Procurando, na noite de sábado, 29/08, um canal onde estivesse passando algum telejornal deparei admirado dois canais transmitindo simultaneamente programas do líder religioso conhecido como o Missionário R.R. Soares. Desejando saber se era uma programação em rede, com mensagens idênticas, descobri que eram programas diferentes, gravados em ocasiões e situações diversas. Curioso, assisti a partes de cada um dos programas e me surpreendi com o teor de suas mensagens.

Minha primeira surpresa foi quando ele se referia ao pecado de adultério. Mencionando alguns textos que condenam a prática da traição conjugal ele ministrou sábios conselhos, prevenindo a prática da transgressão ao mandamento da Lei do Senhor. Falou sobre as bênçãos e vantagens da fidelidade e sobre a maldição e castigo do transgressor. Fez a seguinte comparação, a título de ilustração:

“Suponha que uma pessoa foi vítima de assaltantes, levada para uma floresta erma e amarrada a uma árvore, longe de qualquer tipo de socorro. Sujeita ao frio, à chuva e ao calor escaldante, sujeita às picadas de insetos, cobras, onças que aproveitariam para fazer um banquete e outras coisas mais, tudo isto durante quinze dias. Então ele pergunta: Isto pareceria o inferno? Não! Ele próprio responde. Isto pareceria o paraíso, comparado ao verdadeiro inferno”.

Ele continua em sua explanação: “Da união de duas pessoas é gerada uma alma imortal, cuja vida tem a duração da vida de Deus. Então, esta alma, condenada ao fogo eterno, não apenas por quinze dias, nem mil anos, nem um bilhão de anos e nem um quintilhão de anos, mas por toda a eternidade. Esta é a condenação do adúltero”!

Confesso que senti calafrios ao imaginar uma condenação tão cruel e monstruosa, que nem o próprio Satanás e sua mente perversa acredito fosse capaz de engendrar – creio eu – quanto mais o Senhor Deus de justiça, infinito em misericórdia e amor, capaz de doar-Se para livrar Seus tão amados filhos da maldição da morte. Repito, da morte! Da morte eterna, de onde não haverá ressurreição.

Ele cita textos simbólicos sem compreendê-los em sua plena significação, como o “ bicho que nunca morre e o fogo que nunca se apaga.” Para ele e para pessoas que imaginam um Deus capaz de tamanha maldade aconselharia, modesta e humildemente a leitura da matéria deste mesmo site intitulada “RESSURREIÇÃO OU REENCARNAÇÃO?”

No outro canal assisti a uma pergunta de uma mocinha que queria saber informações relativas à MULHER E O DRAGÃO, de Apocalipse, capítulo doze. Sua resposta foi sincera, humilde, mas surpreendente. Ele disse: “Irmã, de Apocalipse não entendo nada, sou um zero à esquerda”! E disse várias outras coisas, reiterando sua ignorância sobre as profecias do livro da Revelação.

É interessante repetir que o último livro da Bíblia Sagrada não foi dado a esmo, sem uma importância vital para os últimos dias da humanidade, exatamente os em que vivemos e que precedem à vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo. E, mais, que não apenas os líderes religiosos, mas todas as pessoas deveriam buscar uma perfeita compreensão destas preciosas profecias, que têm a ver diretamente com a salvação de cada um, individualmente.

O livro profético inicia-se com a apresentação do Autor, o assunto e uma bênção especial, que não podem ficar sem apreciação: “REVELAÇÃO de Jesus Cristo, a qual Deus lhe deu, para mostrar aos SEUS SERVOS as coisas que em breve devem acontecer; e pelo Seu anjo as enviou, e as notificou a João, Seu servo” e “ Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo” (Apocalipse 1: 1 e 3).

Para ele e para as pessoas que também desconhecem o significado da profecia mencionada, com a mesma sinceridade e humildade recomendamos a leitura da matéria: “A HISTÓRIA DE ROMA E O ANTICRISTO”, também inserida no contexto de nosso site.

O cristianismo é hoje a maior força religiosa do planeta. Mais de dois bilhões de pessoas ou cerca de um terço da humanidade é ou se dizem cristãos. Mas ao se fazer uma análise séria e crítica do mundo cristão não se pode deixar de ficar perplexo com o imenso abismo que divide os milhares de correntes que compõem este segmento religioso. Na verdade parece mesmo que não existe um Cristo, mas uma infinidade de “cristos”, tal a diversidade dos ensinos e das doutrinas que assombram um expectador isento que procura entender ou compreender a razão de tantas diferenças de cultos, práticas e dogmas existentes entre seus seguidores.

O manso e humilde Homem de Nazaré tem sido usado por pessoas e instituições inescrupulosas, seus princípios e ensinamentos jogados por terra e alterados por outros que são exatamente o oposto do que encarnou o Príncipe da Paz, o Messias e Salvador prometido na aurora da humanidade, quando a desobediência de nossos primeiros pais ocasionou a maldição que até hoje assola nossa existência, sendo a principal conseqüência a condenação à morte, a cessação da existência.

A guerra deflagrada entre duas das maiores emissoras de televisão do país envolvendo dirigentes de uma grande igreja com ramificação em inúmeros países ao redor do mundo traz à baila muitas reflexões que levam à conclusão de que o cristianismo moderno difere em quase tudo do cristianismo ensinado por Jesus Cristo e vivido por Seus apóstolos e os cristãos primitivos.


O maior líder cristão é sem dúvida o papa Bento XVI. Vamos citar apenas alguns líderes somente em nosso país, chamados de apóstolos, bispos, missionários etc., somente com o intuito de fazer-se algum tipo de comparação entre o que ensinavam os líderes cristãos do passado, a começar pelo Seu líder maior e estes que hoje conduzem imensos rebanhos por um caminho diferente daquele indicado no passado.


Questionada na justiça por desvio de recursos de sua finalidade religiosa, os líderes de uma igreja neopentecostal que se transformou num dos maiores fenômenos de crescimento religioso da história recente alegaram praticar o que a maior parte das instituições religiosas da atualidade praticam: a TEOLOGIA DA PROSPERIDADE, ensinamento que se iniciou e tomou vulto no início do século passado.


Este ensinamento incentiva a busca da prosperidade material, o que em si mesmo nada traz de errado, pois na verdade Deus Se compraz na prosperidade de Seus filhos, conforme atesta a própria Bíblia Sagrada (Salmos 35:27). Deus nada tem contra eles possuírem riquezas e dinheiro, pelo contrário. O que Ele condena e que chama de “a raiz de todos os males” é o amor a estas coisas, como está escrito: “Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores” (I Timóteo 6:10).


Com a mesma intensidade com que pregam a “teologia da prosperidade” estas igrejas populares que infestaram o mundo todo e atraem milhões de seguidores apregoam as CURAS MILAGROSAS, como sinal e prova de sua procedência divina. Mas nenhuma destas duas coisas é prova de nada. Tanto é verdade que o próprio Jesus Cristo afirmou de maneira categórica que quando, no futuro e na separação das “ovelhas e dos bodes”, ou do “joio e do trigo”, muitos reivindicarão exatamente estas coisas, e receberão a terrível resposta que os deixará dolorosamente surpresos e irremediavelmente perdidos. Eis o texto sagrado: “Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em Teu nome, e em Teu nome não expelimos demônios, e em Teu nome não fizemos muitos milagres? Então, Lhes direi explicitamente: Nunca vos conheci. Apartai-vos de Mim, os que praticais a iniqüidade” (Mateus 7:22 e 23).


O cristianismo moderno e popular tem se desviado no mundo todo do seu propósito original e de sua pureza apostólica. Quando Jesus afirmou: ”O meu reino não é deste mundo” (João 18:36) Ele não estava sofismando ou brincando. Mais do que isto Ele disse claramente: “Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem os consomem, e onde os ladrões minam e roubam; mas, ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem os consumem, e onde os ladrões não minam nem roubam” Mateus 6:19 e 20).


Quando Jesus fez estas afirmações Ele estava simplesmente repetindo as Escrituras Sagradas, ao afirmarem que Deus colocou o homem, no princípio, como príncipe deste mundo, estando a ele sujeitas todas as coisas nele existentes. Ao ser enganado por Satanás, este lhe usurpou aquelas prerrogativas, o que foi afirmado por ele próprio, no deserto da tentação ao oferecê-las a Jesus, como está escrito: “e disse-lhe: Tudo isto te darei, se, prostrado, me adorares” (Mateus 4:9), e por Jesus, na véspera de Sua morte, ao afirmar: “Agora é o juízo deste mundo; agora será expulso o príncipe deste mundo”. E, “Já não falarei muito convosco, porque vem o príncipe deste mundo, e ele nada tem em mim” (João 12:31 e 14:30).


Jesus nasceu numa manjedoura, entre animais, quando poderia ter nascido num palácio. Capricho da parte de Deus? Não! Ensinamento e exemplo.


Jesus vivia da caridade de pessoas, sendo o dono do universo. Eis o que dizem as páginas sagradas sobre o assunto, quando foi Ele questionado a respeito “Respondeu-lhe Jesus: As raposas têm covis, e as aves do céu têm ninhos; mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça” (Mateus 8:20). Capricho da parte Dele? Não! Ensinamento e exemplo.

Obs: As imagens acima são, respectivamente, a mansão do bispo Edir Macedo e o Castel Gandolfo, residência de veraneio do papa.

Para Jesus as pessoas tinham um peso e valor infinito, valendo uma pessoa por mais pobre, humilde e aos olhos humanos desprovida de qualquer valor, mas aos olhos do sublime amor mais valiosa do que todos os tesouros da terra. Na mesma proporção em que amava as pessoas Ele desprezava as riquezas e bens materiais e mundanos. Capricho? Não! Princípio de vida, exemplo e ensino.


Jesus amava de tal maneira cada ser humano que desceu de Seu alto e sublime trono, deixou a adoração dos anjos e de todo o universo para enfrentar, como homem de dores, uma vida de humilhações e dificuldades e uma morte horrenda e cruel. Isto não para salvar homens bons e justos, porque não os há. Para salvar criminosos, prostitutas e pecadores. O trilhar Ele este caminho o fez por capricho? Não! Para pagar o preço do pecado e dar ao homem o direito de viver eternamente, como no plano original de Deus, vencido o poder da morte, resultado da desobediência de Sua lei, do pecado cometido por nossos primeiros pais.


Porque então não se prega hoje o mais importante da lei, a justiça e o juízo? Porque não se prega a salvação eterna e a felicidade da imortalidade nesta mesma terra redimida e recriada com mais beleza do que o Éden original? Por que não se prega a ressurreição dos mortos e a eterna bem-aventurança num mundo livre do pecado, do sofrimento e da corrupção? Por que não se prega a restauração do Evangelho Eterno de um Deus que não muda e cujas leis são santas, justas e boas, jogadas por terra, pisadas a pés por um poder apóstata e que o mundo reverencia? Porque não se prega hoje o que Jesus pregava? E os profetas e apóstolos anunciavam e ensinavam?


A resposta é simples: É porque o mundo se desviou dos princípios deixados por Deus desde a queda do homem, passando pelo período antediluviano, pela era Abraâmica, pela instauração do reino de Israel após o cativeiro egípcio, pelos quarenta anos no deserto, pela solene manifestação divina do Sinai quando em tábuas de pedras Deus inscreveu com letras de fogo, com Seu próprio dedo, os princípios eternos de Sua Lei de amor, pelos patriarcas e profetas, pelo cativeiro babilônico, pelo cumprimento das profecias na plenitude dos tempos quando veio Jesus, pela igreja primitiva perseguida por Roma, primeiramente pelos césares e depois pelos papas? Finalmente pela apostasia moderna, quando não há uma linha divisória entre cristãos e pessoas mundanas.


E o mais importante que tudo isto já estava há milênios predito pelos profetas, pelos apóstolos e pelo próprio Jesus. E o tempo vai passando, e a arca vai sendo construída e muitos que a constroem estarão de fora dela quando vier o dilúvio de fogo que os consumirá pela glória da volta de Jesus.


O cristianismo é um princípio vital. Ele não se mistura com o mundo, assim como a água não se mistura com o óleo. Os cristãos estão no mundo, mas não pertencem ao mundo. Eles TÊM que ser DIFERENTES ou então não são cristãos. Não se é cristão apenas pela igreja que se freqüenta, ou pela afirmação que se ostenta. Também não se é cristão pela aparência exterior. O verdadeiro cristão é uma figura diferente, considerada muitas vezes como fanática, louca, extremista, como foram considerados Noé, Ló, José, Daniel e Paulo, dentre milhares de outros heróis da fé.


No seu fanatismo e aparente loucura Noé não ficou fora da arca quando veio o dilúvio. Ló não foi destruído juntamente com a ímpia Sodoma. José não condescendeu em simplesmente se desviar da tentação da carne, mas a repudiou com a firmeza que a confiança em Deus lhe outorgara. Daniel não se assentou fazendo de conta que comia dos manjares do rei, mas corajosamente enfrentou o problema e suas conseqüências. Paulo perdeu a cidadania romana, a autoridade dos judeus, a honra e as riquezas mundanas que possuía, trocando-as pela loucura do Evangelho, perdendo tudo, aos olhos do homem, até a cabeça e a vida, mas ganhando uma coroa eterna de glória, a ser recebida quando Jesus retornar a este mundo.


O cristão tem que ser cristão na riqueza e na pobreza. No comportamento social, profissional e religioso. Na fidelidade aos princípios da Lei de Deus e do amor cristão. No comer, no beber, no vestir e no falar. Na angústia e na alegria. Na vida e na morte. Senão o que professa é um falso cristianismo que conduz à porta larga dos prazeres mundanos e à perdição. Este é o mais fatal de todos os enganos que somente se revelará quando a perdição for uma realidade em sua vida e não houver mais retorno possível. Então haverá tardio arrependimento, semelhante ao de Judas, clamor e ranger de dentes pela salvação rejeitada e para sempre perdida.


Compare a vida de Jesus com a vida dos líderes religiosos da atualidade. Aquele que deixou os tabernáculos eternos para viver como um pobre peregrino nada teve, nada quis. E os que se dizem Seus seguidores e mesmo representantes? Onde moram, o que comem, o que vestem, o que pregam?


A quase totalidade mora em castelos, palácios e mansões suntuosas, vestem-se de púrpura e escarlata, seda e linho fino, griffes famosas e caríssimas. Banqueteiam-se como os antigos reis pagãos. E o que é pior, pregam um evangelho espúrio, falso e falsificado, ofensivo ao Deus Todo-Poderoso, a quem jogam a pecha da imperfeição, seja por criar um mundo imperfeito, que necessitou evoluir, seja por instituir leis imperfeitas que necessitaram ser modificadas ou alteradas pela sabedoria ou interesses humanos, seja por ser ofendido com a pior de todas as ofensas, a de criar um lugar de sofrimento eterno, um inferno onde seriam jogadas para queimar, para todo o sempre, miseráveis criaturas que por um breve período de vida neste mundo receberiam a condenação de um sofrimento sem esperança e sem fim.


Apenas para ilustrar a incoerência desse ensinamento monstruoso, que Roma herdou dos pagãos babilônios e persas, modificado pelos gregos, com os quais encheu seus cofres com a ameaça do fogo eterno e a venda do perdão em troca de dinheiro por meio das indulgências e relíquias de santos, vamos lembrar um fato que levou a mais profunda e absoluta indignação para o mundo inteiro. Foi quando um grupo de rapazes irresponsáveis e bêbados, pertencentes à classe social dominante em Brasília, resolveu divertir-se, ateando fogo a um pobre índio, chamado Galdino. Encharcando-o com gasolina aproveitou-se de que ele dormia em um ponto de ônibus e tocou-lhe fogo.


Depois de uma dolorosa e breve agonia o pobre índio veio a falecer. Era só um índio, chegaram a ter a ousadia de dizer. E aí? Se um simples índio agonizou por poucas horas e provocou a revolta de todo o planeta, o que dizer do repúdio dos anjos que estã familiarizados com o amor do Pai Celestial, com relação à idéia de que aquele que rejeitar a salvação sofrerá como o pobre índio, porém por toda a eternidade? Pode haver um pensamento mais cruel do que este? Então qual será o castigo do ímpio, aquele que rejeitar a graça e a salvação? Basta responder a outra pergunta: Qual o prêmio para quem aceitar a Jesus Cristo e o Seu sacrifício? A resposta vem rápida e clara: A VIDA ETERNA. Também rápida e clara deve ser a resposta da mesma pergunta para aquele que O rejeitar: A MORTE ETERNA, porque a morte é o contrário da vida, a sua ausência.


Que tipo de cristão é você? É seu sonho e esperança ter sucesso e riqueza nesse mundo por brevíssimos anos, quando o poder se esvai com a brevidade da vida, como a nuvem que passa ou a erva que murcha? Você valoriza mais as coisas ou as pessoas? Você tem algum tipo de ressentimento ou rancor por alguém? Lembre-se que a Palavra de Deus não é retórica, ela é real e literal.


A Palavra de Deus afirma categoricamente que aquele que não se fizer como uma criança, isto é, não guardar rancor e ser puro de coração de maneira alguma entrará no Reino dos Céus. Perdoe e ame aos seus inimigos, isto é, aqueles que se dizem ser seus inimigos, porque como cristão você não os pode ter. Ore por aqueles que desejam o seu mal ou que lhe trazem tristeza ou prejuízo. Bendiga os que o maldizem. Ame aos seus irmãos, mesmo aqueles que lhe parecem insuportáveis. Tolere-os, pois também são filhos do Seu Pai que está nos céus, porque não importa o que sejam ou o que fazem, ou o que fizeram eles são amados pelo Criador e Mantenedor de todas as coisas, com o mesmo amor com que Ele ama a você.


Aqui está a grande contradição. Se você buscar os bens terrenos, ainda que os consiga, eles lhe serão uma maldição. E no fim serão deixados para trás, para que outros deles se apropriem. Se você buscar os bens eternos, o reino de Deus que não é deste mundo, ainda que o mundo o considere louco, o Deus eterno o considerará sábio. A sabedoria do mundo é loucura para Deus, assim como a loucura do mundo é considerada sabedoria para o Senhor Todo-Poderoso.


Seja louco POR DEUS e louco PARA O MUNDO. Seja verdadeiramente cristão. Então você sentirá o que significa a palavra paz e esperança. Então você contemplará o futuro para além da sepultura. Então você saberá que muito em breve, quando as catástrofes naturais estiverem destruindo a terra, quando as guerras, pestilências, pragas e desespero estiverem assolando o planeta você estará num protegido retiro, aguardando o dia em que verá as sepulturas se abrindo e pessoas conhecidas que já se foram retornando à vida com um corpo imortal, perfeito, semelhante ao corpo de Jesus, para viver uma vida que terá a duração da Sua vida. Você verá o céu se abrir como um pergaminho e ao som do cântico de milhões de milhões de anjos, entre as nuvens do céu, Jesus com uma resplendente coroa de glória, aquele mesmo que um dia foi coroado com uma coroa de espinhos.


E num momento, num abrir e fechar de olhos você se verá, também, transformado à imagem e à semelhança dAquele que estará contemplando em Sua indescritível glória e que também estará olhando prá você, com a alegria de saber que o Seu sacrifício não foi vão para sua vida. O mesmo olhar e atenção com que você se sentirá premiado no momento da sua glorificação e vitória é o mesmo olhar e atenção que Ele devota a você neste exato instante, neste momento que é de provação e de lutas. Portanto, escolha o seu futuro, agora. Escolha o lado do cristianismo de Jesus, em vez do cristianismo dos charlatães e dos falsos cristos e falsos profetas.

O presente texto foi transcrito da obra TESTEMUNHOS HISTÓRICOS DAS PROFECIAS DE DANIEL, de Araceli S de Melo, páginas 437 e 438 e retrata um dos maiores e mais horrendos crimes cometidos contra milhares de inocentes pelo mais cruel e terrível poder que como nenhum outro em qualquer época manchou com sangue as páginas da história. Sirva ele de reflexão para muitos para que, olhando para o passado, antevejam o que este mesmo poder fará no futuro. Este crime ficou conhecido mundialmente como “A NOITE DE SÃO BARTOLOMEU”. Eis o texto:


“A fatídica noite francesa de São Bartolomeu, de 24 de agosto de 1572, tem uma diabolesca história de sangue a contar ao mundo. Seus protagonistas, o papa Gregório XIII, o fraco rei Carlos IX, a famigerada e fanática Catarina de Medicis, o impostor duque de Guise e o orgulhoso clero papal, saciaram-se de sangue e de carnagem naquela negra noite que passou como execrável para a história da França católica. Posto que denominada pelo nome dum santo, um apóstolo de Cristo, para não dizer de Roma”.


“Ao sinal convencional e fatal do sino, nas grandes cidades da França, tigres ferozes e esfaimados se precipitaram sobre suas vítimas indefesas, genuínos cristãos, chamados santos nas profecias de Deus. É impossível descrever o crime papal daquela trágica noite que cobriu de luto a França inteira. O país foi banhado em sangue inocente. Coligny, o bravo almirante cristão, chefe dos Huguenotes franceses, alvo principal daqueles esbirros, foi morto em seu aposento e seu corpo foi jogado pela janela sobre as lanças da soldadesca embaixo. A terrível carnificina durou três dias e três noites e os mortos atingiram a cifra de dezenas de milhares em toda a malfadada e enganada França. Este sucesso constituiu um dos maiores e mais abomináveis crimes da História, cujos protagonistas pagarão caro um dia ao acertarem suas contas com Deus no tribunal do juízo divino”.


“A noite sangrenta de São Bartolomeu foi uma vitória sinistra do Papado, cujo representante, então Gregório III, derramou lágrimas de júbilo e triunfou como principal responsável pela monstruosa matança. Fez cantar um “Te Deum” e, para perpetuar o fúnebre “auto de fé”, ordenou a cunhagem duma medalha que por certo há de estar ainda no museu do Vaticano. De um lado aparece o seu busto com a seguinte inscrição: GREGORIUS, XIII. PONT. MAX. AN. I. Do outro lado lê-se: GVONOTTORVM STRAGES 1572. Aqui está uma espécie de cristianismo e um clero que entoa a Deus um cântico de ação de graças por ter banhado um país em sangue pela fria matança de milhares de milhares de Seus fiéis filhos inocentes”!


Por mais impossível e improvável que possa parecer a intolerância religiosa voltará a assombrar um mundo brevemente. As profecias sagradas não podem falhar ou mentir. Quando o papado tiver seu antigo poder restaurado na aliança com os Estados Unidos da América e a União Européia, aqueles que lhes são contrários na fé religiosa serão submetidos à mais cruel e violenta perseguição já havida em todos os séculos da história humana.


Os novos protagonistas não mais serão o papa Gregório XIII, mas quem sabe, Bento XVI? Não a França do Rei Carlos e da cruel Catarina de Medicis, mas a América protestante de Barack Obama? O falso cristianismo, ou o protestantismo apostatado, chamado pela Bíblia de “falso profeta”, aliado ao romanismo pagão e idólatra de Bento XVI, denominado “a besta” e o movimento espiritualista que a Bíblia Sagrada chama “o dragão”, unidos em princípios comuns deflagrarão esta perseguição aos que serão por eles chamados, como no passado, HEREGES, mas que as Sagradas Escrituras denominam “santos do Altíssimo”, aqueles que “guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho, a paciência e a fé de Jesus” (Daniel 7:25 e Apocalipse 12:17, 13:10 e 14:12).

A revista ISTO É, Edição Nº 2075, DE 19 ago/2009, na seção SEMANA traz o comentário do Doutor Luiz Augusto Vasconcelos, médico especializado em saúde coletiva, sobre o perfil dos praticantes de barebacking – sexo em grupo e entre homens, sem uso de camisinha, sendo que um deles é sempre portador de HIV. Eis o seu comentário, destaque na revista:”O principal motivo é a busca do prazer imediato. É um equívoco pensar que todas as pessoas que praticam barebacking querem contrair HIV”.

Desconhecendo o termo fui pesquisar no GOOGLE o significado daquela expressão até então desconhecida pelo menos pra mim e confesso ter ficado estarrecido com o que descobri. O JORNAL DO BRASIL publicou em 03/01/09 uma matéria, de autoria do jornalista Vagner Fernandes, com o título:


´Barebacking' cresce no Brasil e torna-se caso de saúde pública


A matéria inicia-se assim:


“RIO - “Procuram-se HIVs”. Impresso em um caderno de classificados dos jornais das grandes metrópoles, o anúncio não passaria despercebido. Do ponto de vista conceitual, HIV é uma sigla que desperta interesse e hostilidade, fascínio e medo, compaixão e ódio”.


Nosso comentário:


Na verdade a reportagem mostra nada mais, nada menos, a situação em que Jesus previu para os dias de sua volta a este mundo, idêntica à que prevalecia nos dias de Sodoma, destruída com fogo e enxofre por causa de sua devassidão, cidade que emprestou o nome à prática antinatural do homossexualismo.


Apenas poucas décadas passadas estes fatos, agora tornando-se populares e comuns, causariam asco e repúdio. É um sinal inequívoco da chegada da plenitude dos tempos, do cumprimento final das profecias que antecedem a destruição deste mundo corrompido e violento. Esta prática é chamada de ROLETA RUSSA SEXUAL e destina-se a causar maior prazer pela excitação do perigo a que são expostos os seus infelizes praticantes. Infelizes, sim, porque condenados à destruição caso não se arrependam e abandonem estas práticas sórdidas, imorais e degradantes e que clamam aos céus pela sua abominação.


Àqueles que desejarem conhecer a seqüência da reportagem, o que não considero nem aconselhável e nem proveitosa, vai abaixo transcrita a sua continuação, na íntegra.


Continuação da matéria do JB:


“Estigmatizada até então como o acrônimo da morte, ela vem ganhando novos contornos etimológicos devido a um grupo de homens que praticam sexo com homens (os HSH), absolutamente crentes na teoria de que o vírus da Aids, se contraído numa relação sexual, pode trazer benefícios para seu cotidiano, libertando-o, de uma vez por todas, do uso do preservativo, aumentando o prazer, proporcionado uma liberdade só experimentada no auge da revolução sexual, na década de 70.


A teoria foi posta em prática. E tem nome: "barebacking" (derivado da palavra barebackers, usada em rodeios para designar os caubóis que montam a cavalo sem sela ou a pêlo).


O termo ficou conhecido internacionalmente como uma gíria para o sexo sem camisinha, praticado de preferência em grupo, em festas fechadas, por homens sorodiscordantes (HIVs positivos e negativos).


“Coisa de macho”, garantem os adeptos. O movimento cresce no Brasil, de forma assustadora, e tornou-se uma questão de saúde pública e motivo de preocupação social.


O Jornal do Brasil teve passe livre em dois desses encontros, batizados de bare party (festa bare).


É a primeira vez que um veículo de comunicação ingressa em reuniões nas quais o leitmotiv, ou fetiche é praticar sexo com pessoas desconhecidas, que possam, acima de tudo, ser soropositivas. Às cegas, todos são guiados apenas pelo que sentem. E, para facilitar a comunicação, criaram um vocabulário próprio.


Festa da conversão


As orgias são chamadas de conversion parties ou roleta-russa. Entre os convidados, há os bug chasers (caçadores de vírus), o HIV negativo, que se lança ao sexo sem camisinha, e os gift givers (presenteadores), os soropositivos que se dispõem a contaminar um negativo.


São esses os responsáveis por entregar o gift (presente), o vírus. Quem participa de encontros bare confirma: o prazer sem barreiras é o que importa. Quanto à Aids, eles não encaram mais a doença como mortal, porém crônica, com tratamento à base do coquetel.


A contaminação, portanto, elimina o medo e apresenta uma perspectiva futura da naturalidade do contato pleno.


– Sou um barebacker assumido – dispara R. H., 31 anos, geógrafo e cientista social, com pós-graduação nas duas áreas.


– Eu odeio camisinha. Acho uma m... É terrível interromper o sexo para colocá-la. Acaba com o meu prazer. No mais, o bare, para mim, é um fetiche. Eu gosto, apesar de ter contraído o vírus da Aids numa festa. Mesmo assim, faria tudo de novo. Não me arrependo.


A declaração aterroriza, preocupa. E só mesmo ingressando no singular mundo dos barebackers para comprovar o que depoimentos, documentários, teses, livros e outros elementos que abordam o tema tentam desvendar ou explicar.


Na maioria das vezes, não conseguem. O que se testemunha numa festa bare está além da imaginação humana, supera os delírios e o surrealismo de Fellini em obras como Satyricon, ultrapassa a sordidez e o ceticismo pasoliniano em Saló ou 120 dias de Sodoma. Não há limites. De verdade.
A constatação pôde ser feita em encontros programados para homens de grupos sociais distintos. Na Ipanema da bossa nova, de gente chique “pulverizada” de Dior, Prada, Gucci, Kenzo, Gaultier e Armani, a reunião começa às 22h num casarão de uma das mais movimentadas e conhecidas ruas do bairro.


A mansão, de três andares, é fechada especialmente para a ocasião. O décor é sofisticado. No primeiro pavimento, paredes brancas contrastam com sofás vermelhos. TVs de plasma 42' exibem clipes de Madonna, Beyoncé, Cher, Christina Aguilera ou filmes com astros e estrelas de Hollywood.


As luminárias brancas rebatem a luz dicróica contra a parede, gerando clima de aconchego, e o bar, com bebidas importadas em sua maioria, está sempre livre. Ninguém fica sobre balcão. Não há tumulto. Claro, é uma festa para pessoas escolhidas a dedo, para poucos, no máximo 60 convidados, informados por e-mail.


Há regras, e elas são claras. É condição sine qua non ficar nu ou no, máximo, com uma toalha (cedida pela produção do evento) amarrada na cintura. Quem se recusa é convidado a se retirar.


Outra exigência: o sexo tem de ser praticado nos ambientes comuns de convivência. Ou seja, nada de se trancar em banheiro, em cozinha, em quarto. Ali, todos estão para ver e serem vistos.


E o ritual começa na entrada, quando os participantes tiram a roupa e guardam as peças em um armário, trancado com chave numerada. O funcionamento é semelhante ao de termas, masculinas ou femininas.
A medida, na verdade, serve para evitar a circulação com dinheiro e cartões de crédito. É precaução. Os que desejam consumir bebidas ou aperitivos, apenas transmitem ao barman o número assinalado na chave.
Os itens são lançados no computador e, no fim da festa, a conta é paga no caixa. O mecanismo lembra o adotado por boates e bares do eixo Rio–São Paulo, com suas tradicionais cartelas de consumação mínima. Só que numa festa bare, a bebida ajuda, os petiscos “fortalecem”, mas não são peças-chave para o divertimento.


Circulando pelos outros andares, a prova: na sala de vídeo, um jovem de cerca de 20 anos se entrega ao prazer, cercado por três homens.
Nenhum deles usa preservativo. A cena é chocante. O rodízio de papéis, durante o ato sexual, é comum nessas festas. Faz parte do jogo. O quarteto não frustra as expectativas dos voyeurs reunidos na porta da sala.


Como “astros do sexo”, diante de câmeras e de uma equipe de produção, atuam com vontade em uma performance longa, nada convencional, sem limites. Quem se propõe a ficar sob os holofotes sabe o risco que corre.
Mas é a sensação de perceber a adrenalina disparar e o coração bater aceleradamente devido ao unsafe sex (sexo inseguro) sem pudores e em público que os impulsiona.


Um deles podia ser gift giver e os outros bug chasers. Ou vice-versa. A probabilidade de o gift (o vírus) estar ali, entre eles, era grande. Ninguém se importava.


Quando terminou a primeira das muitas rodadas de sexo, o boy toy lover (brinquedo sexual) do trio foi jogar paciência em um dos quatro computadores, com internet liberada, instalados no segundo andar.


– As pessoas perdem a noção do perigo em busca do prazer – explica Jorge Eurico Ribeiro, 40 anos, coordenador de Estudos Clínicos da Fiocruz.


– E o conceito de barebacking se perdeu. Originária da Califórnia, a proposta é a de festas em que um ou mais participantes, sabidamente positivos, são convocados por um produtor para praticar sexo com os convidados sem o uso de preservativos. Todos têm ciência de que, na reunião, há portadores de HIV. O fetiche consiste exatamente na possibilidade de contrair ou não o vírus. Só que, atualmente, há quem acredite que as festas bare são simplesmente um evento para o sexo sem camisinha com participantes negativos, o que é um grande equívoco.
Ribeiro analisa que os barebackers que não apresentam o raciocínio da conversão imaginam, de fato, que, uma vez soronegativos, se limitarem seus relacionamentos com pessoas igualmente soronegativas, estarão fora do risco. Definitivamente não estão.


Há o espaço de tempo de variável (conhecido como janela imunológica) em que um indivíduo já contaminado pelo HIV pode ter resultados de exames laboratoriais de soronegatividade, ou seja, resultados falso-negativos. Testes HIV não são tão matemáticos como se supõe.


No Brasil, o obscuro universo do barebacking é pouco discutido publicamente por especialistas em sexualidade humana. Ainda não há estudo com precisão estatística sobre o número de praticantes, independente de orientação sexual.


No entanto, os relatórios do Ministério da Saúde com dados de infectados pelo HIV, de 1980 a junho de 2008, dão a pista. Os casos acumulados de Aids no país nesse período foram 506.499. Desses, 333.485 (66%) são homens e 172.995 (34%), mulheres. Em 2007, registraram-se 33.689 novos portadores.


Homo, bi ou hetero, todos praticaram sexo sem camisinha. A irresponsabilidade tem preço. E alto. Dos cofres públicos do governo federal saem cerca de R$ 1 bilhão por ano para tratamento exclusivo de soropositivos. Um paciente consome de R$ 5.300 a R$ 26.700 por ano. Cerca de 20 mil pessoas infectadas iniciam tratamento com anti-retrovirais no país, anualmente.


– Sinceramente, não me preocupo com essa questão e nem me sinto culpado. Não estou nem aí em ser um ônus para o governo – enfatiza R. H.


O Federal Health Research (centro de pesquisas de saúde), órgão governamental americano, divulgou recentemente a informação de que muitos homens com comportamento homossexual, bem como agentes de prevenção contra o HIV, confirmaram que a prática de sexo inseguro está se tornando cada vez mais comum.


Um estudo com 554 homens assumidamente homo ou bissexuais, residentes na Califórnia, apontou que 70% estavam familiarizados com o termo barebacking e que 14% já o haviam praticado, muitos em relacionamentos extraconjugais.


De acordo com a pesquisa, dos homens HIV positivos que participaram do estudo, 22% declararam ser barebackers e 10% dos negativos também tinham feito sexo inseguro nos últimos dois anos.


Não há informações sobre qual o número de pessoas em geral (homo, bi ou hetero) que pratica sexo inseguro nem sobre que motivos as levariam à auto-exposição.


Interesse dos jovens


Nas principais metrópoles, o fenômeno tem chamado a atenção de jovens. Comunidades sobre o tema se espalham por sites de relacionamento como o Orkut. No Rio e em São Paulo, a adesão ganha força.


Na indústria pornô, os filmes bare são os mais procurados. No YouTube, as postagens com cenas de sexo sem o uso de preservativos lideram o ranking das mais assistidas. Muitos dos que não praticam ou não têm coragem para fazê-lo buscam o prazer lançando mão de DVDs ou de vídeos na internet. O conceito de barebacking se dissemina.


– Colocar-se frente à possibilidade de contágio do HIV por meio do barebacking traz motivações psicológicas que podem ir do sadismo ao masoquismo. A possibilidade de uma relação sexual mais livre, com maior contato íntimo e afetivo pode estar encobrindo uma caráter suicida


– avalia Paulo Bonança, sexólogo e psicólogo, membro da Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana e da Associação Brasileira para o Estudo da Inadequação Sexual.
Risco assumido


HIV positivo, o administrador T.W., 45 anos, ratifica a análise de Bonança. Para ele, os adeptos do movimento sabem os riscos da superexposição e, alguns, ressalta, desejam o contágio conscientemente:


– Quem pratica sexo sem preservativo não pode ser considerado ingênuo. Tenho um amigo casado com soropositivo. Ele pediu ao parceiro que o contaminasse. Disse que era por solidariedade, mas acho que é masoquismo.


As observações de Bonança e T.W. foram comprovadas pelo JB em outra festa com a mesma proposta. Dessa vez, na Zona Oeste, a mais de 60 km da reunião em Ipanema.


O encontro, realizado mensalmente em um sítio, é batizado de Vale Tudo e está em sua 17ª edição. De sunga, de cueca ou nus, exigência para entrar, os participantes se divertem ao som de funk. Dos inocentes à la Perlla aos proibidões, compostos pela “galera da comunidade”. Agora não há TVs de plasma, luz ambiente, bebidas ou petiscos sofisticados. Computador?


Nem pensar. É uma zona praticamente rural. O bar improvisado oferece cerveja em latão, sopa de ervilha, salsichão na brasa, batata frita na hora e campari. O sexo, claro, também é praticado sem timidez.


Na varanda do casarão, na sala, nos quartos, na piscina, na grama. O produtor avisa, na entrada, que os preservativos estão disponíveis.
Percebe-se o zelo pela prevenção. A maioria, no entanto, dispensa, sobretudo em se tratando de sexo oral.


As situações são muito parecidas com as da festa na Zona Sul. Geralmente, dois dão o sinal verde e, em poucos instantes, como num formigueiro, três, quatro, cinco ou dez estão reunidos em busca do prazer.


Há um ano e meio, Igor (codinome de J.C., 42 anos, professor dos ensinos fundamental e médio) produz em sociedade com Renato (A.F, 40 anos, militar), a Vale Tudo.


Garante que o encontro não incentiva o bare, é freqüentado só por maiores e que o uso de drogas é proibido. Esses são dois de cerca de 20 itens de uma espécie de manual enviado por e-mail aos convidados.
Ainda está registrado na mensagem:



  • Sexo liberal entre todos. A formação de casais ou grupinhos é censurada. Estamos numa orgia e não num consultório matrimonial.


– Menor, cocaína, ecstasy, crack, maconha ou qualquer outra droga são vetados. Mas sempre há os que usam discretamente. Como posso controlar o que os convidados fazem? Se eu vir, peço que se retirem. Mas não vou colocar seguranças. Isso desconfiguraria a proposta da festa. São adultos. Cada um é responsável por seus atos – frisa Igor.


Mesmo sem ser em orgia, quem não usa proteção é 'barebacker'
A prática do sexo sem o uso de preservativo continua a conquistar novos adeptos. As campanhas milionárias do Ministério da Saúde sobre o tema não têm sido lá tão eficazes como deveriam.


E apesar do conceito de barebacking estar associado a orgias freqüentadas por homens que praticam sexo com homens, qualquer pessoa, independentemente de orientação sexual, que busca o prazer sem lançar mão de camisinha é um barebacker.


Também corre o risco de ser infectado, ainda que não seja um participante assíduo das conversion parties, as polêmicas e inconseqüentes festas de roleta-russa, nas quais os convidados brincam com a possibilidade de contrair o vírus HIV.



  • Como expliquei, a conceituação de barebacking se transformou ao longo dos anos – ressalta Jorge Eurico Ribeiro, coordenador de Estudos Clínicos da Fiocruz.


– Todos os que praticam sexo sem preservativo, seja homo, bissexual ou hetero, podem ser considerados, atualmente, um bare.
Risco permanente


Ribeiro destaca a necessidade de de todos os que se lançam ao sexo sem camisinhas refletir sobre o polêmico tema e as conseqüências da prática. Os familiarizados com o termo e o movimento partem para o simples "sou contra" ou "sou a favor", estabelecendo-se, assim, dois lados que se mostram inconciliáveis justamente pela falta de consenso sobre a inconseqüência com que muitos homens praticam o unsafe sex. A discussão vai além.



  • É importante se informar, pensar e decidir o que se pretende com isso. Ter uma vida saudável passa longe do exercício do bare. A decisão, claro, é exclusivamente pessoal. Da mesma forma que escolheram a orientação sexual, podem assim decidir o que fazer com o próprio corpo - assinala
    Números divulgados pelo Ministério da Saúde sedimentam a análise do pesquisador. Em 1996, no Brasil, o índice de heterossexuais com mais de 13 anos contaminados pelo HIV era da ordem de 22,4% do total de 16.938 infectados.


Até junho deste ano, esse percentual saltou para 45,7%. Entre os homo/bissexuais houve uma redução de 32,5% (em 1996) para 27,4% (junho de 2008).


Preço mais alto


Garoto de programa desde 2005, Gabriel Chaves, 22 anos, afirma ser heterossexual e ter namorada. Mas assume que, quando um cliente oferece um valor maior do que o cachê estabelecido para praticar sexo sem preservativo, não pensa duas vezes:
– Tem uns que dobram ou triplicam o valor. Eu não tenho como recusar. Com mulher também é assim. Há homens que pagam mais para transar com elas no pêlo. É um risco, mas eu, por exemplo, procuro conversar antes e, aos poucos, perceber a qualidade do cliente – conta.
Gabriel não foge à regra dos barebackers e poderá fazer parte da estatística no futuro. Embora se autodenomine heterossexual, integra o grupo HSH (Homens que praticam sexo com Homens).
Há 12 anos, o percentual de HSHs infectados era de 24%. Uma década depois, em 2006, eles já somavam 41% do total de soropositivos naquele ano.


Aumento dos índices


Em 2004, a Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas Sexuais do Ministério da Saúde apontou que o índice estimado de HSHs no Brasil, entre 15 a 49 anos, era da ordem de 3,2 % da população, ou cerca de 1,5 milhão de pessoas.


A partir dessa base populacional, a pesquisa calculou a taxa de incidência da Aids nesse grupo. Foram constatados 226,5 casos para cada 100 mil pessoas. Esse índice é 11 vezes maior do que o da taxa da população geral (de heteros), que é de 19,5 casos por grupo de 100 mil.


O crescimento no número de casos, sobretudo entre os homens, está relacionado ao fato de que toda uma geração, que jamais havia tido contato direto com a Aids, atingiu uma faixa etária sexualmente ativa. Bombardeados por campanhas em favor do uso do preservativo, acabaram desenvolvendo uma certa "imunidade" a elas, crendo que a doença não é um "bicho tão feito quanto pintam".


Quando remédio é desculpa para ficar doente
Difundida principalmente nos Estados Unidos (Califórnia, em primeiro lugar) e na Europa, a prática do barebacking é polêmica.
Os adeptos do bare alegam que, em função dos avanços atuais relacionados ao tratamento anti-HIV e à facilidade de acesso a ele, caso sejam contaminados não perderão em qualidade de vida.



  • Temos os anti-retrovirais, medicamentos que inibem a reprodução do vírus e potencializam o sistema imunológico. Isso impede o surgimento de enfermidades oportunistas (Aids) - ressaltam.


Eles ainda defendem como ponto positivo para não abrir mão da prática o fato de a ansiedade e a angústia frente ao possível contágio pelo HIV desaparecerem, assim que se descobrem soropositivos. Isso é sinônimo de libertação, pois que o uso do preservativo passa a ser descartado.


O barebacker está à procura da relação sexual mais livre, com maior contato íntimo e afetivo. As conseqüências, no entanto, relacionadas à prática nem sempre se traduzem de forma positiva, como supõem seus praticantes. Anti-retrovirais não são os únicos responsáveis pela qualidade de vida de um HIV.


Quando expostos, de forma freqüente, a relações de alto risco, os soropositivos podem sofrer o que se chama de “recontágio”, uma nova contaminação, acarretando aumento da carga viral e desencadeamento de queda de imunidade e sintomas.


Além disso, têm grande chance de contrair outras DSTs, tais com sífilis. Isso, certamente, dificultará o tratamento.


“Montar a pêlo”, a tradução literal para barebacking, seria uma lenda urbana se não houvesse comprovação real da prática.


A terrível tendência de comportamento existe. Há, de fato, homens, na maioria homossexuais, que querem ser infectados pelo HIV e outros que têm o prazer de ajudá-los a tornar esse desejo realidade.


Psicólogos, antropólogos e sociólogos teorizam sobre distúrbios de comportamento ou disfunção social. Para o resto do mundo, não passam de estúpidos ou patéticos”.
17:59 - 03/01/2009


A rotina leva ao estresse, mas os cientistas descobriram agora que o estresse também leva à incapacidade de sair da rotina. Eles estressaram ratos de laboratório e, posteriormente, avaliaram a sua capacidade de abandonar velhos hábitos. É possível estender as conclusões para humanos, dizem. É uma maneira de o cérebro se proteger. “Uma pessoa estressada vai colapsar se tiver que prestar atenção em mais coisas. Pode ser uma adaptação passar a fazer tudo automaticamente, sem pensar”, diz Rui Costa, neurocientista dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA. O estudo saiu anteontem na revista Science. A ideia é que, quando estamos fazendo algo novo – ainda que banal, como apertar o nosso andar no elevador pela primeira vez após a mudança –, temos que refletir sobre o ato. Qual andar? Em que lado fica o painel com os botões? Mas, com o hábito, passamos a fazer essas coisas sem pensar. “Imagine dirigir do trabalho pra casa. Vamos automaticamente. Quantas vezes queríamos parar no supermercado, mas, quando vemos, já estamos em casa?”, diz Costa. A rotina poupa o esforço de pensar.
É possível dizer que os pesquisadores “explicaram” as avenidas cronicamente congestionadas, como a Rebouças, em São Paulo. O trânsito estressa as pessoas, que, num ato automático, deixam de tentar caminhos novos. Continuam voltando para casa pela Rebouças, realimentando o estresse. (...)
(BOL Notícias)
Nota: Quando li esta matéria, não pude deixar de pensar em quanto interesse o inimigo de Deus tem em nos manter estressados. Quanto mais necessário é o discernimento para julgar entre as múltiplas escolhas com as quais nos deparamos a cada dia, menos capacidade temos de abandonar velhos hábitos, entre eles o hábito de consumir mediocridade. Mais do que nunca, é imperativo que busquemos adotar um estilo de vida antiestressante (preconizado pela Bíblia e nos escritos de Ellen White), a fim de que tenhamos liberdade de escolha (que Deus tanto valoriza) e não ajamos por mero impulso.[MB]
http://criacionista.blogspot.com/2009/08/estresse-conduz-acoes-automaticas.html

“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, pois dele procedem as saídas da vida.” Provérbios 4:23.

Permita-me uma sugestão pouco confortável, mas imagine você no lugar de Satanás. Sua missão é controlar os seres humanos e mantê-los em rebelião a Deus. Seu ódio por Jesus te motiva a estabelecer uma forma de manipular a mente, onde está a sede das decisões de cada ser.

Em primeiro lugar você precisa de um plano. Como bom estrategista, não pode revelá-lo a ninguém. Com o plano ultra-secreto em mãos, marca uma reunião com seus aliados – os anjos caídos.

Os anjos ao ouvirem sua proposta infalível o aplaudem em pé. Fantástico! Imbatível! Os humanos serão como robôs controlados pelo mal! Enfim, as hostes malignas terão pleno controle da mente humana.

Pouco tempo depois você fica atônito – seu plano secreto fora revelado aos cristãos! Por essa você não contava, mas como esquecer que Deus sabe de todas as coisas!? Tudo o que foi tramado saiu nos noticiários adventistas, isso mesmo, foi tudo publicado! Ao abrir o texto da “repórter” Ellen G. White você não acredita no que lê:

“Satanás reuniu os anjos caídos a fim de inventar algum meio de fazer o máximo de mal possível à família humana. Foi apresentada proposta sobre proposta, até que finalmente Satanás mesmo imaginou um plano. Ele tomaria o fruto da vide, também o trigo e outras coisas dadas por Deus como alimento, e convertê-los-ia em veneno que arruinariam as faculdades físicas, mentais e morais do homem, dominariam de tal maneira os sentidos que Satanás teria sobre eles inteiro controle… Mediante o apetite pervertido, o mundo seria corrompido”. (E.G.White. Conselhos Para a Igreja, 103 e 104)

A mente humana tem sido comparada a um computador, em que a memória está a ser continuamente programada por uma destas duas fontes: Cristo ou Satanás. Como um computador, o seu funcionamento depende da informação recebida. Entenda como Deus se comunica conosco e como o que ingerimos tem haver diretamente com nossa espiritualidade e moralidade.

Os nervos cerebrais que se comunicam com todo o organismo são os únicos meios pelos quais o Céu se pode comunicar com o homem, em influenciar sua vida mais íntima. Seja o que for que perturbe a circulação das correntes elétricas no sistema nervoso, diminui a resistência das forças vitais, e o resultado é um amortecimento das sensibilidades da mente.” (E.G.White, Conselhos Para a Igreja,103) .

“A intemperança de qualquer espécie insensibiliza os órgãos da percepção e enfraquece de tal maneira o poder dos nervos cerebrais que as coisas eternas não mais são apreciadas, mas são colocadas no mesmo nível das comuns. As mais elevadas faculdades da mente, que visavam os mais alevantados propósitos, são trazidas em servidão às paixões mais baixas. Se nossos hábitos físicos não forem corretos, nossas faculdades mentais e morais não podem ser fortes; pois existe grande afinidade entre o físico e o moral” (E.G.White, Conselhos Para a Igreja,103).

Agora de forma mais detalhada e citando nomes, Deus revela quais são os principais vícios usados por Satanás para controlar a mente humana:
Satanás está levando o mundo em cativeiro mediante o uso das bebidas alcoólicas e do fumo, café e chá preto. A mente dada por Deus, que deve ser conservada clara, é pervertida pelo uso de narcóticos. O cérebro não mais é capaz de discernir corretamente. O inimigo tem o controle. O homem vendeu sua razão por aquilo que o enlouquece. Não tem senso algum do que é direito. Todavia a maldição da bebida alcoólica é legalizada, e opera ruína indizível nas mãos dos que gostam de condescender com aquilo que, não somente arruína a pobre vítima, mas a família inteira”. (E.G.White, Evangelismo. 529).
“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, pois dele procedem as saídas da vida” Provérbios 4:23.

Para haver uma mudança em nossos hábitos de alimentação e estilo de vida, precisamos em primeiro lugar mudar nosso interior e nossa compreensão acerca deste assunto.
Infelizmente temos a tendência de colocar nosso gosto ou prazer acima da razão e da espiritualidade.

“Como o fermento, misturado à farinha, opera do interior para o exterior, assim é pela renovação do coração, que a graça de Deus atua para transformar a vida. Não basta a mudança exterior para nos pôr em harmonia com Deus. Muitos há que procuram mudar, corrigindo este ou aquele mau hábito, e esperam desse modo tornar-se cristãos, mas estão a começar no lugar
errado. O nosso primeiro trabalho é no coração.” (E.G.White, Parábolas de Jesus, 97).

Podemos ver facilmente que o método usado por Deus para alcançar o Seu objetivo para o homem é começar pela mente ou coração. Mas mesmo isto deverá acontecer mediante a nossa permissão voluntária. “Eis que estou à porta e bato…”
Apocalipse 3:20. “Se quiserdes, e ouvirdes, comereis o bem desta terra”. Isaías 1:19. Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos observem os meus caminhos.” Provérbios 23:26

Diz-se freqüentemente sobre alguém que está a aprender a tornar-se cristão, “Só lhe falta abandonar este ou aquele mau hábito”. Posses, atitudes ou hábitos de vida não são o problema; são apenas sintomas do verdadeiro problema. Deus diz “…o homem olha para o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração” I Samuel 16:7.

Agora você já sabe sobre o plano ultra-secreto de Satanás. Mas espere um pouquinho, o que você faria no lugar dele agora que seu plano foi descoberto pelos adventistas? Pense um pouco!

Não sei o que você pensou, mas posso dizer que Satanás está satisfeito, pois mesmo tendo seu plano descoberto parece que muitos não estão nem aí, a maioria ignora os “Conselhos Sobre Saúde” e os “Conselhos Sobre o Regime Alimentar”.

Muitos zombam dos que estão tentando praticar um regime saudável com piadinhas, ou se desculpam dizendo ser extremistas os que o praticam, e que o “equilíbrio” é o ideal. Terrível engano, chamar de equilíbrio usar alimentos ou bebidas que interrompem a comunicação com o Céu!

“Você é o que você come”, diz um ditado, que poderia muito bem estar na Bíblia devido à sua veracidade.
Jesus morreu por você e deseja ser o Senhor da sua vida. Ele deseja colocar Suas vestes de justiça para encobrir nossos pecados e nos perdoar. É por isso que Ele tem tanto interesse em nossa saúde mental e física, pois disso depende uma eficaz comunicação entre Deus e o homem.

Pr. Yuri Ravem
yuriravem@yahoo.com.br


Desejamos reafirmar aos nossos queridos amigos e leitores católicos que esta série de artigos relacionados à inquisição não tem o propósito de promover qualquer tipo de ataque ou ofensa ao seu credo, mas simplesmente expor o que ocorreu no passado. São fatos que a História não permite fiquem sepultados sob a névoa dos séculos, nem ignorados pela deliberada excusa dos seus responsáveis ou do seu ocultamento, pois são ações que a profecia sagrada afirma que voltarão a envergonhar e aterrorizar o mundo em um futuro próximo.

Acreditamos firmemente nas palavras contidas na seguinte afirmação: “É certo que há verdadeiros cristãos na comunidade católico-romana. Milhares nessa igreja estão servindo a Deus segundo a melhor luz que possuem. Deus olha para essas pessoas com compadecida ternura, educadas como são em uma fé que é ilusória e não satisfaz. Fará com que raios de luz penetrem as densas trevas que as cercam, e muitos ainda se unirão ao Seu povo” (O Grande Conflito, pág. 246 Edição condensada).

Para as pessoas que duvidam que os crimes hediondos e vergonhosos cometidos em nome da religião e de Deus e da implacável perseguição que vitimou centenas de milhares de pessoas durante a idade média não podem voltar a ocorrer nesse nosso tempo de luz e liberdade, basta olharmos para o holocausto que vitimou mais de seis milhões de judeus menos de sete décadas atrás. Joseph Mengelle, “O Anjo da Morte”, médico alemão que assombrou o mundo com sua crueldade nos campos de concentração nazistas ainda está vivo nos pesadelos de milhões de pessoas em todo o mundo.

As atrocidades mais recentemente praticadas em Guantanamo, nos conflitos étnicos e religiosos na Sérvia, Croácia, na África, Afeganistão e em tantos outros lugares do mundo, HOJE, dão clara mostra que a crueldade humana é latente e que o início de uma perseguição genocida a nível mundial é como um barril de pólvora que precisa apenas de uma pequena faísca para ser deflagrada.

Com referência ao comentário inicial deste artigo desejamos lembrar que o Cardeal Joseph Ratzinger, o atual papa Bento XVI chefiou por um período longo a instituição ora comentada e é o seu principal incentivador.


A Santa Inquisição ou Tribunal do Santo Ofício foi criada por Roma papal para combater os movimentos dissidentes ou contrários às suas normas ou doutrinas, os chamados hereges, que deveriam ser eliminados a qualquer custo sob pena de ter o seu poder absoluto subvertido, o que realmente aconteceu no ano de 1798 por obra e graça do imperador Napoleão Bonaparte que na época governava a França e grande parte da Europa.


A inquisição nada mais é do que a intolerância manifestada em sua mais hedionda forma, quando a fisionomia do cristianismo nominal dominante se manifesta, pervertendo os puros e límpidos princípios do verdadeiro amor e da verdadeira religião ensinados por Jesus Cristo e impondo os ritos e cerimônias do paganismo e da religião mundana que se vê hoje por toda parte.


O espírito de Roma é ainda o mesmo daquele manifestado no passado. O favor com que é hoje olhado pelos chamados protestantes difere em muito do que era antes, quando os estes afirmavam que procurar harmonia com Roma seria deslealdade com Deus.


Depois de inumeráveis erros e inomináveis crimes de crueldade sem par cometidos por ela, Roma assevera ainda que “a igreja nunca errou ; nem, segundo as Escrituras jamais errará”. Ninguém deve imaginar que Roma mudou. O protestantismo, sim mudou, condescendendo com erros que antes repudiava.


Perseguir e matar aqueles que por ela são, foram e serão chamados hereges é ainda o seu pensamento e o seu desejo. Numa obra publicada em 1911 é audazmente pretendido que a igreja tem o divino direito de “confiscar a propriedade dos heréticos, aprisioná-los, condená-los às chamas”. “Em nosso século o direito de infligir as mais severas penalidades, mesmo a morte, pertence à igreja, porque a experiência nos ensina que não há nenhum outro remédio”, pois o “último recurso é a pena de morte”. E o mesmo autor continua: “Não há ofensa mais grave do que a heresia..., e, portanto ela deve ser desarraigada com fogo e espada. É um dogma católico que deve ser fielmente crido, que a pena extrema não somente pode, mas deve ser infligida sobre os obstinados heréticos” (Institutes of Public Eclesiastical Low, citado em Signs of Times, 4/2/1947).


“Sim, é evidentemente isto que diz a profecia a respeito do nosso tempo:” E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao resto da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus Cristo” (Apocalipse 12:17). Aqueles que são consideradas por Roma como hereges estão, ainda, claramente identificadas nos dias atuais em outro texto da mesma profecia: “Aqui está a paciência dos santos. Aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus” (Apocalipse 14:12).


Guardar os mandamentos de Deus e não os de Roma... Seguir os ensinamentos da Bíblia Sagrada em vez da tradição dos homens... Tudo isto é considerado por Roma como heresia e futuramente até motivo para perseguição e condenação à própria morte, segundo as profecias sagradas. E o mais incrível é que professos cristãos das mais diversas denominações religiosas se unirão a Roma na perseguição final às fiéis testemunhas de Deus, preferindo obedecer e seguir os mandamentos de Satanás aos claros e imutáveis ditames do Criador.


Atrás do poder intolerante e perseguidor visível está o poder invisível de Satanás, instigando e dando força para pisar os santos de Deus e eliminá-los. Uma nova guerra aos cristãos verdadeiros, antes identificados, é a clara predição da profecia. Dentro de pouquíssimo tempo esta predição será cumprida. Outra vez a igreja de Deus será alvo da sanha sanguinária de Roma e repetir-se-á, ainda que por um prazo diminuto, a triste e vergonhosa história da idade média“.


“Tudo está pronto para a repetição do negro quadro, apenas faltam os últimos acertos para a união ecumênica das igrejas nos princípios comuns defendidos por todos contra os princípios bíblicos, unidos ao poder civil. Então terá chegado a civilização à beira do abismo e do fim, pois que Deus mesmo intervirá em favor de Seus santos, enviando a Jesus em Seu segundo advento para dar o pagamento ao carrasco e salvar os Seus amados perseguidos e em aflição” (Testemunhos Históricos das Profecias de Daniel, pág. 441 e 442).


As fogueiras da perseguição e da intolerância religiosa em breve se acenderão. Basta apenas notar-se a ascensão do prestígio e poderio papal e sua afinidade com o maior poder mundial de nossos dias, os Estados Unidos da América e de Barack Obama. Leia até decorar o capítulo treze do livro da revelação, o Apocalipse. Estes dois poderes estão ali identificados pro aqueles que a Revelação chama “sábios”.


“...nenhum dos ímpios entenderá, mas os sábios entenderão” (Daniel 12:10).


Conforme mencionado no artigo anterior a partir de agora vamos citar vários acontecimentos históricos relacionados com o mais perverso instrumento utilizado por demônios travestidos em homens para fazer prevalecer suas idéias e impor a sua vontade e poder material. A matéria abaixo é transcrita do livro A VERDADE SOBRE AS PROFECIAS DE DANIEL, de Araceli S. Melo, pág. 458 a 461. Ela trata da inquisição espanhola, mencionada no artigo anterior.

“Em 1809 o Coronel Lamanowski transferiu-se para a parte do exército napoleônico que se achava de guarnição na capital da Espanha. Napoleão havia dado ordem então de suprimir os conventos e abafar a Inquisição”.

“Distante cerca de uma milha de Madrid erguia-se o edifício da inquisição, rodeado de um forte muro e defendido por uma companhia de soldados. O coronel dirigiu-se a uma das sentinelas e exigiu que fossem abertas as portas ao exército imperial. Observou-se, então, como a sentinela falava com alguém do lado de dentro. Voltando-se, porém, ela travou da espingarda, atirando contra um dos soldados do coronel. Estava dado o sinal para o ataque. Aberto que tinham uma brecha no muro, as tropas imperiais por ela se precipitaram no interior do edifício”.


“O Inquisidor-Geral saiu-lhes ao encontro com vestes sacerdotais, acompanhado dos confessores, com os braços cruzados sobre o peito e em atitude de quem nada vira ou ouvira. E, voltando-se para os próprios soldados os repreendeu, dizendo: ´-Por que pelejais com os nossos amigo, os franceses?´ Pretendiam com isso, talvez, distrair o cuidado das tropas e obter assim uma oportunidade para fugir. Imediatamente, porém, foram presos e submetidos a severa vigilância”.


“Procedeu então o coronel a uma busca rigorosa em todo o edifício. Caminhando de sala em sala encontrou tudo na melhor ordem. As salas ricamente ornamentadas com altares, crucifixos e velas, não apresentavam indício de qualquer irregularidade. Ornavam as paredes telas, notando-se também uma rica e bem zelada biblioteca. O teto era de madeira finamente polida, e o assoalho composto de Lages de mármore mui regulamente dispostas. Onde estavam, porém, aqueles temíveis instrumentos de tortura de que tanta suspeita havia e as masmorras, onde se dizia estarem sepultadas vivas suas vítimas?”


“Afirmavam os sacerdotes solenemente ao coronel que ele tinha visto todos os compartimentos da casa e que ele ou havia sido iludido ou pelo menos sido mal informado. Lamanowski começava já a afrouxar nas suas pesquisas, quando se adiantando De Lile, coronel de um dos regimentos que se lhe haviam sido agregado, assim lhe falou:’-Coronel, é a vós que compete o mando hoje. Permiti, porém, que vos dê um conselho. Ordene que se deite água sobre este assoalho e verifiquemos se não existe alhures um escoadouro”.


“Farei o que entendeis, respondeu-lhe Lamanowski e minutos depois as belas e polidas Lages de mármore eram alagadas com grande susto dos inquisidores. Imediatamente De Lile descobriu um lugar por onde a água se escoava rapidamente e disse: ´-Isto aqui tem que abrir-se´. Para ele logo acudiram os oficiais e soldados que com a ponta de suas baionetas e espadas começaram a limpar as juntas, a fim de levantar a laje, mas não era possível. Alguns soldados tentaram quebrá-la a poder de coronhadas., mas sem resultado. Era de ver então a lamúria dos inquisidores por causa da profanação de sua bela casa. De repente um dos soldados, dando uma coronhada de sua espingarda sobre uma mola oculta, fez saltar a laje. Os inquisidores empalideceram como Belshazzar na noite em que na parede de seu palácio foram escritas aquelas palavras misteriosas; tremia-lhes o corpo inteiro. Por baixo da laje havia uma escada. O coronel, chegando-se a um altar, dele retirou uma grande vela para alumiar o subterrâneo. Um dos inquisidores, porém, pondo-lhe de mando a mão sobre o braço quis impedi-lo no seu intento, dizendo-lhe com um olhar muito sério: -Filho meu, não deves tocar nestas velas com as vossas mãos manchadas de sangue, porque elas são santas”.


“´-Não importa, respondeu o coronel. –´É coisa santa também espalhar luz sobre a iniqüidade. Tomo sobre mim a responsabilidade´. E, pegando a vela, foi descendo a escada. Ao chegarem lá embaixo encontraram-se numa vasta sala quadrangular, denominada a ´sala do juízo´. Ao meio dessa sala havia um bloco com uma corrente a que se costumavam acorrentar os acusados. De um lado havia um assento elevado, espécie de trono, que se denominava o trono do julgamento, o qual era ocupado pelo Inquisidor-Geral. De cada lado estavam dispostos ainda outros assentos destinados aos padres que se ocupavam da inquisição”.


“Uma porta que saía da sala, à direita, dava acesso a um grande número de celas que se estendiam em todo o comprimento do edifício; foi aqui que se lhes depararam as mais dolorosas cenas. Estas celas eram as prisões onde as pobres vítimas permaneciam encarceradas durante anos até que a morte as vinha libertar de seus sofrimentos. Os seus corpos eram aí deixados até estarem consumidos e as celas estarem outra vez em condições de receber novas vítimas. Para desviar o mau cheiro desse subterrâneo haviam sido dispostos tubos que conduziam ao ar livre, afastando para a distância conveniente o ar infecto que aí se produzia”.


“Nessas velhas celas foram encontrados cadáveres de pessoas mortas de pouco tempo, ao passo que em outras só restavam ossadas, presas ainda às suas cadeias. Em algumas celas, porém, foram encontrados prisioneiros ainda vivos, pessoas de ambos os sexos, de todas as idades, completamente nuas e presas com correntes. Imediatamente os soldados começaram a libertá-las das cadeias e, cobrindo-as com os seus capotes, queriam conduzi-las à luz, no que, porém foram impedidos pelo coronel que, conhecendo o perigo que nisso havia, ordenou que se lhes desse primeiramente de comer e que depois fossem gradualmente levados para fora”.


“Continuaram, entretanto, as pesquisas. Em uma sala de ala descobriram-se os instrumentos com que eram torturadas as vítimas. Consistia o primeiro em uma máquina a que era atado o indivíduo, sendo-lhe então quebrados os ossos, um após o outro, primeiramente os dedos, depois as mãos e os braços e, finalmente, o corpo todo até estar completamente morto”.


“O segundo era um caixão em que o pescoço e a cabeça do indivíduo eram por tal forma atarraxados, que ele não podia mais movê-los. De cima do caixão estava suspenso um reservatório de água do qual, de segundo em segundo, vinha cair-lhe uma gota sobre a cabeça. Cada gota seguinte vinha dar no mesmo lugar, causando-lhe desse modo as mais horríveis torturas”.


“O terceiro instrumento era uma máquina infernal de disposição horizontal, sobre a qual a vítima era amarrada e colocada depois entre duas vigas crivadas de facas, sendo retalhada em miúdos pedaços”.


“À vista desses instrumentos infernais, prova da mais requintada crueldade, a ira dos soldados não teve limites. Resolveu-se que cada um dos inquisidores devia ser morto por um daqueles instrumentos. O seu furor era indomável, e o coronel não se opôs. Um dos inquisidores foi imediatamente morto na máquina de quebrar ossos. Um outro foi submetido à tortura da gota dágua, chegando a suplicar com lágrimas que o poupassem de tão terríveis sofrimentos. Chegou, enfim, a vez do Inquisidor-Geral que foi conduzido perante a virgem. Pediu por sua vez com insistência que o poupassem daquele horrível abraço. ´- NÃO!, foi a resposta dos soldados´. ´-OBRIGASTES OS OUTROS A ABRAÇÁ-LA, AGORA O DEVES FAZER TAMBÉM´.E, cruzando as baionetas, o empurraram para dentro do círculo fatal. A bela virgem apertando-o em seus braços, retalhou-o em mil pedaços. O coronel teve uma vertigem à vista destas cenas e abandonou aos soldados a execução da vingança sobre os habitantes criminosos daquela casa”.


“Entretanto, a notícia do assalto à casa da Inquisição havia chegado a Madrid e grande multidão se dirigia para ali. Que movimento de vida! Parecia uma ressurreição. Umas cem pessoas que já haviam sido reputadas mortas eram agora restituídas aos seus queridos. Aí havia pais que tornaram a achar os seus filhos; mulheres que tornaram a ver seus maridos, e filhos que tornaram a abraçar seus pais. Poucos eram aqueles que não tinham ao menos um amigo no meio daquela multidão. Nenhuma pena teria podido descrever aquela tocante cena.”


“Dispensada a multidão, o coronel ordenou a retirada da casa da inquisição de todos os objetos de valor, mandando trazer da cidade uma grande quantidade de pólvora que foi acondicionada no porão e, minutos depois, o belo edifício voava majestosamente aos ares, caindo em um montão de ruínas. O local da inquisição espanhola desapareceu”.


Desejando escrever a respeito do tema consultei o GOOGLE simplesmente digitando as palavras “Santa Inquisição”. Das opções apresentadas a primeira é objeto do texto abaixo. A partir de agora pretendo escrever diariamente a respeito do tema, pela profunda convicção que tenho de que o mais horrendo instrumento jamais suplantado pela sua crueldade na história da humanidade, hoje aparentemente inofensivo como um vulcão adormecido, está prestes a acender suas fogueiras e lançar suas lavas candentes com uma intensidade jamais vista antes. A seguir, o texto tanscrito:
A Inquisição, ou Santa Inquisição foi uma espécie de tribunal religioso criado na Idade Média para condenar todos aqueles que eram contra os dogmas pregados pela Igreja Católica.
Fundado pelo Papa Gregório IX, o Tribunal do Santo Ofício da Inquisição mandou para a fogueira milhares de pessoas que eram consideradas hereges (praticante de heresias; doutrinas ou práticas contrárias ao que é definido pela Igreja Católica) por praticarem atos considerados bruxaria, heresia ou simplesmente por serem praticantes de outra religião que não o catolicismo.
A verdade é que embora o apogeu da Inquisição tenha se dado no século XVIII, as perseguições aos hereges pelos católicos, têm registros bem mais antigos. No século XII os “albigenses” foram massacrados a mando do Papa Inocêncio III que liderou uma cruzada contra aqueles que eram considerados os “hereges do sul da França” por pregarem a volta da Igreja às suas origens e a rejeição a opulência da Igreja da época.
Em 1252, a situação que já era ruim, piora. O Papa Inocêncio IV publica um documento, o “Ad Exstirpanda”, onde autoriza o uso da tortura como forma de conseguir a conversão. O documento é renovado pelos papas seguintes reforçando o poder da Igreja e a perseguição.
A Inquisição tomou tamanha força que mesmo os soberanos e os nobres temiam a perseguição pelo Tribunal e, por isso, eram obrigados a ser condizentes. Até porque, naquela época, o poder da Igreja estava intimamente ligado ao do estado.
Mais terrível que qualquer episódio da história humana até então, a Inquisição enterrou a Europa sob um milênio de trevas deixando um saldo de incontáveis vítimas de torturas e perseguições que eram condenadas pelos chamados “autos de fé” – ocasião em que é lida a sentença em praça pública.
Galileu Galilei foi um exemplo bastante famoso da insanidade cristã na Idade Média: ele foi perseguido por afirmar através de suas teorias que a terra girava em torno do sol e não o contrário. Mas, para ele o episódio não teve mais implicações. Já outros como Giordano Bruno, o pai da filosofia moderna, e Joana D’Arc, que afirmava ser uma enviada de Deus para libertar a França e utilizava roupas masculinas, foram mortos pelo Tribunal do Santo Ofício.
Uma lista de livros proibidos foi publicada, o ”Index Librorum Prohibitorum” através da qual diversos livros foram queimados ou proibidos pela Igreja.
O Tribunal era bastante rigoroso quanto à condenação. O réu não tinha direito à saber o porquê e nem por quem havia sido condenado, não tinha direito a defesa e bastavam apenas duas testemunhas como prova.
O pior período da Inquisição foi durante a chamada Inquisição Espanhola (Século XV ao Século XIX). De caráter político, alguns historiadores afirmam que a Inquisição Espanhola foi uma forma que Fernando de Aragão encontrou de perseguir seus opositores, conseguir o poder total sobre os reinos de Castela e Aragão (Espanha) e ainda expulsar os judeus e muçulmanos.

Todos estão à espera do “Messias”. Todos. Os muçulmanos e os judeus ainda esperam o primeiro advento do Messias; os budistas aguardam o Maitreya; os zoroastras esperam pelo Saoshyant; para os hindus Krishna; e os hollywoodianos acreditam em cyber-robôs, extraterrestres e até mesmo em homens dotados de poderes sobrenaturais. Tanto no meio religioso quanto no âmbito secular, sejam cristãos ou não, todos, sem exceção, aguardam alguém que vem.

Filmes como “Matrix”, “Superman – O Retorno”, “Deixados Para Trás”, “O Dia em que a Terra Parou”, “Guerra dos Mundos”, “Exterminador do Futuro”, “Eu Sou a Lenda”, “Presságio”, “2012”, entre tantos outros, embora não sejam fidedignos e tragam aberrações e conceitos antibíblicos, exploram largamente princípios messiânicos e profecias apocalípticas. Tais produções cinematográficas garantem que o tema transite livremente e permeie a mente e a imaginação de centenas de milhões. Assim, tanto no meio religioso quanto entre ateus, agnósticos e espiritualistas, as mensagens de um cataclismo global e do advento de um salvador estão sendo propagadas nas igrejas, templos e salas de cinema.

Todavia existe ainda um grupo a ser alcançado: aqueles que não vão ao cinema, não professam fé alguma e nem mesmo creem nas Escrituras Sagradas e em profecias bíblicas. Para esses foi criado outro fenômeno com as mesmas dimensões e o mesmo tom: aquecimento global. “O mundo está com os dias contados”, dizem os ambientalistas mais pessimistas. “Só mesmo um milagre para nos salvar!”, dizem os mais esperançosos. Sendo assim, para onde quer que se vá, de todos os lados e em todos os núcleos, está sendo disseminada uma única e mesma mensagem: algo está para acontecer. E de fato está!

Eruditos e leigos, estudiosos da Bíblia ou não, céticos ou religiosos, todos esperam de forma consciente ou inconsciente um evento único e decisivo, pois ao longo dos séculos entre as mais variadas culturas, povos, nações e línguas, o advento do Messias é a esperança mais preciosa.

Obviamente a mensagem tem sido deturpada e propositadamente adulterada. Grande parte do que se diz sobre o fim dos tempos é falso e tem por finalidade persuadir multidões e conduzir grandes massas ao erro, porém, de qualquer forma, existe uma razão para hindus, muçulmanos, cristãos, budistas e tantos outros aguardarem o advento de um salvador. E a razão é bastante simples: existe o Salvador.

Tentarei ser breve. Sou humano, assim como você, e não sou ninguém para dizer-lhe alguma coisa. Somente o Santo Espírito de Deus pode indicar-lhe o caminho; e disse Jesus: “Eu sou o caminho” (João 14:6). “Portanto, se hoje ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hebreus 4:7). Sou um pecador miserável e absolutamente carente de salvação, como qualquer ser vivente, mas, pela graça de Deus, fui liberto e hoje tenho discernimento. Conheço a filosofia deste mundo e já perambulei atrás de uma resposta. Andei a caça de respostas por toda parte e “pastei” procurando verdades aqui e ali, mas nada encontrei, pois existe uma trama diabólica para ludibriar fiéis e pessoas sinceras que anseiam encontrar a luz. De modo que antes de ser liberto, ao invés de luz, me afundei em trevas.

Existem centenas de religiões neste mundo. Existem muitas portas, muitas pretensas verdades e muitas centenas de credos. Cristianismo, Islamismo, Judaísmo, Budismo, Hinduísmo, Xintoísmo, Confucionismo, Taoísmo, e mais recentemente o hollywoodionismo, representando o impacto da mídia na vida das duas últimas gerações. Só no meio cristão existem mais de 36 mil denominações diferentes. A cada dia abrem-se novas igrejas com placas dizendo isto ou aquilo.

Ando pelas ruas e presencio dois fenômenos: (1) alguns dizem: “Pra mim, falando de Deus tá bom!” (2) Outros, já um tanto desanimados e inconformados, dizem: “São tantas igrejas, tantas doutrinas, não sei pra onde ir. Quer saber, na dúvida, fico onde estou.” E assim uns entram e outros fogem de igrejas. Porém, nas duas hipóteses você perde e o inimigo da verdade ganha. Se você entra em qualquer igreja, sem clamar pelo discernimento do Espírito Santo e sem o estudo da Palavra de Deus, portanto, acatando falsas doutrinas e falsos preceitos, o diabo vence. Se você permanece no mundo e abandona a religião, o diabo vence.

“Haverá engano e apostasia, falsas crenças e falsas doutrinas, pois ninguém, de modo algum, vos ludibrie, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição o qual se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus” (2 Tessalonicenses 2:3, 4). “Pois disse Jesus: porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprio eleitos” (Mateus 24:24). “Também opera grandes sinais, de maneira que até fogo do céu faz descer sobre a terra, diante dos homens” (Apocalipse 13:13”. “Sim, ele é o diabo, Satanás, o sedutor de todo o mundo” (Apocalipse 12:9). “E não é de se admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz” (2 Coríntios 11:14).

Um novo sistema religioso está surgindo. Um sistema ecumênico de proporções mundiais que se vale do sincretismo para preparar a humanidade para o advento de um falso messias que arrebatará multidões à perdição. Pois, antes do verdadeiro Cristo, surgirá um falso cristo que ludibriará, enganará e seduzirá toda a Terra, exceto aqueles que estiverem imbuídos do Espírito do Senhor. Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus (Romanos 8:14).

A união entre as crenças e vertentes religiosas está formatando uma mentalidade ecumênica e pós-moderna na qual não existe verdade absoluta, na qual todos os credos são válidos desde que professem mensagens de amor e paz. Tal mentalidade é fundamental para que um novo sistema surja e para que todos abracem o falso messias, pois antes do advento do falso cristo é imprescindível que surja um falso cristianismo.

Estamos próximos de um tempo em que haverá apenas dois grupos. Um grupo será formado pelos que desacatam a vontade de Deus e o outro, pelos que serão fiéis até a morte (Apocalipse 14:12).

Você espera o Salvador? Creia ou não, Ele virá com as nuvens e todo olho o verá (Apocalipse 1:7).

(Joeli Gervá, colportor-evangelista)

PARECE MENTIRA, MAS É REAL!

Transcrevemos abaixo o juramento dos padres comumente chamados Jesuítas, pertencentes à ordem de sacerdotes católicos chamada Companhia de Jesus, fundada por Ignácio de Loyola, e que foi traduzido do "Congressional Record" de 15/11/1913, pag. 3.263, referido pelo Seminário LAR E SAÚDE pelo Professor A. Araujo, pag. 7.

Por mais absurdo que possa parecer o texto é real. Cabe a cada pessoa que o ler refletir a respeito do poder que inspirou tão impressionante e solene juramento e promessa.


Aquele que o faz (o juramento), está prestando um serviço e manifestando lealdade a Jesus Cristo, o misericordioso e longânimo Príncipe da Paz, ou a Satanás, o maligno e acusador Príncipe das Trevas ? Tire suas próprias conclusões do texto a seguir manifesto:


"EU...(Fulano de Tal), em presença de Deus Onipotente, da Bem Aventurada Virgem Maria, do Bem Aventurado São João Batista, São Pedro e São Paulo, Superior Geral da Companhia de Paulo III, e continuada até hoje, pelo ventre da Virgem Maria, Mãe de Deus, e por Jesus Cristo, DECLARO E JURO QUE SUA SANTIDADE O PAPA É O VIGÁRIO DE CRISTO E O ÚNICO VERDADEIRO CHEFE DA IGREJA CATÓLICA OU UNIVERSAL EM TODA A TERRA, que em virtude das chaves para abrir e fechar, dadas à Sua Santidade por meio do meu Salvador Jesus Cristo, tem ele poderes para depor os reis hereges, príncipes, Estados, comunidades e governos e destruí-los sem crime algum".


"Assim, pois, COM TODAS AS MINHAS FORÇAS DEFENDEREI esta doutrina e os direitos e os costumes de Sua Santidade contra todos os usurpadores heréticos ou autoridades protestantes, especialmente da Igreja Luterana da Alemanha, Holanda, Dinamarca, Suécia e Noruega e dos demais ramos da mesma especialidade estabelecidos na Irlanda ou no continente americano e de todos os aderentes a quem se considera hereges e usurpadores, inimigos da Santa Madre Igreja de Roma".


"Declaro mais e prometo que NÃO TEREI OPINIÃO E VONTADES PRÓPRIAS, NEM RESERVA MENTAL ALGUMA, senão que, como cadáver, obedecerei incondicionalmente a cada uma das ordens que receba de meus superiores da milícia do Papa e de Jesus Cristo".


"Prometo e declaro que farei, quando se me apresente a oportunidade, guerra sem quartel, SECRETA OU ABERTAMENTE, contra todos os hereges, protestantes ou maçons, tal como se me ordene fazer, EXTIRPÁ-LOS-EI DA FACE DA TERRA, QUE NÃO TOMAREI EM CONTA IDADE, SEXO OU CONDIÇÃO, QUE ENFORCAREI, QUEIMAREI, DESTRUIREI, ENVENENAREI, CEGAREI, ESTRANGULAREI VIVOS A ESSES INFAMES HEREGES, ABRIREI OS VENTRES DAS SUAS ESPOSAS E BATEREI COM A CABEÇA DE SEUS FILHOS NAS PAREDES, A FIM DE ANIQUILAR ESSA EXECRANDA RAÇA".


"Que, quando não possa fazer isso abertamente, empregarei secretamente a taça de veneno, a estrangulação, o aço do punhal, a bala de chumbo, sem ter consideração à honra, à classe, dignidade ou autoridade das pessoas, quaisquer que sejam suas condições na vida política ou privada, tal como me tenha sido ordenado em qualquer tempo pelos agentes do Papa ou pelo superior da Irmandade do Santo Papa, Padre da Companhia de Jesus".


"PARA ISSO CONSAGRO-LHE TODA MINHA ALMA E TODAS AS MINHAS FORÇAS FÍSICAS, e com a adaga que agora recebo, escreverei meu nome com sangue em testemunho deste juramento; se manifestar falsidade ou tibieza (fraqueza) em minhas determinações, podem meus irmãos e camaradas, soldados da milícia do Papa, cortar as minhas mãos e os meus pés, enforcar-me, abrir o meu ventre e nele queimar enxofre, e aplicar-me todos os castigos que se possam conceber e executar sobre a terra e que minha alma seja torturada pelos demônios nas chamas infernais para todo o sempre".
(Si cum Jesus itis, non com Jesuitis).


UM SIMPLES COMENTÁRIO:


Quão verdadeiramente se cumpriu esse terrível juramento contra e na vida de centenas de milhares de verdadeiros filhos de Deus, chamados pela Bíblia Sagrada de "Santos do Altíssimo" e pela Igreja de Roma de hereges. E o mais importante é que os terríveis flagelos e perseguições patrocinados pela diabólica e famigerada chamada SANTA INQUISIÇÃO, o Tribunal do Santo Ofício, que já foi presidida pelo atual papa Bento XVI, voltará a acender as fogueiras da perseguição e da intolerância religiosa, num futuro próximo, muito antes do que se possa imaginar, conforme predizem as profecias que não podem falhar.

O que você procura?

Carregando...

CONVITE

CLASSE BÍBLICA:
Estudos bíblicos, Apocalipse e Daniel.
Todos os domingos, às 19:00 hs.
LOCAL: Escola Adventista de Vila Nova
ENDEREÇO: Rua 208, nr. 450-Vila Nova
Participe gratuitamente!

Estudos Bíblicos

Loading...

Eventos Finais

Loading...