos, serão destruídos no lago de fogo, que é a segunda morte. Desta morte, definitiva e eterna, não haverá mais ressurreição.

Observação: Este texto foi transcrito do capítulo intitulado "A VOLTA DE JESUS", que está disponibilizado integralmente neste site.

Neste site disponibilizamos espaço para qualquer denominação ou instituição religiosa, que deseje ter a oportunidade de manifestar livremente suas crenças e opiniões, à luz da Palavra de Deus. Cada um dos nossos amigos poderá livremente tirar suas conclusões sem qualquer influência de nossa parte, sempre que assim o quiser. Assim é que transcrevemos a seguir uma matéria que nos foi enviada por um amigo do nosso site, veiculada no
blog "MINUTO PROFÉTICO" para o qual sugerimos a todos uma visita ao texto original. Eis o texto recebido, transcrito na íntegra:

O movimento 10:10 apoiado pelo Guardian é uma maneira maravilhosa de capacitar as pessoas comuns a participar do grande movimento de mitigar o aquecimento global. Não podemos esperar até que os governos estejam iluminados o suficiente para legislar e superar as emissões de carbono. As questões são urgentes. Temos que agir agora, sem qualquer atraso. O poder da opinião pública e da ação popular terá forte impacto sobre a conferência sobre o clima realizada em Copenhagem.

Uma coisa que podemos facilmente fazer para alcançar esse objetivo: podemos declarar o domingo um dia livre de combustível fóssil ou um dia de baixo carbono ou, pelo menos, um dia de economia de energia. Podemos começar nesta semana, neste mês ou em 2010. Podemos começar individualmente e coletivamente. A longa viagem para reduzir as emissões de dióxido de carbono pode começar aqui e agora. Há não muito tempo, o domingo era usado para ser um dia de descanso, um dia de renovação espiritual, um dia para as famílias se reunirem, mas mudamos o domingo de um dia de descanso para um dia de compras, voos e direção de carros. No entanto, no contexto das emissões excessivas de dióxido de carbono na atmosfera, que estão trazendo transformações catastróficas, podemos e devemos restaurar o domingo para ser um dia de Gaia, um dia para a Terra.

Não haverá grandes dificuldades em reduzir o uso de todos os não essenciais e não urgentes combustíveis fósseis para um dia por semana. Podemos facilmente fechar supermercados, lojas e postos de gasolina. Podemos reduzir nossa mobilidade ao estritamente necessário e sem prejudicar a economia de qualquer forma. Podemos desfrutar o domingo, mais uma vez, com a nossa família e amigos. Podemos participar de jardinagem, escrever, pintar, caminhar, fazer pão ou simplesmente passar o tempo na contemplação. Isso será bom para a nossa saúde pessoal, bem como para a saúde do planeta. Teremos tempo para nossos amigos, tempo para brincar com os nossos filhos e tempo para a família. De repente, podemos reduzir 10% das nossas emissões de carbono na atmosfera fazendo do domingo um dia de baixo carbono e, ao mesmo tempo, tornar-nos mais saudáveis e felizes. Então, vamos fazer do domingo um dia de descanso e renovação, em vez de um dia de viagem e trabalho.

O aquecimento global ou as mudanças climáticas são apenas um sintoma do nosso profundo desejo de consumir, consumir e consumir. O problema externo das emissões de carbono está relacionado com o problema interno do desejo. Se ficarmos numa corrida exaustiva 24 horas, sete dias por semana, somos obrigados a poluir o nosso espaço interior, bem como o espaço exterior. A velocidade é a maldição da civilização moderna. A solução para o aquecimento global é simples: diminuir o ritmo. Devagar é bonito. Mesmo se não podemos diminuir todo dia, pelo menos, desacelerar no domingo.

Se você é cristão, então o domingo lento deve ser natural para você; se você é muçulmano, faça da sexta-feira seu dia de baixa emissão de carbono; se você é judeu, então o sábado pode ser o seu dia para economizar energia; se você seguir uma forma secular de vida, então escolha o seu próprio dia de carbono-livre. Pelo menos no domingo, nós podemos ser cidadãos e não consumidores.

(Guardian)

Nota do blog Minuto Profético: Bingo! Há dois anos e meio, o blog Minuto Profético alertou seus leitores de que esse dia chegaria. E chegou! A ligação entre a suposta “crise” do aquecimento global e o descanso dominical obrigatório era óbvia demais para passar despercebida. A adoração luciferiana (por meio da guarda do domingo - dia de Gaia) será imposta ao mundo mediante legislação civil conforme o Apocalipse já havia revelado. O que no texto acima é apenas sugestão, logo se transformará em obrigação legal. O verdadeiro dia de guarda - o sábado do sétimo dia - será pisado pelo mundo. De que lado você vai ficar?

“Já é tempo, Senhor, para intervires, pois a Tua lei está sendo violada” (Sl 119:126).



Toda a terra está unida numa crença que é tema comum de todas as religiões do mundo ou de “quase” todas as religiões do mundo, hoje. Católicos, protestantes, espíritas, muçulmanos, judeus, budistas, hinduístas, todos acreditam que o homem é imortal, ou que ele tenha uma alma imortal. É importante notar-se que hoje esta expressão se mistura e se confunde com a palavra “espírito”, que para muitos tem o mesmo significado, o que não é verdade.

Para começar é necessária a compreensão do óbvio: qual o significado das palavras “alma” e “imortal”. A primeira tem muitos significados, mesmo figurativos, que na presente explanação deixarão de ser considerados. Vamos buscar o seu significado que ora interessa, ou seja, na questão religiosa. Para isto a melhor e mais confiável fonte é a Bíblia Sagrada.

Quando apareceu pela primeira vez nas Escrituras Sagradas a palavra alma? É interessante salientar que nessa mesma ocasião apareceu simultaneamente a palavra “espírito” e que por esta mesma razão as duas palavras não podem significar a mesma coisa, são diferentes, uma da outra.

Ao preparar nos quatro primeiro dias da criação o ambiente para receber os seres vivos aqui na terra Deus afirmou que o que fizera era bom. No quinto e sexto dias da criação, sempre pelo poder de Sua palavra, Deus fez surgir os animais. E todos eles, à exceção do homem foram criados pelo poder de Sua palavra. E todos os animais, répteis, aves, animais marinhos, gado, foram dotados de ALMA VIVENTE.

Somente o homem foi criado de maneira diferente, não pelo poder de Sua palavra, mas por sua ação direta. Está escrito: “E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme à nossa semelhança.; e domine sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. E criou Deus o homem à Sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.” (Gênesis 1:26 e 27).

Ao sujeitar toda a criação ao domínio do homem Deus lhes deu o tipo de alimentação: “E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dá semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto de árvore que dá semente, ser-vos-á para mantimento. E a todo o animal da terra, e a toda a ave dos céus, e a todo o réptil da terra, em que há ALMA VIVENTE, toda a erva verde será para mantimento. E assim foi” (Versos 29 e 30).

Toda a criação surgiu pelo poder da palavra de Deus. Somente o homem foi criado de forma diferente. Como foi, então, criado o homem? A palavra sagrada é claríssima: “E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em seus narizes o fôlego da vida; e o homem foi feito ALMA VIVENTE”. O Divino Escultor moldou do pó da terra uma perfeita escultura, tendo como molde ou modelo a Si próprio. A criatura prestes a receber vida, já completmente acabada, com todos os seus órgãos prontos, assim como um computador com todos os seus programas, faltando apenas ser ligado à energia. E era somente a energia vital que faltava para insuflar-lhe a vida. E ao assoprar-lhe o fôlego da vida, ou O ESPÍRITO, como é traduzido em todos os idiomas, em todas as línguas, vivas ou mortas, antigas ou modernas, Deus fez do homem uma ALMA VIVENTE.

O homem, portanto, NÃO TEM uma ALMA ou ALMA VIVENTE. Ele É uma ALMA ou ALMA VIVENTE, assim como todos os animais. Por mais insólito, desconcertante ou chocante que possa parecer é a verdade bíblica clara, direta, indiscutível. Portanto, a escultura sem vida, o corpo inanimado quando recebeu o sopro vital ou o espírito de vida, transformou-se numa alma vivente.

Está, portanto, explicado o significado da palavra alma. Ela é um corpo dotado de vida, ou de fôlego, ou de espírito. Tanto é verdade que quando o homem morre, diz-se que ele “expirou”. E o que ocorre, então? Eis a resposta: “O pó volta à terra, como o era, e o espírito volta a Deus, que o deu” (Eclesiastes 12:7). É como uma lâmpada. Quando está ligada à energia está acesa, viva. Quando desligada, apaga e a energia volta à fonte energética, vital ou a usina que a gerou.

E a palavra ETERNA, o que significa? Perene, perpétua, imarcescível, sem fim. Ora, voltando para nossa fonte da verdade, a Bíblia Sagrada, o que ela afirma a este respeito? Possui o homem ou algum ser a imortalidade? A resposta também é clara, direta, não pode ser discutida, sob pena de lançarem-se dúvidas à Palavra de Deus. Ela afirma categoricamente quem possui a imortalidade: “O único poderoso Senhor, Rei dos reis e Senhor dos senhores; AQUELE QUE TEM, ELE SÓ, A IMORTALIDADE, e habita na luz inacessível...” (I Timóteo 6:15 e 16).

Deus afirma, solenemente, por meio de Sua Palavra: "Eis que todas as almas são minhas; como a alma do pai, também a alma do filho é minha: a alma que pecar, essa morrerá" (Ezequiel 18:4). Qual é o significado dessa afirmação tão direta?

Então cabe a pergunta: criou Deus o homem para descer à sepultura, para morrer ou para viver eternamente? A resposta também é clara e está no contexto de todo o plano do resgate do homem ao poder da morte, ou do plano da redenção. Deus criou o homem, como um ser inteligente, livre e feliz, para viver eternamente. Mas a sua vida eterna era condicionada à obediência. Se obedecesse à determinação clara e expressa do Criador, viveria. Se desobedecesse, morreria. Ele desobedeceu e por isso conheceu a morte. Está aqui a grande questão levantada no próprio título deste estudo, sobre quem é o grande mentiroso, se é Deus, ou se é Satanás, pois esta questão começou no Éden.

O santo par, ao ser colocado no seu lar edênico e perfeito, gozando de completa felicidade e íntima comunhão com o Seu Criador, foi por Ele abençoado: “Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo animal que se move sobre a terra”. (Gênesis 1:28). Não se pode determinar o tempo de paz, alegria, amor e liberdade que durou a sua vida naquele jardim especialmente preparado por Deus para eles. A vida a eles outorgada deveria ser eterna, mas sob uma condição: A OBEDIÊNCIA. Tudo lhes era permitido, sua liberdade era total. Somente uma restrição lhes foi imposta.

“E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás; PORQUE NO DIA EM QUE DELA COMERES, CERTAMENTE MORRERÁS (Gênesis 2:16 e 17).

Tempos depois Satanás, travestido como o primeiro médium da história numa serpente, aproveitou-se do descuido da mãe de nossa espécie e do alto da árvore proibida colheu e comia do seu fruto. Perplexa pelo inusitado acontecimento, mais surpreendida ficou quando ouviu a serpente “falar”. “E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim? E disse a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim comeremos, mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, NEM NELE TOCAREIS, para que não morrais” (Gênesis 3:1 a 3).

Satanás sentiu a sua oportunidade ao ver que a mulher havia mudado, acrescentado alguma coisa à determinação dada por Deus. O Senhor não proibira que SE TOCASSE no fruto daquela árvore. A proibição era de o COMER. Zombando do seu temor fez ver a ela que comendo do fruto ele não morrera, pelo contrário obtivera o dom da fala e muitos outros dons que Deus lhes havia negado. Colocando em sua mão o fruto insistiu com ela para o comer, argumentando que havia nele tocado e que não morrera. “Então a serpente disse à mulher: CERTAMENTE NÃO MORREREIS (Gênesis 3:4).

Estas duas afirmações desde então ecoam aos ouvidos da humanidade. Seis milênios se passaram. O homem perdeu o direito à vida eterna, privado do fruto da árvore da vida, expulso do Éden, condenado à morte. Ora, o que é a morte? É a ausência da vida. A sepultura, o esquecimento, a perda do inestimável dom da vida. Mas Deus amava aquele casal de tal maneira que resolveu morrer em seu lugar, pagando o preço da desobediência, para que a Sua justiça eterna não fosse pisada. Era a manifestação da graça. Para que não permanecesse para sempre na sepultura Ele viria como homem para viver a vida perfeita que Sua eterna Lei requer e pela Sua morte dar novamente o direito a que o homem voltasse a viver, no dia da ressurreição futura.

Na plenitude dos tempos Jesus veio, viveu, morreu, ressuscitou e subiu aos Céus. E prometeu que voltará para cumprir o plano da redenção do homem. Dar a ele novamente o dom da vida, como ela era quando lhe foi doada, eliminado o pecado e os seus efeitos. Exterminado Satanás, o grande mentiroso e enganador e todos aqueles que se decidiram a segui-lo em lugar de escolher ao Redentor, o homem voltará ao primeiro domínio, numa terra renovada, livre do pecado, da corrupção, dos sofrimentos e da morte que estará para sempre vencida.

Jesus afirmou: “Eu sou o que vivo e fui morto, mas aqui estou vivo para todo o sempre. E tenho as chaves da morte e da sepultura “(Apocalipse 1:18). “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” (João 11:25).

Jesus é a verdade. Ele disse, enfaticamente: “Eu sou o caminho, e a VERDADE, e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6). Ele disse, mais: “O diabo não se firmou na verdade, porque não há verdade nele; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é MENTIROSO, e PAI DA MENTIRA (João 8:44).

O dogma da imortalidade inerente da alma afronta ao Criador e à Sua palavra. Os homens, renegando as verdades anunciados pelos profetas e apóstolos hebreus e pelo próprio Deus feito homem, preferem acreditar em filósofos gregos, babilônios e persas, que herdaram das mais antigas civilizações rebeldes esta falsa doutrina, que tomou conta de todo o mundo. Foi por sua causa que se criou a crença num purgatório de sofrimentos que Jesus não conseguiu expiar e a condenação num inferno eterno de sofrimentos monstruosos e inconcebíveis.

Foi por ele que se originaram os deuses pagãos e os “santos” católicos. É por ele que multidões se aglomeram em igrejas e sinagogas, não agradecidos pela redenção conquistada por um Pai infinitamente amoroso, mas constrangidos pelo temor do castigo de um ser malévolo ao qual, honestamente não podem amar.

É ele a causa e origem das crenças espiritualistas e do espiritismo moderno, que dispensa a graça e o sacrifício expiatório de Jesus, negando-O como Deus e Salvador e relegando-o à condição de maior espírito de luz criado e nosso mestre e ensinador, jamais nosso Salvador, pois que cada um tem que purgar e pagar por suas culpas pelo mal aqui praticado. Pela reencarnação é negado o ensinamento da ressurreição. A Bíblia Sagrada é colocada de lado como obsoleta, desnecessária e inútil.

Resta a pergunta: Deus afirmou uma coisa e Satanás atrevidamente afirmou o contrário. Um dos dois mentiu. Responda sinceramente, do fundo de sua alma: prá você, quem é o mentiroso?


VATICANO - O papa Bento XVI evocou nesta domingo, 6, os fatos que deram início à Segunda Guerra Mundial e pediu que a lembrança desse conflito sirva para que não se repitam "essas barbaridades" e a fim de intensificar os esforços para construir a paz.

Bento XVI fez este pedido após sua tradicional reza dominical do Ângelus, que neste domingo, 6, foi celebrada na cidade de Viterbo, próxima a Roma e conhecida como a cidade dos papas, durante a qual definiu esse conflito bélico como "um dos mais terríveis da história".

Além disso, o pontífice destacou a contribuição que as religiões "podem e devem dar no perdão e na reconciliação contra a violência, o racismo, o totalitarismo, e o extremismo que mancham a imagem do Criador no homem".

O papa dedicou palavras às "várias personalidades e representantes de várias religiões" que participam nestes dias em Cracóvia, na Polônia, do Encontro Internacional de Povos e Religiões, que se reuniram para rezar a favor da paz coincidindo com o início da Segunda Guerra Mundial há 70 anos.

"Não podemos não lembrar os dramáticos fatos que deram começo a um dos mais terríveis conflitos da história, que causou dezenas de milhões de mortos e que provocou tanto sofrimento ao amado povo polonês; um conflito que viu a tragédia do Holocausto e o extermínio de inocentes", disse.

"Que a memória desses eventos nos levem a rezar pelas vítimas e por aqueles que ainda têm as feridas no corpo e no coração", disse.

Bento XVI chegou na manhã deste domingo, 6, a Viterbo e visitou a sala do Conclave do Palácio dos Papas, onde, em 1268, o governador da cidade trancou com chave os cardeais para que elegessem um novo pontífice, já que os sacerdotes tinham deixado vaga a sede apostólica durante mais de dois anos, após a morte de Clemente IV.


COMENTÁRIO O EVANGELHO ETERNO: A ignorância e o desconhecimento da História é que dão lugar a declarações hipócritas como esta do Papa Bento XVI, publicada na imprensa mundial e que transcrevemos do Jornal "O Estado de São Paulo", edição de hoje (07/09). Ele encarna o mais vívido e horroroso período exatamente daquilo que ora invoca. Jamais houve na história da humanidade poder mais racista, totalitário e extremista como o que represesenta. Dê-se-lhe o poder temporal e secular e serão reacesas as fogueiras da intolerância e da perseguição àqueles que divergem de seus dogmas anticristãos. O que ele foi no passado tornará a ser no futuro próximo, de acordo com as profecias sagradas que não podem mentir. Aguardem e verão.

O SIGNIFICADO DA PALAVRA "BESTA" -

Nos vários textos bíblicos em que são citados, animais simbólicos não existentes na fauna universal representam grandes reinos ou impérios, quase sempre com domínio ou influência mundiais. Tais animais, designados como bestas-feras, feras ou simplesmente bestas ganham importância marcante nos livros proféticos de Daniel, no Antigo Testamento e no livro do Apocalipse, no Novo.


Por meio de sonhos e visões foram anunciados a Daniel os acontecimentos futuros da humanidade, desde os seus dias até à volta de Jesus e o estabelecimento do Seu reino eterno.


Antes de ser manifestado o futuro por meio dos animais simbólicos Deus já o havia revelado, no capítulo dois do livro de Daniel, por meio de uma estátua representando quatro impérios mundiais. O primeiro, então dominante era Babilônia, citada nominalmente na profecia bíblica e representada pela cabeça de ouro da estátua. Três outros impérios o seguiriam, dando-se destaque ao último, que duraria até ao fim, quando será destruído pelo estabelecimento do último reino da terra, o reino de Deus.


Este quarto império é Roma, representado pelas pernas de ferro da estátua e pelos dedos em parte de ferro e parte de barro. Os dedos da estátua são os dez povos que deram origem à Europa, após a queda política do império romano.


Na visão do capítulo sétimo foram mostrados a Daniel os quatro animais simbólicos, representativos dos quatro reinos citados. O Primeiro era como um leão e tinha asas de águia; o segundo semelhante a um urso, levantado de um lado, tendo entre os dentes três costelas; o terceiro semelhante a um leopardo, com quatro asas nas costas e quatro cabeças. Finalmente, o quarto animal, terrível e espantoso, com dentes de ferro e dez chifres.

Dentre estes dez chifres subiu um outro chifre pequeno que destruiu três dos dez chifres mencionados. Na seqüência serão identificados os impérios representados pelas bestas, pois elas, segundo a mesma Palavra de Deus “são quatro reis (ou reinos) que se levantarão da terra”. (Daniel 7:17).


No capítulo oitavo são mostrados e revelados a Daniel a identidade do segundo e terceiro reinos, também simbolizados por animais estranhos ou “bestas”. Quando Daniel recebeu esta visão o império babilônico já havia sido subvertido, conquistado pelos medos e persas, chefiados por Dario e Ciro, respectivamente.


O primeiro animal ora referido era semelhante a um carneiro com dois chifres, sendo que um chifre era maior do que o outro, assim como o urso levantado de um lado significava ser um maior do que o outro. Ambos simbolizavam o mesmo império Medo-persa.


O animal ou besta que se seguiu era semelhante a um bode, com um notável chifre entre os olhos, que destruiu o carneiro medo-persa. Eis a revelação da própria Bíblia Sagrada: “Este carneiro que viste com dois chifres são os reis da Média e da Pérsia; Mas o bode peludo é o Rei da Grécia; e o chifre grande que tinha entre os olhos é o rei primeiro”. (Daniel 8:20 e 21).


É mencionado que o bode se engrandeceu em grande maneira; mas “estando em sua maior força aquele grande chifre foi quebrado...” (Daniel 8:8). Ora, nada mais claro, confirmado plenamente pela História Universal.


O império Babilônico foi conquistado pelos medos e persas no ano 539 a.C. Por sua vez, o império medo-persa foi conquistado em 331 a.C. pelos gregos, liderados por seu líder maior, Alexandre o Grande. Ele, o extraordinário líder, guerreiro e estadista é o chifre que foi quebrado na sua maior força, representado por sua morte súbita e prematura, quando tinha pouco mais de 33 anos de idade. O Reino da Grécia teve domínio até o ano 168 a.C.


Assim, a própria Palavra de Deus cita nominalmente três dos quatro reinos ou bestas mencionados na profecia de Daniel:


O primeiro, O império de Babilônia, a cabeça de ouro da estátua (Daniel 2:38) e o leão com asas de águia (Daniel 7:4).


O segundo, o império da Média e da Pérsia, o peito e os braços de prata da estátua (Daniel 2:32 e 39) o urso com três costelas entre os dentes (Daniel 7:5) e o carneiro com dois chifres (Daniel 8:3 e 20).


O terceiro, o império da Grécia, o ventre e as coxas de cobre da estátua (Daniel 32), o leopardo com quatro asas nas costas e quatro cabeças (Daniel 7:6) e o bode peludo com um grande chifre entre os olhos (Daniel 8:5 e 21).


O quarto e último império será considerado à parte, a seguir, pois é sobre ele que as profecias apontam, nomeando-o como o último império mundial da história da humanidade, referido no livro de Daniel, repetido no livro do Apocalipse, o qual lhe acrescenta outro império que se lhe aliará, no último combate contra o Deus Altíssimo e as Suas fiéis testemunhas.


ROMA, A BESTA QUE SUBIU DO MAR


“E eu pus-me sobre a areia do mar, e vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças um nome de blasfêmia” (Apocalipse 13:1).


Inquestionavelmente cumprida a profecia, a História mostrou ser Roma o quarto império descrito no livro de Daniel. Mais de 600 anos depois outro profeta foi levantado por Deus para falar sobre o mesmo assunto. João, apóstolo de Jesus e conhecido por “O Discípulo Amado”, já no fim de sua vida recebeu diretamente do Salvador as revelações sobre a história do cristianismo e os últimos acontecimentos que haveria e haverão de sobrevir ao nosso mundo.


Exilado na inóspita ilha de Patmos transcreveu estas revelações para aquele que se tornou o último livro da Bíblia Sagrada, conhecido por O Livro da Revelação ou O Apocalipse de São João. A palavra “apocalipse” deriva de dois vocábulos gregos que significam, literalmente, OCULTAMENTO E REVELAÇÃO, ou seja, o que para muitos é um emaranhado de mistérios, para outros é a revelação de Deus, preparando-os para o futuro.


É como foi manifestado por Daniel: “...e nenhum dos ímpios entenderá, mas os sábios entenderão” (Daniel 12:10). O início do livro atesta isto: “REVELAÇÃO de Jesus Cristo, a qual Deus lhe deu, para mostrar AOS SEUS SERVOS as coisas que brevemente devem acontecer...” (Apocalipse 1:1). Portanto, somente aqueles que buscarem a verdade como a um tesouro escondido é que a encontrarão e entenderão os segredos de Deus.


Roma teve até hoje sete formas de governo, que a profecia sagrada chama de “cabeças” (Apocalipse 13:1). Em todas as suas fases estas são as suas formas de governo: a realeza (753 a.C.), o consulado (510 a.C.), a ditadura (500 a.C.), os tribunos (493 a.C.), o decenvirato (450 a.C.), o império (30 a.C.) e o papado (538 d.C.). É necessário ressaltar a lembrança de que tudo isto são fatos históricos e que não podem ser ignorados ou esquecidos.


O triunvirato, que poderia ser citado também como uma forma de governo, não o foi, como diz o registro histórico: “O Triunvirato, que data o primeiro do ano 60 a. C., não foi uma forma legal de governo; foi tão-somente um arranjo particular pelo qual Pompeu, Crasso e Júlio César concordaram em chamar a si a administração, derrubando a supremacia do senado”(LIMA, Oliveira, Histó­ria da Civilização, p. 127).


O domínio universal de Roma teve início quando derrotou definitivamente os gregos na histórica batalha de Pidna, no ano de 168 a.C. Daniel citou quatro impérios mundiais, através dos símbolos já ilustrados, a partir de quando começou a escrever sua profecia. João se referiu apenas ao último. Quando João escreveu o Apocalipse os três primeiros impérios já haviam passado, sido subvertidos, virado História. Ele já vivia nos tempos do quarto império mundial, o animal, “terrível e espantoso” e que tinha “dez chifres” ou cornos, ou pontas (Daniel 7:7), a mesma besta que João viu, “que tinha sete cabeças e dez chifres (Apocalipse 13:1).


ROMA, A GRANDE BABILÔNIA


Ao explicar o sentido de suas palavras João não deixa nenhuma dúvida sobre qual poder está falando. Ele representa politicamente como um animal, uma besta, este poder. Mas ao representar o mesmo poder de um ângulo religioso ele o representa como uma mulher, na realidade, uma prostituta, símbolo de uma igreja apóstata e idólatra. Ele se refere à última forma de governo do império romano, o governo papal, assentado sobre o poder herdado do império romano.


João afirma: “E veio um dos sete anjos que tinham as sete taças, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre MUITAS ÁGUAS; com a qual se prostituíram os reis da terra; e os que habitam na terra se embebedaram com o vinho da sua prostituição. E levou-me em espírito a um deserto, e vi uma mulher assentada sobre uma besta cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e tinha sete cabeças e dez chifres. E a mulher estava vestida de púrpura e escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição; e na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande Babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra” (Apocalipse 17:1-5).


Como não poderia deixar de ser a visão assombrou o apóstolo e profeta de Deus. Ele continua: “E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus. E, vendo-a eu, maravilhei-me com grande admiração. E o anjo me disse: Por que te admiras? Eu te direi o mistério da mulher, e da besta que a traz, a qual tem sete cabeças e dez chifres” (Apocalipse 17:6 e 7).


Para arrematar esta questão ele ainda afirma: “Aqui há sentido, que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada. E são também sete reis (ou formas de governo, do grego basileos): cinco já caíram, e um existe; outro, ainda não é vindo; e, quando vier, convém que dure um pouco de tempo. E a besta que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição” (Apocalipse 17:9-11). Aparentemente o texto parece um enigma insolúvel, mas Deus não deu mistérios indecifráveis, aos seus servos, mas uma revelação.


Que ele está se referindo a Roma, não há dúvida. A besta romana é o quarto animal da profecia de Daniel 7 e de Apocalipse 13. Na época em que ele escrevia e disse haver sentido e sabedoria, qual era a forma de governo que se assentava no poder em Roma, a besta? A resposta é clara: O império, cujo governante era, na época, o cruel, monstruoso e sanguinário imperador Cláudio César Nero.


Cinco autoridades ou formas de governo já haviam caído em sua época, ele afirmou. Foram os REIS (primeira); os CÔNSULES (segunda); os DITADORES (terceira); os TRIBUNOS (quarta) e os DECÊNVIROS (quinta). Um existe: OS IMPERADORES (sexta). Outro ainda não é vindo, OS PAPAS (sétima). Aqui é que o apóstolo clama pela sabedoria e entendimento dos destinatários da sagrada mensagem. Quando ele afirma que “outro” não é vindo ele continua: “E, quando vier, convém que dure um pouco de tempo. E a besta que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição”. (Versos 10 e 11).


Os sete montes a que ele se refere são pontos turísticos da cidade de Roma, mundialmente famosos e constantes dos compêndios escolares e das agências de turismo no mundo todo: são os montes Aventino, Palatino, Viminal, Quirinal, Esquilino, Capitolino e Ceólio.


João afirma categoricamente e de maneira direta: “A mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra”. (Apocalipse 17:18). Ora, qual a cidade que dominava o mundo e reinava sobre todos os reis da terra quando, por volta do ano 100 da era cristã ele vivia e escreveu esta profecia? A resposta não deixa nenhuma dúvida: ROMA!. E para não pairar nenhuma dúvida sobre a besta que subiu do mar, a Palavra de Deus esclarece, tratando do assunto: “As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, e multidões, e nações, e línguas (Verso 15).




O que é o sinal ou selo de Deus e a marca da Besta? Qual o significado da palavra besta? Este talvez seja o principal assunto de que trata o livro da revelação, o apocalipse, relativamente ao futuro próximo, imediato, que irá desencadear as mais profundas alterações nos relacionamentos humanos, cujos alicerces já estão profundamente fincados e que irão assombrar o mundo. Nunca a profecia divina falhou. Acompanhe com espírito crítico nossa explanação e verifique a sua autenticidade e veracidade.

Este é um estudo ainda em desenvolvimento. Na medida em que forem concluídos seus diversos temas serão os mesmos transpostos para esta página. Assim, periodicamente estaremos inserindo todo o contexto, até à sua conclusão. Todas as sugestões, críticas e opiniões serão bem vindas e servirão para alcançarmos o nosso objetivo maior, que está explicitado no item 1. – INTRODUÇÃO, a seguir:

1. INTRODUÇÃO

O objetivo maior deste trabalho é esclarecer publicamente os bastidores e a eclosão da maior crise da história humana e a maior controvérsia de todos os séculos: a clara, completa e perfeita identificação do real e verdadeiro significado desse tema e quais serão as pessoas que serão assinaladas ou com o selo de Deus ou com o sinal da Besta. O último livro da Bíblia Sagrada manifesta de forma impressionante as características daqueles que estarão do lado de Deus ou de Satanás na última grande batalha da história da humanidade.

Incontáveis multidões estarão sendo conduzidas pelo inimigo de Deus e pai da mentira para um combate inglório contra o Senhor dos Exércitos e suas fiéis testemunhas, num caminho sem volta rumo à perdição, a menos que despertem a tempo para as verdades reveladas para o tempo do fim.

Ninguém ficará neutro na última grande crise da humanidade. Somente existirão dois caminhos: o do bem e o do mal; o de Jesus Cristo e o de Satanás. Muitos poderão imaginar-se indiferentes diante da grande crise, mas para estes é oportuna a categórica afirmação do Salvador: “Quem não é comigo é contra mim; e quem comigo não ajunta espalha”. (Mateus 12:30).

Não haverá a possibilidade de alguém se posicionar “em cima do muro”, conforme se costuma dizer das pessoas que não se decidem por um lado de qualquer questão. Conforme veremos adiante a neutralidade, neste caso, significa oposição.

Ao longo de cerca de seis milênios da história do homem na terra, desde a sua criação, ficou patenteado aos olhos de todo o universo, de todas as criaturas inteligentes criadas por Deus, os resultados do pecado, da desobediência aos Seus mandamentos sagrados, da transgressão desenfreada testemunhada em nossos dias.

Chegamos ao tempo do fim, predito nas Escrituras. O próprio Criador afirmou, referindo-se à época em que vivemos: “A terra pranteia e se murcha...na verdade a terra está contaminada por causa dos seus moradores; porquanto transgridem as leis, mudam os estatutos e quebram a aliança eterna.” (Isaías 24:4 e 5).

Todos os sinais preditos por Jesus que antecederiam sua volta estão cumpridos. Quando Seus discípulos Lhe perguntaram diretamente: “Dize-nos quando serão estas coisas, e que sinal haverá da Tua vinda e do fim do mundo?” (Mateus 24:3), esta foi sua resposta clara, direta e enfática:

“E Jesus, respondendo disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane; porque muitos virão em Meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai não vos assusteis, pois é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio das dores....E por se multiplicar a iniqüidade o amor de quase todos esfriará. Mas aquele que perseverar até o fim será salvo. E este Evangelho do Reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes, e então virá o fim. (Mateus 24:4-14).

Alguém poderia apropriadamente dizer: Estas coisas sempre aconteceram. Terremotos, desastres na natureza, pestes, fomes, guerras e outros sinais apontados por Jesus sempre foram comuns na história da humanidade. Mas comparem-se todos os acontecimentos mencionados em todos os séculos da história conhecida com os acontecimentos do último século!

Duas guerras mundiais, incontáveis conflitos regionais, o cancro do terrorismo, o aparecimento de moléstias incuráveis, pandemias, desastres ecológicos provocados pelo aquecimento global e o efeito estufa, a exploração da fé e da credulidade por pessoas e instituições inescrupulosas, que ensinam a prosperidade material e se esquecem de anunciar o reino vindouro de Jesus.

O apóstolo Paulo prenunciou para os nossos dias: “Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto”. (Romanos 8:22).

O mesmo apóstolo previu a extrema corrupção dos últimos dias: “Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo a aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes, afasta-te”. (2 Timóteo 3:1-5).

Todos os sinais que antecederiam a volta de Jesus, anunciados na Bíblia, estão cumpridos, com exceção de três: A pregação final do Evangelho Eterno, anunciado por Ele mesmo e por João no livro de Apocalipse, o derramamento das últimas sete pragas e o assinalamento de todas as pessoas que estiverem vivas em todo o mundo. Uns receberão o selo de Deus e outros receberão o sinal da besta.

O SIGNIFICADO DAS PALAVRAS SELO, SINAL E MARCA

As palavras que representam e indicam o prenúncio do fim e de que lado as pessoas estarão no grande conflito final prestes a abater-se sobre a humanidade são sinônimas, praticamente idênticas, diferenciando-se somente na letra.

O Novo Dicionário Aurélio da Língua portuguesa, 3ª. Edição revista e atualizada assim as define, resumidamente:

SELO: sinal, cunho distintivo, marca.

MARCA: Sinal que se faz num objeto para reconhecê-lo.

SINAL: Símbolo, indício, marca.

A palavra SELO, no contexto e na época em que o profeta recebeu as revelações do livro do Apocalipse tinha um significado e conotação diferentes dos que normalmente são conhecidos e entendidos nos dias modernos.

Hoje esta palavra está praticamente adstrita ou resumida ao seu significado filatélico, ou seja, quando se fala nela imediatamente vem à mente a lembrança de correios, cartas, comunicação postal.

Pelo costume e pela legislação hoje em vigor é necessário que se pague pelo envio de uma correspondência e este pagamento se dá através da compra de selos de valores diversos que, depois de utilizados deixam de ter valor, a não ser para colecionadores que se dedicam a este tipo de “hobby”, ou “mania”, como tantos outros hoje em moda.

No passado os governantes, reis e imperadores principalmente, tinham os seus brasões, bandeiras e sinetes, como hoje as nações ainda têm os seus símbolos nacionais. Os sinetes serviam para dar autenticidade a uma lei ou decreto promulgados pela autoridade que os emitia, e eram usados em uma espécie de anel que o seu possuidor como que “carimbava” o documento, depois de o marcar com uma espécie de cera ou tinta, tornando-se o mesmo símbolo de sua validade e autoridade.

Hoje, com o sistema democrático vigente na maior parte do planeta e a limitação do poder de governar, praticamente deixaram de existir estes símbolos do poder. Em seu lugar os governantes e autoridades em qualquer esfera utilizam-se dos carimbos, geralmente artefatos de madeira, metal e borracha, que têm a mesma finalidade que tinham aqueles sinetes.

Em ambos os casos o sinete ou selo, antigamente, ou o carimbo, nos dias atuais deveriam e devem conter, no mínimo três características indispensáveis para a identificação da autoridade responsável por sua aposição:

- O NOME da autoridade que o emitiu ou assinou. Exemplos: Nome – Tibério César; ou Luiz Inácio Lula da Silva.

2º - O CARGO ou função dessa mesma autoridade. Exemplos: Cargo – Imperador; ou Presidente.

- A JURISDIÇÃO ou domínio que esteja sujeita a essa autoridade. Exemplos: Império Romano; ou República Federativa do Brasil.

Assim, ao assinar uma lei ou um documento oficial o mandatário maior dos Estados Unidos da América - hoje - aporia sua assinatura em um papel carimbado com as seguintes características: Barack Hussein Obama - Presidente – Estados Unidos da América.

E o Deus Altíssimo, o Rei do Universo, como assinaria ou "selaria" a Sua Lei? Certamente da seguinte forma: Seu nome? O SENHOR; seu cargo? CRIADOR; a jurisdição do Seu domínio: OS CÉUS, E A TERRA, O MAR E TUDO QUE NELES HÁ.

É desconcertante o estranho fascínio que o pecado, a mentira e o engano exercem sobre a natureza humana. É mesmo inacreditável a quantidade e multiplicidade de ensinamentos, doutrinas e dogmas conflitantes e completamente antagônicos que são pregados nos púlpitos das igrejas, nos templos e sinagogas ao redor de todo o mundo e divulgados por todos os meios de comunicação hoje existentes e que fazem do planeta uma verdadeira "aldeia global".

A religiosidade tem tomado conta da terra. Religiosidade, não consagração. Os lugares de culto se multiplicam a cada dia, mas a corrupção e a violência tomam conta da terra. Relatos de crimes repugnantes, atentados terroristas, vandalismo e desamor tornam-se corriqueiros e banais, fazendo parte do dia a dia de cada cidade. Com isso vem à memória daquele que estuda as Sagradas Escrituras as palavras proféticas de Jesus: “Quando, porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra”? (Lucas 18:8).

Parece haver uma contradição. Aumenta o número de igrejas e de seus freqüentadores e proporcionalmente aumenta a degeneração moral e decresce o espírito de fraternidade e de amor que caracterizava a igreja apostólica, primitiva, em que SER era muito mais importante do que TER. A resposta está na afirmação: quantidade não é qualidade. O próprio papa Bento XVI, líder maior da igreja de Roma tem afirmado que o que verdadeiramente interessa não é a quantidade, mas a qualidade dos seus seguidores.

São do próprio Senhor Jesus as palavras de advertência sobre os acontecimentos imediatamente anteriores à Sua volta à nossa terra, quando Ele predisse que Satanás procuraria simular esse evento, enganando as multidões, como se fosse ele o Cristo, o Filho de Deus regressando conforme Sua promessa. “Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. Eis que Eu vo-lo tenho predito. Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto, não saiais; eis que ele está no interior da casa, não acrediteis. Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até ao ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem” (Mateus 24:24 a 27).

Satanás está a preparar o terreno para o grande último engano. Ele deseja e será recebido pela imensa maioria dos homens e deles receberá adoração. Suas mentiras têm encontrado terreno fértil em corações não consagrados, mais interessados nas coisas materiais no que no reino de Deus. A verdade foi jogada por terra e prosperou a mentira. A tradição sobrepujou a Palavra de Deus. São muitos os que, a despeito de professar fé no Salvador vivem uma vida completamente dissociada dos Seus ensinos e preceitos.

Proporcionalmente são poucas as pessoas que acreditam que Jesus é Deus e que vai voltar. Poucos acreditam na ressurreição dos mortos, porque imaginam que eles já se encontram no lugar que lhes compete, conseqüência da vida aqui vivida: ou no sofrimento eterno ou no gozo eterno, num corpo imaterial e etéreo, nunca mencionado na Palavra de Deus.

Multidões descrêem do Deus criador e tentam tirar do Eterno a glória da criação da vida e do homem, atribuindo ao acaso e à natureza a evolução das espécies. A maioria das pessoas consulta os mortos, o que é abominação a Deus, atribuindo a eles fenômenos da autoria de espíritos de demônios. Sua sagrada lei é considerada sem efeito, não mais em vigor, anulada pela graça e pela fé.

Estes três temas são exatamente o oposto do que ensinam as mensagens angélicas do livro do Apocalipse, que mostram o Deus Criador, O juízo final e a restauração do Evangelho Eterno. São simbolicamente descritos no mesmo livro como espíritos de demônios, semelhantes a rãs, que congregam os homens para a batalha final entre a verdade e o erro, entre Jesus Cristo e Satanás.

A união das igrejas protestantes, ditas evangélicas, apostatadas, com o paganismo católico-romano e o espiritismo em todas as suas formas estarão formadas de um lado na última grande controvérsia que dominará o mundo. Do outro lado, atendendo ao último chamado de Deus estarão aqueles “que lavarão suas vestes no sangue do Cordeiro”, saídos de Babilônia, a grande meretriz, perseguidos como sempre foram os que verdadeiramente seguem a Jesus, têm a Sua fé e guardam os Seus mandamentos.

A profissão de fé pouco ou nenhum valor terá e as instituições humanas virarão pó. Está chegando o tempo da separação do joio e do trigo e dos bodes das ovelhas. O Esposo se apressa, as bodas estão próximas. É hora de cada um que guarda a sublime esperança do encontro com Cristo “colocar azeite em suas lâmpadas”, para que aquele dia não venha sobre si como ladrão e arrebate a coroa de glória que lhe está preparada.

Lembre-se: “O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã” (Salmos 30:7) e “A nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória” (II Coríntios 4:17). A oração é a respiração da alma. O estudo da Bíblia é alimento para o espírito. A fé em Cristo é a nossa vitória. Preparemo-nos agora, pois falta pouco. Canaã está muito próxima. Maranata!

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